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Governadores do Norte discutem demandas para saúde com o presidente Jair Bolsonaro

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A expectativa agora é que com as diversas outras ações para garantir que as perdas econômicas sejam as menores possíveis, governo Federal, Justiça, Congresso, Estados e Municípios juntos construam uma saída estrutural federativa.

Samuel Bryan

O governador Gladson Cameli e os demais governadores da região Norte estiverem reunidos por videoconferência na tarde desta segunda-feira, 23, com o presidente Jair Bolsonaro e diversos outros membros do primeiro escalão do Planalto para tratar do plano de contenção da doença Covid-19, além de discutir questões econômicas de interesse dos estados.

Entre as principais medidas, presidente Bolsonaro anunciou um fundo para a saúde de R$ 8 bilhões Foto: Isac Nóbrega/PR

Entre as principais medidas anunciadas está o anúncio da transferência de um fundo de R$ 8 bilhões para a saúde que será dividido entre estados e municípios. Além disso, o governo federal garantiu a recomposição dos Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em R$ 16 bilhões. A área de assistência social em todo o país também terá um acréscimo de R$ 2 bilhões. E haverá uma suspensão do pagamento das dívidas dos Estados com a União por seis meses, o que resultará num impacto de R$ 12,6 bilhões.

O presidente Jair Bolsonaro destacou que é um momento de união entre todas as esferas do poder público para conter a doença que tem se espalhado pelo mundo e que nas últimas semanas tem assolado o Brasil.

“A palavra chave entre nós é a cooperação. É o sentimento que esse problema é de todos nós, presidente da república, governadores e prefeitos. E eu tenho certeza que teremos sucesso no combate a este vírus, bem como evitaremos que o efeito colateral do desemprego venha bater de forma bastante forte em nossas portas. Essa reunião foi muito proveitosa, agradeço de coração a todos os senhores, sempre que for necessário estaremos à disposição”, disse o presidente durante a reunião.

O governador do Acre, Gladson Cameli, lembrou que o estado acumula nesta segunda-feira 17 casos positivos de Covid-19 e que os próximos dias serão definitivos em fazer a diferença de uma contenção ou surto da doença, ressaltando a importância de manter um trabalho alinhado com o governo federal.

“Nós estamos tomando todas as medidas cabíveis do estado nos lugares mais distantes. Estamos cuidando do fechamento das nossas fronteiras com o apoio do Exército e a união do nosso sistema de segurança pública e seguimos todos juntos para vencer esse mal que atinge todas as famílias”, declarou o governador acreano.

Negociações

Governadores do Norte estiverem reunidos com o Planalto por videoconferência Foto: Cedida

Entre as soluções emergenciais para a crise causada pela pandemia do novo coronavírus, nos próximos dias o Planalto irá emitir duas Medidas Provisórias para transferir recursos para fundos de saúde estaduais e municipais. Os R$ 8 bilhões serão transferidos em quatro meses.

A expectativa agora é que com as diversas outras ações para garantir que as perdas econômicas sejam as menores possíveis, governo Federal, Justiça, Congresso, Estados e Municípios juntos construam uma saída estrutural federativa.

Wilson Lima, governador do Amazonas, ressaltou: “Ainda nao temos ideia do rombo que vamos ter, nem as perdas. Isso vai depender muito da quantidade de casos e de que maneira o vírus vai se comportar no estado do Amazonas que já tem 32 casos confirmados. Estamos trabalhando para aumentar estruturas e comprar insumos como equipamentos de proteção individual”.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, completou: “Esse recurso chega num momento bastante oportuno. Nós adotamos todas as medidas possíveis no que se referem às obrigações do estado de Rondônia. Estamos muito próximos do governador Cameli do Acre em todas as ações”.

Os governadores do Norte seguem unidos com o governo federal na luta contra o coronavírus e ainda buscam soluções para outros pontos da Carta de intenções como as renegociações de dívidas com bancos internacionais e públicos, securitização para novas operações de crédito e soluções para as perdas de ICMS e royalties.

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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador

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Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada 

Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.

A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.

A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.

Reação imediata:
  • Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;

  • Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;

  • O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.

Análise do discurso:

A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.

O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.

A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.

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União eleva para 91,9% sua participação no Banco da Amazônia após compra de ações do FGEDUC

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Operação concluída nesta sexta (9) transferiu mais de 10 milhões de ações ordinárias do fundo vinculado à Caixa para o Ministério da Fazenda

O total de ações ordinárias do banco permanece sem alteração no capital social, apenas com redistribuição da titularidade. Banco da Amazônia financia projetos de empresas nos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Foto: Divulgação

O Banco da Amazônia informou na sexta-feira (9) que a União ampliou sua participação acionária na instituição para 91,9% do capital social. A mudança ocorreu após a transferência de 10.427.301 ações ordinárias do Fundo de Investimento FI Caixa FGEDUC Multimercado para o Ministério da Fazenda.

Com a operação, a União elevou sua posição de 73,3% para 91,9% do total de ações ordinárias do banco. O FGEDUC, que detinha 18,6% do capital, deixou de figurar na composição acionária da instituição.

Permanecem inalteradas as participações do BB FGO – Fundo de Investimento em Ações (5,1%) e dos demais acionistas minoritários (3,0%). O total de ações ordinárias do banco segue em 56.058.315 papéis, sem alteração no valor do capital social, apenas com redistribuição da titularidade.

A operação foi comunicada ao mercado e concluída nesta última sexta-feira, reforçando o controle da União sobre o banco de desenvolvimento regional.

Detalhes da operação:
  • Ações transferidas: 10.427.301 ações ordinárias;

  • Participação anterior da União: 73,3%;

  • Nova participação: 91,9% do capital social;

  • Capital total: Permanecem 56.058.315 ações ordinárias, sem alteração no valor do capital social.

Mudança no quadro acionário:
  • FGEDUC (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo) deixou de ser acionista (antes detinha 18,6%);

  • BB FGO – Fundo de Investimento em Ações mantém 5,1%;

  • Demais minoritários seguem com 3,0%.

Contexto e implicações:

O Banco da Amazônia é um dos principais agentes de financiamento ao desenvolvimento regional nos estados da Amazônia Legal. O aumento do controle estatal pode sinalizar uma estratégia do governo federal para direcionar crédito a setores prioritários, como agronegócio, infraestrutura e bioeconomia.

A instituição deverá submeter a nova composição acionária à aprovação do Banco Central e comunicar eventuais mudanças na governança e políticas de crédito.

A saída do FGEDUC encerra uma participação histórica do fundo educacional no banco, enquanto a União fortalece seu poder de decisão sobre os rumos do principal agente financeiro de fomento na região Norte.

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Rio Branco e Adesg empatam no último amistoso antes da estreia

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Foto Sueli Rodrigues: O argentino Dylan(bola) marcou o gol do Rio Branco no amistoso

Rio Branco e Adesg empataram por 1 a 1 neste sábado, 10, no José de Melo, no último amistoso antes da estreia no Campeonato Estadual. Jailson abriu o placar para a Adesg e o argentino Dylan marcou o gol do Estrelão.

Futebol abaixo

Rio Branco e Adesg realizaram um jogo treino muito abaixo do esperado. As duas equipes marcaram forte, mas apresentaram pouco poder de criação com 90 minutos sem muitas oportunidades.

Rio Branco

“A equipe vem em uma crescente, mas precisamos de reforços para elevar o nível técnico. O Rio Branco precisa ter uma equipe com capacidade de lutar pelo título”, declarou o treinador do Rio Branco, Ulisses Torres.

O Estrelão enfrenta o Vasco no sábado, 17, às 15 horas, no Tonicão, na estreia do Estadual

Adesg

“Não gostei do futebol da minha equipe. Existe a necessidade de produzir mais e na última semana de trabalho, vamos fazer esses ajustes”, afirmou o técnico da Adesg, Rodrigo Deião.

O Leão vai jogar contra o Humaitá no sábado, 17, às 17 horas, no Tonicão, no primeiro jogo do Estadual.

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