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Acre

Governo monitora nível do Rio Acre na capital

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Com o objetivo de mitigar os efeitos de uma enchente e auxiliar a população em caso de necessidade, o governo do Acre, por meio da Defesa Civil, faz o monitoramento do Rio Acre na capital, Rio Branco.

O alto volume de chuvas na região entre os meses de dezembro, janeiro e fevereiro elevou o nível do rio e de seus afluentes e, como consequência, há uma situação de alerta para possíveis enchentes nos municípios acreanos.

Quase na cota de transbordamento, a Defesa Civil continua monitorando o nível do Rio Acre na capital. Foto: José Caminha/Secom

“Em caso de agravamento da situação, vamos orientar e dar o suporte necessário à Defesa Civil Municipal, por meio dos decretos de situação de emergência”, destaca o coordenador estadual da Defesa Civil do Acre, tenente-coronel Otoni Miranda.

Próximo à cota de transbordamento, 14 metros na capital, o Rio Acre já ultrapassou os 13,50 metros da cota de alerta, em medição realizada nesta segunda-feira, 21.  Em Rio Branco uma família já foi desalojada, isto é, retirada da sua moradia para a casa de familiares.

As medidas preventivas, como realocação de atingidos pela enchente já está em andamento. Foto: José Caminha/Secom

O coordenador da Defesa Civil Municipal, coronel Cláudio Falcão, relata que o Município e o Estado já realizavam ações preventivas: “Estamos preparando o Parque de Exposições Wildy Viana (Expoacre) para receber famílias que venham a ser desabrigadas. Além disso, estão sendo preparados abrigos alternativos, estamos montando bases operacionais e realizando a mobilização de secretarias municipais e estaduais para prestar socorro à população”.

Entre os bairros que podem ser atingidos, estão Cadeia Velha, Adalberto Aragão, Taquari, Triângulo Novo, Cidade Nova e Palheiral. Já foram atingidos Seis de Agosto, Habitasa, Airton Senna e Base.

“Enquanto não há um transbordamento, continuamos fazendo o monitoramento do rio, para que os municípios possam dar a resposta necessária”, explicou Miranda.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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