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Governo recebe sugestões sobre investimentos na Zona Franca de Manaus

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Divulgação/Suframa

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) abriu uma consulta pública para regras de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na Zona Franca de Manaus. Esses recursos são uma contrapartida de benefícios fiscais dados a empresas que produzem bens de informática na região, como desonerações no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre Importação.

As contribuições devem ser enviadas por meio do site do MDIC até o dia 9 de novembro.

Pela legislação brasileiras, essa companhias podem pagar menos desses impostos se garantirem percentuais mínimos de investimento na chamada P&D. Esse repasse é sujeito a um conjunto de regras, que beneficiam tecnologia, mão-de-obra e contratações de firmas nacionais. Neste ano, a Lei 13.674 atualizou as exigências e procedimentos, flexibilizando as possibilidades de investimento.

As empresas de bens de informática da Zona Franca de Manaus (como fabricantes de smartphones e eletrodomésticos) passaram a poder investir também em startups (pequenas empresas de tecnologia), em incubadoras e aceleradoras (organizações que apoiam essas pequenas firmas) e em outros projetos de incentivo ao desenvolvimento tecnológico.

Também será possível alocar verbas em Organizações Sociais a serem criadas com o objetivo de realizar pesquisa, bem como em projetos não somente de inovação em informática, mas relacionados a sustentabilidade.

Os recursos podem ser repassados ainda a universidades e aos chamados “projetos prioritários” (definidos por um comitê de especialistas). Uma parte também financia o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). De acordo com o MDIC, as contrapartidas decorrentes da redução de impostos chegam a mais de R$ 700 milhões por ano.

Smartphones
Os fabricantes de smartphones e eletrodomésticos passaram a poder investir também em pequenas empresas de tecnologia) – Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Contudo, esse sistema apresentou problemas ao longo dos últimos anos. Multinacionais, por exemplo, criaram centros próprios de Pesquisa & Desenvolvimento para aplicar os recursos incentivados nelas próprias. Assim, nem toda a verba decorrente dos subsídios teve impactos concreto no estímulo à inovação dentro do Brasil.

consulta pública lançada pelo MDIC visa a receber sugestões para o decreto que vai detalhar essas regras. Segundo o secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério, Rafael Moreira, o decreto vai definir de que maneira serão feitos os investimentos nessas novas linhas.

O objetivo do governo é fazer com que esse tipo de contrapartida possa ser usado tanto para a própria migração das empresas para o que vem sendo chamado de “Indústria 4.0” quanto para fomentar startups e o crescimento da economia digital no país.

“A gente quer permitir que efetivamente as empresas invistam em P&D com viés de mercado, investindo em startups e em projetos mais focado em sustentabilidade. Ampliar esse rol, porque esse recurso para muitas empresas, como era engessado, era visto como custo. Isso está sendo visto como novas possibilidades de investimento de novos produtos”, afirmou Moreira.

Na proposta do Ministério, o investimento direto só poderia ser realizado em startups de base tecnológica”. Para botar dinheiro em empresas já com maior faturamento, a alocação precisaria ser realizada por meio de um fundo de participação. Outra medida prevista é estabelecer um mínimo dos recursos reinvestidos a cada ano para universidades da região, como as universidades federais do Amazonas, do Acre, de Rondônia, de Roraima e do Amapá.

De acordo com o secretário, além disso o decreto traz regras que, segundo ele, têm como função desburocratizar o processo, como obrigações para a prestação de contas. Esses procedimentos, na avaliação de Moreira, podem facilitar o uso do sistema de incentivo e uma maior aplicação de recursos nessas linhas de inovação.

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Diretoria do Humaitá regulariza os atacantes Davi e Marcos Rudwere

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Foto Glauber Lima: Elenco do Humaitá trabalha forte para semifinal do Estadual

 

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ABMAC divulga calendário e confirma 1ª etapa do Circuito 3×3

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Foto FEAB: Circuito 3×3 terá três etapas no interior do Estado

A Associação de Basquete Master do Acre(ABMAC) divulgou o calendário de atividades da temporada de 2026 e o primeiro evento do ano será a 1ª etapa do Circuito 3×3 no dia 28 deste mês.

“Pensamos um calendário extenso e agora chegou o momento de realizar. Vamos realizar o Circuito 3×3 com cinco etapa, inclusive, com disputas no interior”, declarou o presidente da ABMAC, Alberdan Lopes(Dão).

Norte/Nordeste e Brasileiro

A Seleção Acreana estará na disputa da Copa Norte/Nordeste, programada entre os dias 3 e 7 de junho em Macapá, no Amapá, e no Campeonato Brasileiro, entre 30 de outubro a 7 de novembro em Goiânia, Goiás.

“Teremos dois grandes desafios. Vamos montar a equipe para realizar boas campanhas nos dois torneios”, afirmou Alberdan Lopes.

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Em fórum nacional, Acre discute alinhamento de estratégias para reforma tributária e modernização fiscal

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O governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), está presente no principal fórum de debate sobre modernização das administrações tributárias do país. O evento teve início nesta quarta-feira, 11, e reúne especialistas para discutir a eficiência no gasto público e a inovação tecnológica no setor fazendário, no estado de Alagoas.

A transição da Reforma Tributária, que vem sendo o instrumento para construção de um sistema tributário mais justo, competitivo e sustentável, é um dos destaques do evento, juntamente com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e compras públicas.

Evento é o principal fórum de debate sobre modernização das administrações tributárias do país. Foto: Sefaz/AL

Também entrou em pauta o tema Inteligência Fiscal, que seria o uso da inteligência artificial na documentação de sistemas e na tomada de decisões estratégicas.

Para o auditor fiscal da Receita e diretor de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz, Adriano Magalhães, que está presente no evento, o fórum é fundamental para o fortalecimento da gestão fiscal no estado.

Reforma tributária e inteligência fiscal foram alguns dos destaques do encontro. Foto: Sefaz/AL

“A gestão fiscal exige rigor, equilíbrio e precisamos adotar as melhores ferramentas tecnológicas disponíveis. Estamos em meio a uma transição histórica com a Reforma Tributária, e assegurar que o Acre esteja alinhado aos debates nacionais sobre o Comitê Gestor do IBS e modernização de processos é o que garantirá a sustentabilidade das nossas contas e a eficiência na entrega de serviços à sociedade”, destaca o auditor fiscal da Receita e diretor de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz do Acre, Adriano Magalhães.

O evento também debateu temas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no âmbito fazendário, o cruzamento de dados sociais e fiscais para maior precisão arrecadatória, a gestão de recursos e o monitoramento de contratações, além do Programa de Apoio à Gestão Fiscal (Profisco).

Equipe da Diretoria de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz esteve presente ao evento. Foto: cedida

O fórum se estende até sexta-feira,13, com a eleição da nova diretoria da Cogef para o biênio 2026/2027 e o lançamento da próxima edição do fórum.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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