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Foragido é preso em São Paulo após investigação do MPAC

Um dos criminosos mais procurados com origem no Acre foi preso neste sábado (6) em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Trata-se de Mário Jorge da Silva, conhecido como “Brasiléia” ou “Negão”, apontado como ex-líder da facção Bonde dos 13 e integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).
A prisão foi realizada após um trabalho conjunto do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Acre (MPAC) e do Gaeco de São Paulo, com apoio da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), tropa de elite da Polícia Militar paulista.
Segundo as investigações, Mário Jorge usava documentos falsos em nome de Diego Santos Sousa e foi localizado em via pública após monitoramento. Ele tinha mandado de prisão por homicídio e já acumula condenações definitivas registradas no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).
As primeiras informações sobre o paradeiro do foragido foram levantadas pela Assessoria de Inteligência do Núcleo de Apoio Técnico (NAT) do MP do Acre, que repassou os dados ao Gaeco. A partir daí, as diligências foram articuladas com as forças de segurança em São Paulo.
De acordo com o coordenador do Gaeco no Acre, promotor de Justiça Bernardo Albano, a prisão demonstra a importância da cooperação entre Ministérios Públicos estaduais e forças policiais especializadas no combate às facções criminosas.
“A prisão foi resultado da cooperação entre Ministérios Públicos Estaduais e forças policiais especializadas, estratégia que tem possibilitado avanços no enfrentamento às facções criminosas”, ressaltou.
Segundo o MP, o canal Investigador Cidadão, que recebe denúncias anônimas pelo WhatsApp (68) 99223-1111, tem contribuído para que informações cheguem de forma rápida e segura às autoridades, ajudando a população a participar do enfrentamento ao crime organizado.
Com informações do MPAC
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PRF reforça segurança em trecho bloqueado da BR-364 em Feijó
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PM prende dois homens e apreende menor por furtos de embarcações em Marechal Thaumaturgo
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Polícia Civil divulga relatório com ocorrências da quina carnavalesca no Acre
Os dados foram coletados pelos OIPs do Departamento de Inteligência e compilados pela Coordenação de Estatística e Análise de Dados do DIPC, sob coordenação do delegado Nilton Boscaro

PCAC consolida dados da capital e do interior em relatório do Carnaval 2026. Arte: assessoria/PCAC
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Inteligência, divulgou em seu site oficial (pc.ac.gov.br) o Relatório Estatístico Sintético do Carnaval 2026, com dados consolidados entre 6h do dia 13 e 5h59 do dia 18 de fevereiro. O levantamento apresenta um panorama completo das ocorrências registradas em todo o estado durante a quina carnavalesca, reunindo informações da capital e do interior.
De acordo com o relatório, foram registrados 251 Boletins de Ocorrência, sendo 25 diretamente relacionados às festividades de Carnaval e 226 não vinculados ao evento. No mesmo período, foram instaurados 100 procedimentos investigativos, entre Inquéritos Policiais (IP), Autos de Investigação de Ato Infracional (AIAI), Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO), Boletins de Ocorrência Circunstanciados (BOC) e Verificações de Procedência de Informação (VPI).
Em relação aos crimes graves, o relatório aponta quatro ocorrências, sendo duas tentativas de homicídio e dois casos de estupro, distribuídos entre os municípios de Brasiléia e Rio Branco. Já os crimes contra o patrimônio somaram 30 registros, incluindo furtos e roubos de celulares e veículos. No período, também foram cumpridos 22 mandados de prisão e conduzidas 130 pessoas às unidades policiais em todo o estado.
O levantamento ainda contabilizou 56 ocorrências de violência doméstica e 41 medidas protetivas representadas, além de 157 atendimentos periciais realizados pelas equipes da Polícia Técnico-Científica, abrangendo exames de lesão corporal, necropsias, perícias de trânsito, análises de drogas e outros procedimentos. Os dados foram coletados pelos OIPs do Departamento de Inteligência e compilados pela Coordenação de Estatística e Análise de Dados do DIPC, sob coordenação do delegado Nilton Boscaro.
O delegado-geral da Polícia Civil, José Henrique Maciel Ferreira, destacou que a transparência na divulgação dos números fortalece a confiança da população. “A publicação do relatório estatístico demonstra o compromisso da Polícia Civil com a transparência e a gestão baseada em dados. Esses números nos permitem avaliar estratégias, corrigir rotas e aprimorar o planejamento das ações de segurança em grandes eventos”, afirmou.
Já o diretor do Departamento de Inteligência, Nilton César Boscaro, ressaltou o rigor técnico empregado na consolidação das informações. “Todos os dados foram coletados de forma criteriosa e podem sofrer ajustes conforme o avanço das investigações. Utilizamos recursos visuais como gráficos e mapas para facilitar a leitura e permitir uma análise mais clara dos padrões criminais registrados durante o Carnaval de 2026”, explicou.

Foram registrados 251 Boletins de Ocorrência, sendo 25 diretamente relacionados às festividades de Carnaval e 226 não vinculados ao evento. Foto: captada
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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