Acre
Gladson Cameli enfrenta teste para manter união do grupo com muitos nomes e poucas vagas ao Senado
Bittar, Velloso, Jéssica Sales e agora Petecão disputam espaço no palanque de Mailza Assis; governador terá que equilibrar apoios para 2026

Surfando na “crista da onda” com uma popularidade invejável, Gladson resolve crises com o carisma que lhe é peculiar. Foto: captada
O governador Gladson Cameli (PP) tem pela frente um desafio político de alto nível nos preparativos para 2026: acomodar uma lista crescente de aliados que desejam uma vaga ao Senado no palanque da pré-candidata ao governo Mailza Assis, enquanto ele próprio também é cotado para uma delas.
Além de Gladson, Márcio Bittar (PL) — chamado pelo governador de “parceiro predileto” —, o deputado federal Eduardo Velloso (União Brasil), a ex-deputada Jéssica Sales (MDB) e, agora, o senador Sérgio Petecão (PSD) manifestaram interesse em compor a chapa. Com apenas duas vagas disponíveis para o Senado, a conta não fecha sem algum tipo de ajuste ou frustração.
Gladson, conhecido por solucionar conflitos com carisma e habilidade negociadora, terá que equilibrar egos e ambições para evitar rachas no grupo que sustenta a candidatura de Mailza. Até agora, ele sempre conseguiu desatar nós políticos, mas a complexidade desta equação será um teste decisivo para sua liderança na reta final do mandato.
O desfecho dessa articulação definirá não apenas a composição das candidaturas ao Senado, mas também a força da coalizão que tentará eleger Mailza e manter a influência do grupo de Gladson no cenário nacional.
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Humaitá joga contra o Porto Velho na estreia do Brasileiro
O Humaitá enfrenta o Porto Velho neste domingo, 5, a partir das 16 horas, na Arena da Floresta, na partida de estreia no Campeonato Brasileiro da Série D. O Tourão não vem de boas campanhas nos torneios nacionais e terá uma estreia difícil.
Humaitá
A diretoria do Humaitá resolveu diminuir os investimentos e a base da equipe será formada por jogadores Sub-20. O técnico Eriano Santos acredita na possibilidade de realizar uma boa campanha e lutar por uma vaga na segunda fase.
Porto Velho
Depois de ser eliminado na semifinal do Estadual de Rondônia, a diretoria do Porto Velho resolveu contratar reforços. Ismael, Álvaro, Carlos Eduardo, Willian Viana e Eduardo foram regularizados e são opções importantes fora de casa.
No apito
Jean Marcel Latorraca, do Mato Grosso, apita Humaitá e Porto Velho. Os acreanos Antônio Neilson e Roseane Amorim serão os auxiliares.
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Pedro Pascoal deixa PL, se filia ao PSDB e mira disputa à Câmara Federal
Mudança ocorre após enfraquecimento da chapa liberal; decisão teria aval de Gladson Cameli e apoio de aliados próximos
O ex-secretário de Saúde Pedro Pascoal decidiu mudar de partido nos últimos minutos deste sábado (4) e se filiou ao PSDB, após avaliar o enfraquecimento da chapa do PL no Acre.
A decisão veio na esteira da saída de Leila Galvão para o União Brasil, movimento que teria impactado diretamente a composição do grupo liberal no estado.
De acordo com informações do jornalista Marcos Vinícios, do site ac24horas, Pascoal teria recebido o aval do governador Gladson Cameli, que, mesmo fora do estado, em Manaus, sinalizou apoio ao ex-secretário.
Nos bastidores, a decisão também estaria relacionada às recentes movimentações da vice-governadora Mailza Assis, que vem articulando mudanças na estrutura do governo durante o processo de transição administrativa. Essas articulações, segundo relatos, teriam causado desconforto por destoarem de declarações anteriores do próprio governador.
Além do respaldo de Gladson Cameli, a pré-candidatura de Pedro Pascoal à Câmara dos Deputados também conta com o apoio do prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, que mantém relação próxima com o ex-secretário.
Com a filiação, Pascoal passa a integrar a chapa federal do PSDB, que reúne nomes como João Marcos Luz, o pecuarista Marcelo Moura, Marcelo Dias, além de Kellen Bocalom, ligada ao grupo político do ex-prefeito Tião Bocalom. O professor Roger também aparece entre os cotados para disputar uma vaga na Câmara Federal.
A movimentação reforça o cenário de rearranjos políticos no Acre, com foco nas eleições e na disputa por espaço no Legislativo federal.

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