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Foragido da Justiça é preso após tentar enganar policiais com nome falso em Rio Branco

Suspeito possuía mandados por homicídio e organização criminosa
O foragido da Justiça Eduardo Miranda da Costa, de 29 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (19) no bairro Vila Acre, Segundo Distrito de Rio Branco, após tentar enganar a polícia fornecendo um nome falso durante uma abordagem.
Policiais militares do Tático do 2° Batalhão realizavam patrulhamento de rotina quando avistaram o suspeito em frente a uma residência. Ao perceber a presença da guarnição, ele tentou fugir e se esconder dentro da casa, levantando suspeitas.

Os agentes cercaram o local e abordaram o homem, mas não encontraram nada ilícito com ele. No entanto, ao consultar o sistema policial, perceberam que as informações fornecidas não coincidiam. Após insistência, ele revelou sua verdadeira identidade, e os policiais constataram que havia dois mandados de prisão contra ele: um por envolvimento com organização criminosa e outro por homicídio.
Diante da situação, Eduardo Miranda não resistiu e foi conduzido à Delegacia de Flagrantes para os procedimentos legais. Ele deverá passar por audiência de custódia antes de ser encaminhado ao Presídio Francisco de Oliveira Conde.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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