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Governo do Acre unifica cargos de agente e escrivão da Polícia Civil
O governo do Estado, na gestão do governador Gladson Camelí, demonstra respeito e compromisso com os profissionais da Segurança Pública

A medida, segundo o governador Gladson Camelí, representa um avanço na valorização profissional e na eficiência do serviço prestado à população. Foto: captada
O governador Gladson Camelí tornou pública, nesta sexta-feira, 1º de agosto, a unificação dos cargos de agente de polícia e escrivão de polícia, ambos vinculados à Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e formalizada por meio de modificação na Lei Complementar nº 129, de 22 de janeiro de 2004, que institui a Lei Orgânica da Polícia Civil e o Estatuto dos Policiais Civis do Estado.
A publicação no DOE marca um avanço importante para a categoria, que há anos pleiteava a unificação como forma de modernizar a estrutura organizacional, otimizar recursos humanos e ampliar a eficiência nas atividades investigativas e administrativas da instituição.
A medida, segundo o governador Gladson Camelí, representa um avanço na valorização profissional e na eficiência do serviço prestado à população. “Com a unificação dos cargos de escrivão e agente da Polícia Civil do Acre, estamos dando um passo importante para valorizar os nossos profissionais da Segurança Pública, garantindo mais eficiência, igualdade e reconhecimento ao trabalho desempenhado por esses servidores”, disse.
Para o delegado-geral de Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, a decisão do governo representa um marco na valorização da categoria e no fortalecimento da segurança pública no estado.
“A unificação dos cargos é uma vitória da categoria e um avanço institucional significativo. O governo do Estado, na gestão do governador Gladson Camelí, demonstra respeito e compromisso com os profissionais da Segurança Pública, ao atender essa demanda histórica que vai ao encontro da modernização da nossa Polícia Civil. Essa medida permitirá maior flexibilidade na atuação dos policiais, além de contribuir diretamente para o aprimoramento do atendimento à população acreana”, enfatizou Maciel.
A unificação dos cargos vai permitir que os profissionais tenham atribuições mais amplas e integradas, adaptando-se aos novos desafios do trabalho policial e reduzindo a sobrecarga em determinadas funções.

A publicação no Diário Oficial marca um avanço importante para a categoria, que há anos pleiteava a unificação como forma de modernizar a estrutura organizacional. Foto: captada
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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