Cotidiano
Governo doa madeira apreendida para entidades públicas e sociais

O governo do Estado, por meio do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), realiza nesta terça-feira, 27, a doação de 127 metros cúbicos de madeira a entidades públicas e de assistência social.
O material é resultado de apreensões realizadas pelas equipes do Imac em casos de crimes ambientais e que podem ser requisitadas pela sociedade civil, como instituições filantrópicas e até o próprio Estado, para serem usadas principalmente em obras de infraestrutura.
O presidente do Imac, André Hassem, reforçou que essa é uma ação social do Estado baseada em lei, mas que na gestão do governador Gladson Cameli ganha um novo formato, mais ágil e menos burocrático, já que mesmo sendo um órgão fiscalizador, o Imac também tem uma missão de bem-estar social, apoiando comunidades com dificuldades em infraestrutura.
“Como a madeira é um bem perecível e que depois de apreendida não volta para quem a extraiu ilegalmente, a gente tenta dar celeridade, num processo que ocorra o mais rápido possível, para fazer a doação antes que ela comece a estragar, ajudando principalmente questões sociais e que envolvam o maior número de pessoas possível”, destaca Hassem.
A madeira está sendo distribuída em nove processos de doação, que alcançam desde igrejas até o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) de Cruzeiro do Sul, para a ressocialização dos presos na marcenaria, além do Batalhão Ambiental da Polícia Militar, Prefeitura de Acrelândia e o 7º Batalhão de Engenharia e Construção (7º BEC), para obras de infraestrutura.
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Em Rio Branco, Rio Acre sai da cota de transbordamento, marcando 13,99 m, na tarde desta quarta
O Rio Acre saiu da cota de transbordamento nesta quarta-feira, 4, em Rio Branco. De acordo com o último boletim publicado pela Defesa Civil do Estado, às 15 horas de hoje, o rio apresentou um recuo de 31 centímetros, indo de 14,46 m na medição das 6 horas para 13,99 m, na medição das 15 horas. Mesmo com a diminuição, o governo do Acre segue acompanhando e reforçando o alerta à população, pois o manancial encontra-se, agora, em cota de alerta.

No município de Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá apresentou um aumento de 12 centímetros e, em Plácido de Castro, o Rio Abunã manteve-se estável, marcando 12,69 metros. Nos três municípios citados, os afluentes continuam acima de suas respectivas cotas de transbordamento.
Porto Acre, banhada também pelo Rio Acre, e Sena Madureira, pelo Rio laco, permanecem em cota de alerta, mas apresentando vazante, com menos 1 cm e 7 cm, respectivamente.
Estão estáveis os afluentes que perpassam Brasileia e Epitaciolândia, Xapuri e Plácido de Castro. Em níveis normais e apresentando vazante a Aldeia dos Patos, com menos 5 cm, Assis Brasil, com menos 8 cm, Capixaba, menos 27 cm, e Riozinho do Rola, com menos 4cm.

O coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Carlos Batista, informou que o nível do Rio Acre continua em queda acentuada na capital e que “apenas dez famílias seguem desabrigadas, distribuídas em dois pontos: no Parque de Exposições e na Escola Leôncio Carvalho, onde estão acolhidas famílias de comunidades indígenas”. Segundo o coronel, são as mesmas famílias já acompanhadas pela Defesa Civil, concentradas exclusivamente nesses dois locais em Rio Branco.
O gestor ressalta que moradores que se sentirem em situação de risco, especialmente quando as águas se aproximarem das residências, podem acionar o número 193, para que equipes sejam enviadas ao local e prestem o atendimento necessário.

Luiz de Freitas, morador do bairro Cidade Nova, conta que já enfrentou muitas alagações nos mais de 50 anos em que reside na capital e está otimista com a vazante do Rio Acre: “Até agora tivemos sorte de não enfrentar nenhuma grande enchente e espero que Deus continue nos protegendo”.
O Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) também atua neste momento de crise ambiental. Em colaboração com os demais órgãos, as equipes prestam todo o suporte necessário às famílias já afetadas pelas cheias dos rios e enxurradas dos igarapés em todo o estado.
Confira a medição completa

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Mãe de Gladson Cameli chama política de “nojenta” após prefeita apoiar Alan Rick
Linda Cameli criticou alianças e rompimentos em rede social; declaração foi vista como reação ao apoio da prefeita de Senador Guiomard ao senador

A declaração foi publicada em um espaço de comentários de uma postagem que discutia o cenário político local e repercutiu entre apoiadores e críticos do governo estadual. Foto: captada
A mãe do governador Gladson Cameli, Linda Cameli, publicou uma crítica contundente ao ambiente político em suas redes sociais na manhã desta quarta-feira (4), classificando a política como “nojenta” em meio à discussão sobre alianças e apoios no cenário eleitoral acreano.
“Política é nojenta. Quando a pessoa está precisando é toda boazinha. Depois que se elege, esquece quem ajudou”, escreveu ela em comentário em uma postagem sobre o assunto, em aparente referência às mudanças de alianças entre grupos políticos do estado.
A manifestação ocorreu após a prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, declarar apoio ao senador Alan Rick, em entrevista ao site ContilNet, em meio às articulações para as eleições de 2026. O gesto foi interpretado nos bastidores como um realinhamento e um distanciamento do grupo do governador Gladson Cameli.
Embora não cite nomes diretamente, a declaração de Linda Cameli repercutiu entre aliados e críticos do governo, refletindo a tensão nas relações políticas no estado em um ano de movimentação pré-eleitoral.

O gesto foi lido nos bastidores como sinal de realinhamento político em Senador Guiomard, onde a prefeita vinha mantendo diálogo com diferentes grupos. Foto: captada
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Incra abre chamamento para compra de terras no Acre e criação de novos assentamentos rurais
Edital publicado no DOU busca propriedades a partir de 400 hectares com aptidão agrícola e acesso a rodovias; prazo para ofertas é de 11 meses

O chamamento público consta no Edital nº 55/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (4). O prazo para ofertas é de 11 meses. Foto: captada
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) manifestou oficialmente interesse na aquisição de imóveis rurais no Acre para a criação de novos projetos de assentamento de famílias beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária. O chamamento público consta no Edital nº 55/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (4).
As áreas devem estar localizadas nas regionais do Alto Acre, Baixo Acre, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul, abrangendo municípios como Rio Branco, Brasiléia, Xapuri, Senador Guiomard, Porto Acre, Plácido de Castro, Acrelândia, Capixaba, Bujari, Assis Brasil, Epitaciolândia, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.
Os imóveis precisam ter no mínimo 400 hectares, apresentar aptidão agrícola compatível com exploração de baixo nível tecnológico, predominância de solos de classes I a IV, abundância de recursos hídricos e acesso facilitado – preferencialmente às margens de rodovias federais ou estaduais. Também devem estar livres de restrições jurídicas ou administrativas.
Os proprietários interessados podem apresentar proposta diretamente à Superintendência Regional do Incra no Acre, em Rio Branco. O prazo para ofertas é de 11 meses, a partir da publicação do edital, seguindo os critérios do Decreto nº 433/1992.
Critérios para os imóveis:
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Aptidão agrícola: Solos das classes I a IV, compatíveis com exploração de baixo nível tecnológico;
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Recursos hídricos: Abundância de água para consumo e irrigação;
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Acesso: Preferencialmente às margens de rodovias federais ou estaduais;
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Situação jurídica: Livres de embargos, litígios ou restrições ambientais.
Municípios abrangidos:
Rio Branco, Brasiléia, Xapuri, Senador Guiomard, Porto Acre, Plácido de Castro, Acrelândia, Capixaba, Bujari, Assis Brasil, Epitaciolândia, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.
Prazo e local para ofertas:
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Período: 11 meses a partir da publicação (até 4 de janeiro de 2027);
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Endereço: Superintendência Regional do Incra no Acre (Rua Santa Inês, 135 – Aviário, Rio Branco).
O Acre tem 56 projetos de assentamento já regularizados, mas a demanda por terra ainda supera a oferta, com milhares de famílias acampadas à espera de lotes. O Incra fará vistoria técnica e avaliação de preços nas propriedades ofertadas. Os valores seguirão tabelas de mercado e poderão ser pagos em títulos da dívida agrária.
A abertura de novos assentamentos pode reduzir tensões fundiárias em áreas de conflito, mas também depende de recursos orçamentários federais – hoje limitados – para efetivar as compras e a instalação de infraestrutura básica (estradas, água, energia) nas áreas adquiridas.

As propriedades devem ter mínimo de 400 hectares e estar localizadas nas regiões do Alto Acre, Baixo Acre, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul. Foto: captada






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