Acre
Forças de segurança fazem curso de Atendimento Pré-Hospitalar Tático em Cruzeiro do Sul

Em Cruzeiro do Sul, 40 agentes das Polícias Militar, Civil e Penal, Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão participando do curso de Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático). As ações, que tiveram início na segunda-feira, 1, no auditório do Ministério Público, seguem até quarta-feira, 3, no quartel do 6º Batalhão da Polícia Militar e outros pontos.
O APH Tático é um atendimento de emergência específico para situações de risco elevado, como combates militares e operações de segurança pública, onde o ambiente é hostil e exige intervenções rápidas para salvar vidas. Foca em protocolos para controlar hemorragias massivas, gerir vias aéreas, e outras condições críticas, visando aumentar a sobrevida da vítima até a chegada a um centro hospitalar. No curso, os profissionais são treinados para atuar em situações de alto risco, aumentando a chance de sobrevivência das vítimas e da própria equipe.
“O objetivo é que nós fiquemos de igual para igual com todos os outros estados de forma que esse conhecimento fique equalizado entre vários setores da segurança pública, de forma que nós possamos ter o nivelamento do conhecimento igual com os outros estados do Brasil. Vai ser um curso bem intenso, de forma que eles fiquem preparados para o dia a dia”, pontua a coordenadora do curso, Jéssica Lima, 2º Sargento do Corpo de Bombeiros do Acre.
O curso, segundo o supervisor Gustavo Epitácio, é produzido pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência, da Secretaria Nacional de Segurança Pública. “Esse curso traz temas relacionados a operar em um ambiente hostil, dando a oportunidade de um policial ou até mesmo de paisanos a uma sobrevida até a chegada de uma unidade de suporte hospitalar. Isso traz uma segurança maior para os policiais. O objetivo do curso realmente é trazer esse conhecimento para que possa ser repassado dentro das corporações. O carro-chefe do curso de APH Tático é minimizar a hemorragia massiva, que é uma das principais causas de morte. Então, a gente trata a hemorragia dando a oportunidade que aquele policial consiga chegar no ambiente hospitalar em condição de ter um retorno da sua saúde”, concluiu.
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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