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Filho de ex-prefeito do TO é procurado por agredir e perseguir ex-namorada no Pará
Ruhan Teixeira de Oliveira, de 32 anos, é alvo de mandado de prisão preventiva por violência física e psicológica, stalking, e divulgação de conteúdo íntimo; Polícia Civil divulgou cartaz de procurado.

Montagem: AF Notícias
O cirurgião-dentista Ruhan Teixeira de Oliveira, de 32 anos, filho do ex-prefeito de Carmolândia (TO), Antônio Teixeira Neto, está foragido após ter a prisão preventiva decretada no Pará. Ele é investigado por uma série de crimes contra a ex-namorada, uma jovem de 24 anos, incluindo agressão física e psicológica, perseguição, injúria e divulgação de imagens íntimas.
De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito utilizava transferências bancárias via PIX para continuar as ofensas mesmo após o término do relacionamento, enviando pequenos valores com mensagens ofensivas, como “vagabunda”, “carniça” e “acompanhante de luxo”. Tais atitudes são enquadradas como injúria e stalking (perseguição).
Em depoimento, a vítima relatou ter sofrido agressões físicas durante uma viagem em 2024, quando foi enforcada, teve os cabelos puxados e o rosto pressionado contra o freio de mão do carro. Após o episódio, ela terminou o relacionamento e se mudou para São Félix do Xingu (PA), mas continuou sendo alvo de ameaças, perseguições e de suposta divulgação de conteúdo íntimo. Com os perfis nas redes sociais bloqueados, o acusado teria intensificado o uso de transferências bancárias como forma de manter os ataques.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) do Pará, que apura os crimes de lesão corporal, injúria, difamação, stalking, divulgação de imagens íntimas e descumprimento de medida protetiva.
A Polícia Civil do Pará divulgou um cartaz com a foto de Ruhan e solicita que informações sobre seu paradeiro sejam repassadas de forma anônima às autoridades.
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.
Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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