Brasil
Governo do Acre tenta afastar conselheira do TCE de análise da relatoria das contas estaduais
Executivo alega falta de imparcialidade de Naluh Gouveia e pede seu afastamento de processos estaduais; decisão sobre o caso será tomada em plenário

O caso ainda está na presidência do TCE e deverá ser levado a plenário. Enquanto não há decisão oficial, o impasse permanece e pode acabar sendo judicializado. Foto: captada
O governo do Acre entrou com dois pedidos no Tribunal de Contas do Estado (TCE) para afastar a conselheira Naluh Gouveia da análise de processos ligados ao Executivo, incluindo a prestação de contas do governador Gladson Cameli (PP).
O governo justifica o pedido afirmando que a conselheira não seria imparcial, citando como exemplo a tentativa de suspender o rodeio da Expoacre por meio de decisão liminar, depois derrubada pela Justiça. Segundo a gestão estadual, há risco de reprovação antecipada das contas, sem análise técnica aprofundada.
O que está em jogo:
- Naluh Gouveia foi designada como relatora das contas do governo em 2024 por rodízio entre conselheiros
- O Palácio Rio Branco alega que ela não seria imparcial, citando como exemplo a tentativa de suspender o rodeio da Expoacre via liminar (posteriormente derrubada)
- Há temor no governo de que as contas sejam reprovadas sem análise técnica aprofundada
Argumentos do governo:
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A gestão estadual afirma que a conselheira teria “pré-julgamento” contra o Executivo
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Cita como justificativa a decisão sobre o rodeio, que consideram um indício de parcialidade
Próximos passos:
- O caso está sob análise da presidência do TCE e deve ser levado ao plenário
- Enquanto não há decisão, o impasse permanece e pode acabar judicializado
- Se o pedido for negado, Naluh Gouveia seguirá como relatora das contas
A relação entre o governo Cameli e o TCE tem sido tensa em diversos fronts. O possível afastamento da conselheira pode acirrar os ânimos no controle externo das contas públicas no estado. A assessoria do TCE informou que aguarda a análise do plenário antes de se manifestar oficialmente sobre o caso.

Pelo regimento, o relator das contas do governo é definido anualmente em rodízio entre os conselheiros. Foto: captada
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RJ: médica morre após carro ser baleado em perseguição policial

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, atingida por um tiro nesse domingo (15/3). O crime ocorreu durante uma perseguição da Polícia Militar a suspeitos de assalto no bairro de Cascadura.
A mulher tinha acabado de sair da casa dos pais, após uma visita, quando foi baleada.
Os militares foram acionados após denúncias de que criminosos em um Corolla Cross estariam realizando assaltos na região. Ao chegarem ao local, os agentes avistaram o carro de Andrea, além de um Jeep Commander e uma motocicleta.
Os militares afirmam que deram ordem de parada, mas os ocupantes dos veículos reagiram, dispararam contra a equipe e fugiram. Ainda de acordo com os policiais, houve troca de tiros durante a ação.
O Corolla Cross seguiu pelas ruas Eufrásio Corrêa, Colúmbia, Goiás, Cupertino e Mendes, parando apenas na Rua Palatinado. Ao abrirem o veículo, os agentes encontraram a médica sem vida no banco do motorista, com uma perfuração causada por disparo de arma de fogo.
Em nota, a Polícia Civil informou que “a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Andrea Marins Dias. Diligências estão em andamento para apurar os fatos”.
Para o Metrópoles, a Polícia Militar ressaltou que lamenta a morte de Andréa e que foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação, que resultou na morte da vítima.
“Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, concluiu a corporação.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Pix Saque e Pix Troco são suspensos em lotéricas de todo o país

A Caixa Econômica Federal suspendeu, nesta segunda-feira (16/3), os serviços Pix Saque e Pix Troco nas lotéricas. A medida havia sido anunciada no início deste mês.
“A Caixa informa que a suspensão dos serviços Pix Saque e Pix Troco nas Lotéricas entrará em vigor a partir de 16 de março. Esclarecemos que os clientes do banco continuarão a realizar saques normalmente na rede lotérica, sem qualquer alteração. Todos os serviços disponíveis nas lotéricas podem ser consultados no site do banco”, afirma a nota do banco.
A Caixa não detalhou os motivos da suspensão dos serviços nas casas lotéricas.
As modalidades foram lançadas em 2022 pelo Banco Central. No Pix Saque, o cliente faz uma transferência via Pix para o estabelecimento e recebe o valor em dinheiro. Já no Pix Troco, o consumidor paga uma compra via Pix com valor maior e recebe a diferença em espécie.
Com a suspensão nas lotéricas, clientes da Caixa ainda poderão utilizar o Pix Saque e o Pix Troco em outros estabelecimentos habilitados, como supermercados, farmácias e lojas conveniadas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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IRPF: trabalhador de menor renda terá cash back da Receita. Entenda

Uma das novidades da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2026 será um lote especial de restituição para os trabalhadores de menor renda. O valor será pago em 15 de julho.
A restituição será destinada para os trabalhadores que não são obrigados a declarar o Imposto de Renda porque não atingiram o limite anual, mas que tenham recebido, em um mês do ano, um valor maior com desconto.
“Mesmo que esse pequeno trabalhador de baixa renda não tenha feito a declaração, nós vamos informar: ‘Você tem direito à restituição, está aqui na sua conta’. Nós vamos informar e depositar no mês de julho, no dia 15”, adiantou secretário da Receita, Robinson Barreirinhas.
Conforme Barreirinhas, o trabalhador será restituído ainda que não faça a declaração do IR. Segundo o secretário, “muita gente” será beneficiada pela iniciativa que é tratada com um “piloto” pela Receita.
“Um brasileiro de renda menor, que por alguma razão teve uma retenção em um determinado mês, recebeu um pouco a mais, por exemplo, da fonte pagadora e teve lá retenção. Mas ele não é obrigado a prestar a declaração do Imposto de Renda, ele nem lembra disso”, disse o secretário.
Em atualização.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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