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Acre

Gladson Cameli estima prejuízos à Amazônia com fim de incentivos fiscais da Sudam

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O senador também informou que de 2007 a 2016, os incentivos fiscais administrados pela Sudam beneficiaram 768 empresas em toda a Amazônia

O senador Gladson Cameli (PP-AC) defendeu nesta terça-feira (02) a imediata aprovação da proposta que estende para até 2023 o prazo para a concessão de benefícios fiscais no âmbito da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). De autoria do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), o projeto permite a pessoas jurídicas, com projetos aprovados, o direito à redução de 75% do Imposto de Renda calculado com base no lucro da exploração do empreendimento. O benefício terminaria em dezembro de 2018.

“Falar sobre a Sudam é falar sobre a sustentabilidade dessa vastíssima região, que é a Amazônia. É tocar num tema estratégico não só para o desenvolvimento de nosso país. Sem exagero, é tratar de um tema que tem impacto global, dada a importância da Amazônia para nosso planeta”, enfatizou o parlamentar acreano.

De acordo com Gladson, os incentivos fiscais são um dos mecanismos mais eficazes da superintendência para atrair investimentos à região Norte, juntamente com os recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA). “A Sudam não tem outra finalidade senão a de promover o desenvolvimento includente e sustentável dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, bem como integrar a sua base produtiva regional nas economias nacional e internacional”, enfatizou.

O senador também informou que de 2007 a 2016, os incentivos fiscais administrados pela Sudam beneficiaram 768 empresas em toda a Amazônia com mais de dois mil processos totalizando de R$ 21 bilhões. A medida gerou e manteve cerca de 180 mil empregos diretos e indiretos. “A simples perspectiva que se aproxima, do fim desses incentivos, gera uma incerteza que, por si só, já representa um fator capaz de influenciar negativamente a atração de investimentos. De fato, já temos sentido esses efeitos, com a perda de atratividade para a instalação de novos empreendimentos na região”, alertou.

O PLS nº 656 de 2015, que também irá beneficiar a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), está Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), aguardando parecer do relator, e tramita em caráter terminativo. “É necessário que o período de vigência desses incentivos fiscais seja imediatamente prorrogado em todas as suas modalidades, de maneira a garantir um clima de segurança favorável à promoção de novos investimentos. É essencial darmos a ele a prioridade que merece em função de sua alta relevância para o desenvolvimento da Região Norte”, observou Gladson Cameli.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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