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Grave acidente na BR-364 entre caminhões deixa pelo menos um morto e outro ferido; veja o vídeo
De acordo com informações de testemunhas, o motorista do caminhão de resíduos teria morrido no local do acidente

Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados. Foto: cedida
Com Ponta do Abunã
Um caminhão bitrem usado para transportar gado que seguia de Rio Branco para Porto Velho bateu contra outro caminhão que seguia para a capital acreana na altura do distrito de Extrema, em Rondônia, na manhã deste sábado (9).
De acordo com informações de testemunhas, o motorista do caminhão de resíduos teria morrido no local do acidente. A polícia ainda não confirmou o óbito. Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados.
Um dos caminhões era da empresa Norte Ambiental e estava carregado de resíduos. O material foi despejado nos asfalto causando interdição parcial da pista.
A Polícia Rodoviária Federal está no local para colher informações. Até o momento a causa do acidente ainda não foi divulgada.

Um dos caminhões era da empresa Norte Ambiental e estava carregado de resíduos. Foto: cedida
Veja vídeo:
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Paranaense volta ao Brasil após 9 meses lutando na guerra da Ucrânia

O maringaense sargento Dias, de 33 anos, retornou recentemente ao Brasil após passar quase nove meses em combate na guerra na Ucrânia. Instrutor militar e de defesa pessoal, ele integrou um grupo de operações especiais formado por brasileiros e participou de missões em regiões estratégicas do conflito, incluindo a área de Kupiansk, próxima à fronteira com a Rússia.
Antes de seguir para o front europeu, Dias atuava como instrutor credenciado pela Polícia Federal, ministrando treinamentos para forças de segurança pública e privada, clubes de tiro e empresas de segurança. Também é instrutor de Krav Maga e Muay Thai, além de desenvolver projetos voltados à defesa pessoal feminina, em resposta ao aumento dos casos de violência contra mulheres.
Leia a reportagem completa no GMC Online, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Master: CPI do Crime Organizado pedirá quebras de sigilo e convocações

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado Federal, vai apresentar requerimentos sobre o caso do Banco Master.
Em entrevista à TV Metrópoles, o senador e relator da comissão, Alessandro Vieira (MDB), afirmou que o colegiado vai apresentar pedidos de quebra de sigilo e convocações para empresas e pessoas físicas envolvidas no caso.
“Vamos apresentar nesta semana os requerimentos de quebra de sigilo e eventualmente de convocação de pessoas para prestar esclarecimentos, porque é muito grave essa intercessão da quadrilha do Banco Master e de figuras púbicas nos Três Poderes, com destaque para os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes”, declarou.
De acordo com o parlamentar, o plano de trabalho da comissão tem uma área voltada para fintechs, lavagem de dinheiro e escritórios de advocacia, o que coloca o caso do Banco Master no escopo de atuação da CPI do Crime Organizado e do Senado Federal.
Vieira não adiantou nomes de possíveis alvos dos requerimentos, mas afirmou que a atuação da CPI deve ter início nas suspeitas de intercessão do poder público no Banco Master, além de mirar pessoas físicas e jurídicas ligadas à instituição financeira.
“Nós teremos quebra de sigilo das pessoas jurídicas [empresas] que fazem parte dessa atuação, como escritórios de advocacia, fundos imobiliários, o resort vinculado a família do ministro Dias Toffoli e, no passo seguinte, a convocação das pessoas físicas para esclarecimentos”, adiantou o senador.
CPI do Crime Organizado
A CPI foi instalada no início de novembro de 2025, na esteira da megaoperação realizada no Rio de Janeiro que mirou o Comando Vermelho e evidenciou a disputa por controle territorial no estado.
A operação deu fôlego ao pedido de criação da comissão e ampliou a pressão para que o Senado se dedicasse ao tema.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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PMDF defende que Bolsonaro tenha visita aos sábados e faça caminhada

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para autorizar mudanças no regime de custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na Papudinha, em Brasília.
Entre as solicitações estão a realização de visitas aos sábados e a permissão para que Bolsonaro possa fazer caminhadas em áreas controladas da unidade.
O pedido foi feito após avaliação da corporação sobre as condições de segurança envolvendo a custódia do ex-presidente, classificado como “custodiado sensível” em razão do cargo que exerceu, da repercussão institucional do caso e do risco potencial de hostilidades ou incidentes.
Segundo a PMDF, a mudança do dia de visita da quinta-feira para sábado teria como objetivo reduzir riscos à segurança institucional.
Nos dias úteis, segundo a corporação, há fluxo intenso de servidores, atividades administrativas e coincidência com o dia de visita dos demais presos da unidade, o que dificultaria a segregação adequada dos ambientes e o controle rigoroso de acesso.
Nesse sentido, aos sábados, com a redução do fluxo interno, a corporação avalia que seria possível maior previsibilidade operacional e segurança, sem prejuízo ao direito de visita.
“Aos sábados, verifica-se redução expressiva do fluxo interno, inexistência de expediente administrativo regular, ausência de coincidência com o dia de visita dos demais custodiados e maior previsibilidade operacional”, diz o documento.
Além disso, a PMDF defende que Bolsonaro possa realizar caminhadas de forma restrita, supervisionada e em locais previamente definidos, como o campo de futebol ou uma pista asfaltada nos fundos do local.
A solicitação foi feita com base em recomendações médicas e prevê escolta permanente, sem contato com outros custodiados e com baixo impacto operacional.
“Ressalta-se que tais ambientes oferecem melhores condições de controle, visibilidade e previsibilidade dos deslocamentos, permitindo vigilância continua e pronta intervenção do efetivo policial, além de afastar qualquer contato com outros custodiados”, ressalta a PMDF.
O ofício também trata da possibilidade de extensão da assistência religiosa ao ex-presidente, nos mesmos moldes adotados na unidade, com acompanhamento da capelania da PMDF e supervisão do efetivo policial.
A corporação alega que as medidas não configuram privilégio, mas que são ações preventivas voltadas à preservação da segurança institucional, da ordem interna e da integridade física do custodiado, de visitantes e dos próprios policiais militares.
Bolsonaro está preso após ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista que culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes.
Recentemente, o ex-presidente foi transferido da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o Complexo da Papuda, por determinação do ministro Alexandre de Moraes.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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