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Governador prova despesas de mais de R$ 3,5 bilhões relativas a dívidas dos governos do PT

Gladson Cameli, graças a seu trabalho, de sua equipe, do esforço da bancada federal e do apoio sempre presente do presidente Bolsonaro, um pacote de obras está sendo lançado e poderá chegar, até o fim do ano, a mais de R$ 1 bilhão, revertendo as expectativas e recolocando o Acre no caminho do investimento em progresso e nas melhorias de condições de vida para sua população.

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“Em 30 meses de gestão, o governo pagou R$ 3.194.746.357,46, sem considerar R$ 120 milhões relativos ao 13º salário de 2018, que ficou em aberto”

A Tribuna

O governo do Estado divulgou tabela em que diz comprovar que a contenção de investimentos, até agora, na gestão, de 2019 até a metade de 2021, foi provocada pelo pagamento de dívidas e compromissos deixados em aberto pelas gestões anteriores, do PT.

O argumento foi utilizado pelo governador para rebater, esta semana, crítica formulada pelo ex-governador Jorge Viana, que cobrou obras da Administração. Segundo tabela divulgada pela Secretaria da Fazenda estadual, coordenada elo secretário Rômulo Grandidier, nesses 30 meses de gestão, o governo pagou R$, 3.194.746.357,46, sem considerar R$ 120 milhões relativos ao 13º salário de 2018, que ficou em aberto e encargos da gestão passada já quitados.

Só na semana que se encerrou, o governo mostrou que seus compromissos administrativos vêm sendo cumpridos com rigor, destinando mais R$ 255 milhões para pagamento de parcela do 13º já deste ano, rescisões salariais, PDVs e outros direitos do funcionalismo que estavam represados desde 2017.

Mesmo com os mais de R$ 3 bilhões usados para quitar obrigações do governo anterior, há ainda a pagar, R$ 3.437.736.026,03, sem computar o déficit do Acreprevidência a partir de 06/2021, Nesta questão da previdência, o governo recebeu um déficit de pouco mais de R$ 50 milhões por mês, já está em R$ 52 milhões e pode chegar a R$ 60,5 milhões mensais até o fim de 2021.

Gladson Cameli tem afirmado que foi necessário agir com responsabilidade, restaurando a confiança no setor público, cumprir as obrigações, embora reconheça que muito da dívida anterior não possa ser explicitado, permanecendo muitas despesas sem justificativa e com aplicação e destinação injustificada. Diz que isso dificulta ainda mais as ações de quem procura dar transparência aos processos financeiros da administração.

A pagar

Mesmo quitando todos esses compromissos, o quadro não é promissor. Além do déficit crescente mensal da previdência, o estado ainda deve e precisa honrar mais R$ 3.379.908.903,70 de verbas junto a financiadores, mais R$ 57.827.122,33 de retroativos e verbas rescisórias a pagar nos próximos meses, somando um total de R$ 3.437.736.026,03.

O governador Gladson Cameli explicou que a situação financeira do estado, o endividamento era tão preocupante, que seu governo não realizou, até o momento, nenhuma operação de crédito. Está esperando as melhores condições para o refinanciamento das dívidas, que permitam a reorganização das finanças do Acre, abaladas pelo forte comprometimento das garantias, das verbas disponíveis e do patrimônio

Efeito pandemia

Uma questão que pode explicar a aparente limitação de obras, embora o governo destaque ações, como a finalização do Pronto Socorro, os hospitais de campanha e a recuperação de prédios públicos relevantes, como o teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul, é a pandemia, que obrigou a uma contenção severa de recursos.

Os efeitos da pandemia atingiram as receitas próprias, os repasses, as verbas discricionárias e todo o sustentáculo econômico do Estado, a arrecadação de tributos e a geração de emprego e renda. O REFIS realizado pela Secretaria da Fazenda não deu os resultados esperados em função da profunda recessão e da indisponibilidade de capital até para essa vantajosa negociação.

O governador destacou que esse ano, ao contrário de 2020, o Acre ainda não recebeu recursos federais para o combate à COVID, tendo o tesouro estadual que arcar com essas despesas para conter o segundo surto e evitar a terceira onda, exceção para os recursos do SUS.

Ainda assim, diz Gladson Cameli, graças a seu trabalho, de sua equipe, do esforço da bancada federal e do apoio sempre presente do presidente Bolsonaro, um pacote de obras está sendo lançado e poderá chegar, até o fim do ano, a mais de R$ 1 bilhão, revertendo as expectativas e recolocando o Acre no caminho do investimento em progresso e nas melhorias de condições de vida para sua população.

Despesas

Segundo quadro minucioso de despesas, o governo pagou de dívidas junto ao BID o valor de R$ 90.261.789,90, R$ 342.533.212,47 junto ao BIRD – Banco Mundial, R$ 391.312.677,42 junto ao BNDES, R$ 387.407.814,95 ao Banco do Brasil, R$ 125.986.903,68 à Caixa Econômica e R$ 40.173.484,94 junto a outras instituições federais.

Além disso, pagou também R 168.816.596,62 de precatórios atrasados, R$ 66.398.247,56 com fornecedores e ainda R$ 8.855.629,92, de requisições de pequeno valor, especialmente recursos para o pagamento de advogados dativos na capital e interior, de acordo com valores estabelecidos em sentenças judiciais. A isso se soma, também, R$ 1.573.000.000,00 pagos até maio de 2021 pelo déficit mensal de contas da previdência estadual, valor que impacta fortemente na disponibilidade de verba para investimentos.

Mas essa despesa não impediu que o governador cumprisse integralmente seu compromisso de manter em dia o pagamento do funcionalismo, como prova o depósito feito ontem do salário de maio, antes do final do mês, além da antecipação da parcela do 13ª.

Também propiciou o pagamento do passivo trabalhista do governo anterior, que deixou em aberto parte da folha de dezembro de 2028, além do décimo terceiro daquele ano. Também foram pagos grande parte do passivo de retroativos, verbas rescisórias os demitidos na gestão anterior, sendo que o restante está sendo resolvido agora.

O governo do PT deixou de honrar o pagamento dos adicionais de produtividade, da incorporação dos Planos de Carreira e outras vantagens de diversas categorias, que agora cobram posição e resolução do governo estadual, que tem resolvido da maneira possível. Ainda na semana que se encerrou ontem, o governo divulgou cronograma para pagamento de verbas e acertos atrasados, inclusive o PDV da educação, uma das causas da atual greve. O governo tem realizado a convocação do cadastro reserva dos concursos públicos feitos na estão anterior e não honrada.

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Tião Bocalom, inaugura o Mercado Municipal do São Francisco e defende modelo de gestão compartilhada

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, inaugurou o Mercado Municipal do São Francisco, localizado na parte alta da cidade. A obra, avaliada em mais de R$ 1,3 milhão, integra a estratégia da gestão municipal para fortalecer o comércio local e a agricultura familiar. A estrutura deverá começar a funcionar em breve e será gerida por meio de uma parceria com a iniciativa privada.

Durante a inauguração, o prefeito destacou que o mercado atende a uma demanda antiga da comunidade e defendeu o modelo de gestão compartilhada para garantir mais eficiência e sustentabilidade. Ele informou que a prefeitura lançará um edital para escolher a administração do mercado.

Foto: Whidy Melo/ac24horas

Foto: Whidy Melo

Tião Bocalom ressaltou que o mercado foi possível graças a recursos federais com contrapartida municipal e que o novo modelo segue práticas adotadas em outras cidades. Ele enfatizou a necessidade do mercado ser autossustentável, pois os comerciantes precisam gerar renda sem que o poder público arque sozinho com os custos. A nova estrutura foi planejada para oferecer melhores condições sanitárias, principalmente por ser um espaço de comercialização de alimentos.

O vice-prefeito Alysson Bestene destacou que o mercado está inserido no projeto “Produzir para Empregar”, focado na geração de renda pela agricultura familiar. Ele lembrou que a região tem forte vocação comercial e agrícola, com comunidades próximas que agora terão um local adequado para vender seus produtos, fomentando emprego e economia local. O mercado contará com dez boxes comerciais e uma área destinada à feira.

Foto: Whidy Melo/ac24horas

Foto: Whidy Melo

O secretário municipal de Agricultura, Eracides Caetano, reforçou que o mercado amplia as possibilidades de escoamento da produção dos pequenos agricultores, beneficiando cerca de 2.400 famílias cadastradas em programas de apoio à agricultura familiar. Ele destacou o trabalho contínuo da prefeitura na zona rural, com assistência técnica, insumos e apoio logístico gratuitos para os produtores.

Para os moradores, o mercado representa uma conquista importante. O líder comunitário Paulo da Silva Pinheiro, um dos fundadores do bairro São Francisco, ressaltou o impacto positivo no dia a dia da população, citando como exemplo a realização da Feira do Peixe na Semana Santa, evitando a necessidade de deslocamento até o centro da cidade. Ele também destacou a praticidade de ter verduras, legumes e outros produtos à disposição no próprio bairro.

Foto: Whidy Melo/ac24horas

Foto: Whidy Melo

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Jorge Viana lidera rejeição na disputa pelo Senado no Acre, aponta pesquisa Delta

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Levantamento mostra cenário desfavorável para pré-candidato do PT no Acre

A pesquisa divulgada pelo Instituto Delta Agência de Pesquisa nesta segunda-feira (23) sob número do registro TRE AC-08354/2026,  aponta um cenário de alta rejeição para alguns nomes na corrida pelo Senado no Acre.

De acordo com os dados, o ex-senador e ex-governador Jorge Viana aparece como o mais rejeitado, com 23,86% das menções entre os eleitores entrevistados.

Na segunda colocação está o senador Sérgio Petecão, que deve disputar a reeleição, com 17,79%. Em terceiro lugar surge Inácio Moreira, com 15,60%.

O governador Gladson Cameli aparece em quarto, com 10,24%, seguido pelo senador Márcio Bittar, que registra 7,26%.

A ex-deputada federal Mara Rocha soma 5,37% de rejeição, enquanto o deputado federal Dr. Eduardo Veloso aparece com 3,38%.

Os números reforçam que, além da intenção de voto, a rejeição deve ter peso importante na definição do cenário eleitoral nos próximos meses.

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URGENTE: quatro detentos fogem de presídio em Cruzeiro do Sul

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Fuga ocorreu após abertura de buraco na cela; operação de recaptura já foi iniciada

Quatro detentos fugiram do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, após abrirem um buraco na estrutura de uma cela e conseguirem acesso à laje da unidade prisional.

De acordo com o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), a fuga aconteceu no bloco 3 do presídio e foi confirmada na manhã desta segunda-feira (23).

Os foragidos foram identificados como Izaqueu da Conceição Lima, João Paulo Lima de Souza, Railon Rodrigues Lopes e Robson Rodrigues da Silva.

Assim que a fuga foi detectada, uma operação de recaptura foi iniciada, com atuação da Polícia Penal e apoio de outras forças de segurança. Até o momento, não há informações sobre o paradeiro dos detentos.

O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades, que intensificaram as buscas na região.


Nota pública sobre a fuga de quatro detentos em Cruzeiro do Sul

O governo do Estado, por meio do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), informa que foi identificada a fuga de quatro presos da Divisão de Estabelecimento Penal de Cruzeiro do Sul, Bloco 3, Cela 16, na madrugada desta segunda-feira, 23. Os detentos fugiram pela laje da cela, após fazerem um buraco na estrutura.

Estão foragidos:

Izaqueu da Conceição Lima
João Paulo Lima de Souza
Railon Rodrigues Lopes
Robson Rodrigues da Silva

De imediato, iniciou-se a operação de recaptura. A Polícia Penal, junto as demais forças de segurança do estado, estão empregando todos os esforços para recapturar os foragidos.

Marcos Frank Costa
Presidente do Iapen

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