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Facções no Acre cobram mensalidades de R$ 150 de traficantes e R$ 50 de ‘sócios’
Reportagem mostra bastidores dos crimes; ouvimos alguns jovens acreanos envolvidos no esquema criminoso

Um revelou que apesar de rivais, as duas têm algo em comum: cobram mensalidades fixas de seus integrantes, dinheiro usado para financiar o crime com armamentos e munições – Foto internet
REDAÇÃO CONTILNET
Em meio a guerra de facções que assombra o estado do Acre e que ceifa diariamente a vida de jovens envolvidos com o crime, a reportagem obteve informações de como funciona os bastidores das duas maiores facções: Comando Vermelho e Bonde dos 13.
Durante a semana, ouvimos alguns jovens acreanos envolvidos no esquema criminoso, porém, para preservar a vida dos informantes, decidimos não identificá-los. Um deles, que vamos chamar de João, revelou que apesar de rivais, as duas têm algo em comum: cobram mensalidades fixas de seus integrantes, dinheiro usado para financiar o crime com armamentos e munições, além de enriquecer os chefes do crime organizado.
João relatou que quando um jovem de um determinado bairro decide entrar para uma das facções, ele automaticamente passa a pagar algo em torno de R$ 50 para a organização e, em seguida, recebe um código de identificação, código esse que é dado por meio do sistema nacional. O dinheiro é pago ao comandante da localidade.
Como funciona no tráfico
Agora, o outro entrevistado, que chamaremos de José, contou que se o cidadão, após um tempo no ramo, desejar abrir sua própria boca de fumo no bairro em que mora, ele tem que primeiro solicitar autorização dos conselheiros. Logo depois, ele precisa desembolsar por mês, cerca de R$ 150 pela venda da droga, além da mensalidade, totalizando R$ 200.
Mas, nesse ramo existem regras cruéis, e quem quiser burlar as normas das facções pode pagar um preço alto. Por exemplo, quem se atrever a montar uma ‘bocada’ sem a devida autorização, poderá ser sentenciado ao tribunal do crime, podendo inclusive, ser executado, ou perder o ponto de droga para o traficante local.
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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero
Sandra Assunção
Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.
Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.
Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.
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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.
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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado
Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.
A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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