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Governo do Acre recebe mais de 20 mil vacinas contra Covid-19

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O governo do Acre recebeu nas tardes de sexta-feira, 1  e deste sábado, 2, por meio do Ministério da Saúde, mais um lote contendo 10.050 doses do imunizante produzido pela Fiocruz/AstraZeneca e 2 lotes contendo 10.530 doses da vacina produzida pela Pfizer, para dar continuidade ao plano de imunização do Estado. Os Imunizantes serão distribuídos para os 22 municípios acreanos, dando continuidade à campanha de vacinação contra a Covid-19.

Imunizantes irão dar continuidade à campanha de vacinação contra a Covid-19. Foto: Superintendência do Ministério da Saúde no Acre

Em todo o estado, a cobertura vacinal com as duas doses já aplicadas corresponde a 82,38% por vacina distribuída. Os municípios com maior percentual são Acrelândia, com 89,16%, e Manoel Urbano, com 97,52%. Em Rio Branco, o percentual já atinge 82,47% e na maioria dos demais está na média dos 80%.

Nos municípios com os menores percentuais, como é o caso de Capixaba, a coordenação do Programa Nacional de Imunização (PNI) vai intensificar as ações, que vão desde oferecer comodidade na disponibilidade das vacinas até a conscientização das pessoas sobre a importância de procurar se vacinar com as duas doses.

 

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Fórum Teia Acre consolida a Carta Estadual da Cultura Viva

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Teve início nesta sexta-feira, 6, no Museu dos Povos Acreanos, o Fórum e Teia Estadual de Pontos e Pontões de Cultura do Acre. O encontro reúne fazedores de cultura da capital e do interior do estado e tem como objetivo fortalecer a governança da política cultural e consolidar diretrizes para a Cultura Viva no Acre.

A programação começou com a discussão e aprovação do regimento interno que orienta a eleição dos delegados, seguida de um painel temático voltado ao fortalecimento das redes territoriais de cultura. Na sequência, foram formados Grupos de Trabalho (GTs), organizados por eixos estratégicos, para debater o Plano Nacional Cultura Viva para os próximos dez anos, a governança da política cultural e a sustentabilidade da criação artística.

Fórum Teia Acre reuniu representantes de Pontos de Cultura de todo estado no Museu dos Povos Acreanos. Foto: Alex Machado/FEM

As atividades foram antecedidas por uma solenidade de abertura na noite de quinta-feira, 5, marcada por um cortejo cultural, credenciamento dos participantes e uma mesa-redonda com o tema “Cultura Viva, Justiça Climática, Ancestralidade e Bem-Viver”.

Cortejo tomou as ruas do Centro da cidade na abertura do Fórum Estadual dos Pontos e Pontões de Cultura. Foto: Luan Moura/FEM

Durante o encontro, o presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, destacou a importância estratégica do fórum para o fortalecimento das políticas culturais no estado e celebrou a aprovação do primeiro Plano Estadual de Cultura. Segundo ele, o evento constitui um espaço de construção coletiva de propostas a partir da experiência de quem atua diretamente nos pontos e pontões de cultura.

Presidente da FEM, Minoru Kinpara destaca importância das discussões em fórum estadual. Foto: Luan Moura/FEM

Representando os participantes do interior, a delegada Enage Peres, do Ponto de Arte e Cultura da Fronteira, de Epitaciolândia, ressaltou os desafios da gestão cultural no contexto amazônico e destacou a importância do fórum como espaço de diálogo e articulação entre os fazedores de cultura do estado.

Na tarde desta sexta-feira, os delegados representantes de 60 pontos de cultura do Acre trabalham na elaboração da Carta Estadual da Cultura Viva Acre, documento que reúne as diretrizes do fórum e que será encaminhado para contribuir com o Plano Nacional de Cultura do Ministério da Cultura (MinC).

O representante da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC), Walter Cedro Santos, destacou que encontros semelhantes estão sendo realizados em todo o país, envolvendo cerca de 14 mil pontos de cultura, com o objetivo de construir coletivamente um projeto de lei voltado à descentralização da política cultural e à criação de mecanismos permanentes de financiamento.

Superintendente do SPU no Acre, Thiago Mourão, reafirmou parceria com a comunidade. Foto: Alex Machado/FEM

Também presente ao encontro, o superintendente do Patrimônio da União no Acre (SPU-AC), Thiago Mourão, reafirmou o compromisso do governo federal com o fortalecimento das parcerias com os fazedores de cultura, destacando a cessão de imóveis da União para uso dos Pontos de Cultura no estado.








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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Acre está entre os estados com pior transparência sobre dados de armas, aponta estudocccc

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Foto: Agência Brasil

Um estudo nacional divulgado na quinta-feira, 05, pela Folha de SP, colocou o Acre entre os estados com os piores níveis de transparência do país no controle e na divulgação de dados sobre armas de fogo sob responsabilidade das polícias estaduais. A conclusão faz parte do Ranking de Transparência de Dados sobre Armas de Fogo nos Estados, elaborado pelo Instituto Sou da Paz, em parceria com o Instituto Igarapé.

De acordo com a pesquisa, o Acre aparece ao lado de Amapá e Piauí no grupo com os níveis mais fracos de transparência, após a análise de respostas a pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) entre os anos de 2021 e 2023. No período, as polícias estaduais brasileiras deixaram de responder 73% dos questionamentos, evidenciando, segundo os pesquisadores, uma persistente “cultura de sigilo” nas instituições de segurança pública.

O levantamento avaliou informações relacionadas à apreensão, custódia, rastreamento, investigação de origem e destruição de armas, além de dados sobre controle interno, como compras públicas e furtos dentro das corporações. Nenhum estado brasileiro atingiu o nível considerado alto de transparência. Apenas Tocantins, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Mato Grosso do Sul alcançaram desempenho classificado como médio.

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Aluno mata professora de Direito a facadas dentro de faculdade em Porto Velho

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Vítima, que também era escrivã da Polícia Civil, teria reprovado o agressor por apenas 0,3 pontos no semestre anterior; suspeito foi imobilizado por colegas

PORTO VELHO, RO – A noite desta sexta-feira, 06 deveria ser de aprendizado terminou em tragédia no bairro Aeroclube. A professora Juliana Matos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas enquanto ministrava aula no curso de Direito de uma faculdade particular. O principal suspeito é um de seus alunos, identificado pelo nome de João Júnior, motivado por uma reprovação acadêmica.

Juliana, profissional respeitada que conciliava a docência com o cargo de escrivã na Polícia Civil de Rondônia, foi atacada repentinamente dentro da sala de aula.

Ao presenciarem a cena, outros acadêmicos reagiram rapidamente e conseguiram imobilizar o agressor até a chegada das autoridades. Apesar do socorro imediato, a professora não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Vingança por “três décimos”

Investigações preliminares da Delegacia de Homicídios apontam que o crime foi alimentado por um rancor acumulado durante as férias.

O aluno, identificado como João Júnior, foi reprovado por Juliana no semestre passado.

A Diferença da nota final do estudante ficou apenas 0,3 abaixo da média necessária.

Para a polícia, a margem mínima de reprovação teria gerado uma revolta desproporcional, levando o aluno a planejar o ataque para o retorno das aulas.

Relatos de colegas de classe indicam que o agressor deu sinais de que algo estava errado logo no início do novo semestre. Segundo testemunhas, João Júnior mudou seus hábitos de forma drástica:

“Ele sempre sentava nas últimas fileiras, mas hoje escolheu a primeira fila. Passou a aula inteira encarando a professora de forma fixa e agressiva”, afirmou um dos estudantes que preferiu não se identificar.

A mudança de postura e a “vigilância” constante sobre a docente criaram um clima de tensão no ambiente, notado por diversos alunos antes do desfecho violento.

Luto e Investigação

A instituição de ensino suspendeu as atividades e a Polícia Civil segue colhendo depoimentos para fechar o inquérito. O caso levanta discussões urgentes sobre a segurança de educadores e o suporte psicológico no ambiente universitário.

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