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Fundação Argentina pede que seu governo esclareça despesas em Evo

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O ex-presidente esteve envolvido em pelo menos dois episódios polêmicos: quando ele chamou para armar “milícias armadas” e quando ele disse que falou para “os militares”.

Erika Segales / La Paz

A Fundação Apolo da Argentina solicitou ao governo Alberto Fernández que informe se esse Estado tem ou teve alguma despesa devido à presença do ex-presidente Evo Morales, ex-vice-presidente Álvaro García Linera e ex-ministra da Saúde Gabriela Montaño.

“Solicitamos informações públicas sobre quanto e quanto gastamos com os argentinos pela presença de Evo Morales, Álvaro García Linera e Gabriela Montaño no país”, publicou a Apolo Foundation em suas contas nas redes sociais. A agência, por sua vez, pediu para saber qual é a condição das três ex-autoridades, ou seja, sejam asiladas ou refugiadas.

O pedido foi feito por escrito ao Ministério de Relações Exteriores e Comércio Internacional e Adoração daquele país. Apolo pede para especificar o valor, a data e o conceito dos pagamentos feitos, se o Estado argentino fizer desembolsos para as três ex-autoridades bolivianas.

“Este pedido está enquadrado na necessidade de saber se os argentinos, além de abrigar pessoas que não respeitam as instituições da democracia, apóiam economicamente sua estadia no país com nossos impostos. É nosso dever, como cidadãos, informar a sociedade sobre todos os eventos que ocorrem em nosso Estado para maior transparência ”, também afirma uma declaração.

Duas controvérsias em três meses

Evo Morales chegou ao país argentino em 12 de dezembro de 2019 para solicitar refúgio após denunciar perseguição política; No entanto, desde que ele entrou naquele país, ele não parou de atacar o governo de Jeanine Añez e esteve envolvido em pelo menos duas declarações controversas.

Na primeira quinzena de janeiro, por telefone, ele levantou a criação de “milícias armadas” na Bolívia e na Venezuela. A proposta fez com que a União Cívica Radical (UCR), o partido histórico daquele país, se voltasse contra ele e analisasse um pedido de expulsão do ex-presidente boliviano.

“Se eu voltei (para a Bolívia), devemos organizar, como a Venezuela, milícias armadas do povo”, as palavras de Morales foram rejeitadas internacionalmente. Até o governo de Alberto Fernández pediu que ele diminuísse o tom de seu discurso.

A ministra das Relações Exteriores, Karen Longaric, enviou uma carta a seu colega argentino, Felipe Solá, solicitando que o governo argentino repudiasse publicamente as declarações de Morales.

Dias depois, o ex-presidente publicamente retirou uma declaração que ele divulgou em suas redes sociais. “Alguns dias atrás, algumas das minhas palavras sobre a formação de milícias foram divulgadas. Eu os retiro. Minha convicção mais profunda sempre foi a defesa da vida e da paz “, disse ele naquela ocasião.

Depois de um mês dessa controvérsia, em 21 de fevereiro, em uma entrevista coletiva para se referir à sua desqualificação como candidato a primeiro senador por Cochabamba, Morales advertiu que ele mantinha contato com “soldados descontentes”.

“Existem soldados patrióticos que se comunicam com preocupação sobre o que está acontecendo e começam a questionar seus comandantes e esse contato continuará, até onde a direita souber. Eu tenho o direito de me comunicar ”, afirmou ele em entrevista coletiva.

Ele também indicou que foi informado sobre as ações do comando da polícia e afirmou que também havia descontentamento.

A fundação é crítica a Fernández

A Fundação Apolo Bases for Change (Fundação Apolo) foi fundada em 2016 por um grupo de cidadãos comprometidos com a luta contra a corrupção, a transparência e o desenho de melhores políticas públicas para contribuir com o desenvolvimento da Argentina. Sua equipe de ativismo judicial da Fundação Apolo é liderada pelo advogado José Magioncalda.

Alguns meios de comunicação argentinos identificam essa organização como crítica ao governo de Alberto Fernádez e ao Kirchnerismo.

Há um mês, a Fundação Apolo apresentou uma queixa contra Cristina Fernández ao Escritório Anticorrupção (OA), depois que ela disse que havia uma suposta perseguição política contra ela que respondeu a um “componente da máfia” dos ancestrais do ex-presidente Mauricio Macri.

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul

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Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada 

Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.

Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.

A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.

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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

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Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias

O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.

Volta aos treinos

O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.

Aumentar a pressão

A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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