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Gladson Cameli convoca mais 92 aprovados do cadastro de reserva da Polícia Militar

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Dando continuidade aos avanços na Segurança Pública, o governador Gladson Cameli fez o chamamento de mais 92 aprovados do cadastro de reserva da Polícia Militar do Acre (PMAC), nesta sexta-feira, 17, durante solenidade realizada no Palácio Rio Branco. A lista dos convocados foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado.

Nesta sexta-feira, 17, o governo do Estado fez o chamamento de mais 92 aprovados do cadastro de reserva da Polícia Militar Foto: Marcos Vicentti/Secom

Em um compromisso com as forças policiais, a administração de Gladson Cameli, em menos de três anos,  já chamou cerca de mil novos aprovados em cadastros de reserva de concursos públicos para reforçar os quadros das polícias Militar e Civil. Somente na PM, são 536 convocações, um verdadeiro marco para a instituição centenária.

Ao fazer uso da palavra, o chefe do Poder Executivo lembrou da promessa firmada junto aos aprovados dos concursos da Segurança Pública e do grande esforço do governo acreano para assegurar as contratações em obediência aos princípios da legalidade e sem qualquer risco fiscal ao Estado.

“Eu acompanhei a luta desses jovens e respeito a determinação de cada um deles por irem atrás de um direito, que é deles. Conseguimos vencer mais um desafio e quem ganha com isso é a nossa população, que contará com policiais militares preparados para combater a criminalidade”, argumentou Cameli.

Gestão do governador Gladson Cameli tem feito história na área da Segurança Pública. Em menos de três anos, já são cerca de mil convocações para reforçar os quadros das forças policiais acreanas Foto: Marcos Vicentti/Secom

Após o período de matrículas, entre os dias 20 de setembro e 15 de outubro, a expectativa do governo do Estado é que a aula inaugural do Curso de Formação de Soldado (CFSD) ocorra no início de novembro, com duração de nove meses. Os futuros policiais atuarão nas ruas de maneira ostensiva no segundo semestre de 2022.

“Essa convocação é muito importante para suprir a demanda dos policiais que estão indo para a reserva remunerada e esta é a forma de repor o nosso efetivo. Esperamos realizar uma nova convocação do restante do cadastro de reserva até o início do próximo ano”, destacou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo César Gomes.

Comandante-geral da PM espera nova convocação do cadastro de reserva até o início de 2022 Foto: Marcos Vicentti/Secom

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cezar Rocha dos Santos, recordou de sua atuação na PM do Acre por quase três décadas e falou sobre a relevância da categoria para a manutenção da paz e da ordem. “A profissão policial militar não é um emprego, mas um sacerdócio e um casamento não só com a instituição, mas com a sociedade, que nos delega a responsabilidade de regular as relações sociais”, expôs.

Segundo o deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa, Pedro Longo, a convocação de novos profissionais para a Segurança Pública também é tratada com prioridade pelo parlamento acreano. “Essa é uma causa dos 24 deputados estaduais. Sempre quando tratamos desta assunto nas sessões, todos nós estamos unidos pelo bem do nosso estado”, comentou.

A solenidade contou também com a presença do procurador-geral do Estado, João Paulo Setti; do secretário adjunto de Planejamento e Gestão, Victor Bonecker; e dos deputados estaduais José Bestene e Cadmiel Bomfim (representado por Luzivan Aguiar).

“Graças ao governador Gladson Cameli, este sonho está se tornando realidade”, diz convocada

Maísa Dias representou os convocados na cerimônia. Ao todo, são 74 homens e 18 mulheres. Em sua fala, ela demonstrou sua expectativa e disse que o momento era bastante aguardado por todos. A futura policial militar aproveitou ainda para fazer um agradecimento especial ao governador Gladson Cameli.

“Hoje é um dia muito especial para mim, meus colegas e nossas famílias. Quero agradecer, especialmente, ao governador que, desde o início do seu mandato, firmou o seu comprometimento com o cadastro de reserva da PM. Graças a ele, este sonho está se tornando uma realidade”, pontuou.

Douglas Oliveira, Maísa Dias e Arthur Albuquerque estão entre os 92 convocados do cadastro de reserva da Polícia Militar Foto: Marcos Vicentti/Secom

No próximo ano, Arthur Albuquerque deverá ser mais um integrante de sua família a ingressar nas fileiras da PM. O jovem de 23 anos de idade garante estar disposto a oferecer o melhor de si para servir e proteger a sociedade do Acre. “Muitas vezes, o serviço de um policial é se sacrificar em prol da segurança e da garantia de direitos dos cidadãos. Esperem não só de mim, mas de todos os convocados, total abdicação para que possamos cumprir nossa missão”, frisou.

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Trabalho investigativo da Polícia Civil resulta em pena de mais de 11 anos por tráfico e associação

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira, 17, oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher com as iniciais, J.R.S., de 31 anos à época dos fatos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.

Investigação da PCAC resulta em condenação por tráfico, associação criminosa e posse de munição no Acre. Foto: cedida

As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.

No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico da PCAC, por meio da Delegacia-Geral, que atuou de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.

Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral, no enfrentamento ao tráfico.

Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.

Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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PM evita “tribunal do crime” em Marechal Thaumaturgo e resgata três vítimas mantidas em cárcere

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Quatro suspeitos foram detidos; grupo pretendia julgar e punir vítimas por furto de celular; anotações apontam cobrança de dívidas do tráfico

Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos. Foto: captada 

Uma ação rápida da Polícia Militar evitou o que poderia terminar em violência grave na tarde desta terça-feira (17), no município de Marechal Thaumaturgo, no Vale do Juruá. Quatro pessoas foram detidas suspeitas de participação em um chamado “tribunal do crime”, prática ilegal associada a facções criminosas.

Segundo informações repassadas pela PM, os agentes chegaram até o local após denúncia. Ao se aproximarem do imóvel, no bairro Poeirinha, houve uma tentativa de fuga em massa. Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos.

No interior da casa, três pessoas eram mantidas contra a própria vontade. Elas estavam sendo acusadas de envolvimento no furto de um telefone celular e aguardavam a decisão do grupo, que, conforme apurado, previa punições físicas como forma de “disciplina” .

Entre as vítimas, estava uma mulher que havia ido ao local na tentativa de proteger o irmão. Mesmo afirmando acreditar na inocência dele, ela chegou a se comprometer a arcar com o prejuízo do aparelho desaparecido para evitar agressões .

Suspeita confessa participação em facção

Durante a abordagem, uma das suspeitas assumiu participação na organização criminosa e relatou que teria recebido ordens para conduzir o “julgamento”. Ela também revelou atuar na cobrança de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas na região. Com ela, os policiais encontraram anotações que somavam mais de R$ 7 mil em débitos atribuídos a terceiros .

Dois adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos. Todos, juntamente com as vítimas, foram encaminhados à delegacia da cidade para os procedimentos legais .

Alerta da PM

O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar reforçou a importância da participação da população no combate ao crime, destacando que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 190 .

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Polícia Civil prende mulher condenada a mais de 11 anos por tráfico de drogas e associação criminosa em Manoel Urbano

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Investigação teve início em 2023 com denúncias anônimas; durante busca, foram apreendidas cocaína, crack, munições e carabina adulterada

A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição. Foto: captada 

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira (17), oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher identificada pelas iniciais J.R.S., de 31 anos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.

As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.

Apreensões

No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico dos oficiais de polícia civil, que atuaram de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.

Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre no enfrentamento ao tráfico.

Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.

Pena

Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.

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