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Acre

Faccionados assassinam rival no Acre, filmam e divulgam vídeo nas redes sociais

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A guerra entre as facções Comando Vermelho e Bonde dos 13, volta a amedrontar moradores no município de Senador Guiomard, no interior do Acre.

Na tarde deste domingo (18), a reportagem teve acesso a um vídeo (foi retirado do ar) que mostra a morte de uma pessoa, que já é peça de investigação da Polícia Civil do Acre.

No vídeo é possível ver um jovem, ainda não identificado, possivelmente membro de facção criminosa, amordaçado e sendo morto a golpes de faca, dentro de uma área de mata, por homens que se dizem membros do Bonde dos 13.

As imagens são muito fortes e mostram ainda a vítima com as mãos amarradas para trás e recebendo várias perfurações de faca no peito e na boca. Durante o crime, os bandidos exaltam o nome de uma organização criminosa Bonde dos 13 e citam a facção ao qual a vítima possivelmente é membro, que seria o Comando Vermelho.

Policiais civis de Senador Guiomard confirmaram à reportagem que o vídeo é verdadeiro e que o crime havia acontecido na última semana, em uma área de mata no bairro Democracia.

Os policiais informaram ainda que a vítima ainda não foi identificada e o seu corpo não foi localizado, podendo estar enterrado em alguma cova na área de mata.

“O caso está sob Investigação, sabemos que o crime aconteceu no bairro Democracia e moradores não passaram muitos detalhes por medo de possíveis retaliações da facção que comanda o bairro. Estamos em diligência pela área, mas o lugar é muito grande e até o momento não tivemos êxito em localizar o cadáver. Fazemos um apelo para os moradores que queiram ajudar a elucidar esse caso e passar o local aonde está enterrado o corpo do jovem, é só ligar no número 181, que a sua identidade será mantida no mais absoluto sigilo”, concluiu um dos investigadores da Polícia Civil.

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Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva recupera carga de bebidas roubadas em Rio Branco

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Militares do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (GIRO), da Polícia Militar do Acre (PMAC), prendeu na manhã desta sexta-feira, 27, três pessoas por roubo e receptação. A prisão ocorreu no bairro João Eduardo, sendo encontrado com eles, um caminhão de bebidas roubado.

Informados pelo Centro de Operações Policiais Militares (COPOM) de um roubo a um caminhão de bebidas, Mercedes Benz 710, na Rodovia BR-364, proximidades do Bujari, e que dava conta que estaria no bairro João Eduardo. Os militares, imediatamente, se deslocaram ao endereço repassado.

Ao chegar ao endereço, a equipe visualizou os homens descarregando o veículo em uma residência. Questionado, um dos homens informou que a carga e o caminhão eram produto de roubo. Três homens foram presos e os veículos utilizados no cometimento do roubo apreendidos.

O caminhão e a carga, de grades e fardos de variadas bebidas alcoólicas, refrigerantes, energéticos, entre outros, foi encaminhada e entregue na Delegacia de Flagrantes (Defla).

Foragido da Justiça

Guarnição de Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM) durante patrulhamento de rotina realizou a abordagem a um homem, no bairro Vila Betel. Após consulta criminal via COPOM foi constatado que existia um mandado de prisão em seu desfavor. O homem foi preso e encaminhado a Defla.

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Acre

Contribuintes podem aderir ao Refis com descontos que chegam a 100%

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Com o objetivo de viabilizar a recuperação de empresas prejudicadas pela pandemia da covid-19, o governo do Estado do Acre mantém renegociação de dívida por meio do Programa de Recuperação Fiscal (Refis). Os descontos podem chegar a 100% e parcelamento em até 84 vezes.

A adesão ao Refis pode ser formalizada nos guichês de atendimento da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) ou na Procuradoria Geral do Estado (PGE), até o dia 30 de junho de 2023.

O secretário da Fazenda, Rômulo Grandidier, garante que a intenção vai além da arrecadação, pois cria mecanismos para o fomento do comércio e o aquecimento da economia por meio do fortalecimento do setor produtivo, uma vez que dá às empresas a oportunidade de contratar crédito.

Para débitos já inscritos em dívida ativa, o contribuinte deve procurar atendimento na PGE, presencialmente, no endereço Av. Getúlio Vargas, nº 2820, Bosque; ou por meio do atendimento virtual, pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp 68 3223 3714.

O programa oferece descontos em dívidas com o Estado e evita medidas de cobrança e expropriação, tais como protesto e processo de execução fiscal.

“Desta vez, além da ampliação do prazo para adesão, foi ampliado também o alcance dos débitos fiscais que podem ser negociados no Refis. Os benefícios para o contribuinte são vários, entre eles, a obtenção da certidão de regularidade perante o fisco, levantamento de protestos, suspensão da execução fiscal, bem como o direito de pleitear linhas de créditos e participar de processos licitatórios”, explica o procurador-chefe da Procuradoria Fiscal da PGE, Thiago Torres.

Refis

Contribuinte normal:
– Redução de 95% (multas e juros) para pagamento em parcela única;
– Redução de 85% (multas e juros) para pagamento em 12 parcelas;
– Redução de 80% (multas e juros) para pagamento em 24 parcelas;
– Redução de 75% (multas e juros) para pagamento em 36 parcelas;
– Redução de 70% (multas e juros) para pagamento em 60 parcelas;
– Redução de 65% (multas e juros) para pagamento em 84 parcelas.

Simples Nacional:
– Redução de 100% (multas e juros) para pagamento em parcela única;
– Redução de 90% (multas e juros) para pagamento em 12 parcelas;
– Redução de 85% (multas e juros) para pagamento em 24 parcelas;
– Redução de 80% (multas e juros) para pagamento em 36 parcelas;
– Redução de 75% (multas e juros) para pagamento em 60 parcelas;
– Redução de 70% (multas e juros) para pagamento em 84 parcelas.

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Acre

Empresários apontam alta carga tributária como maior obstáculo aos negócios

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Segundo os dados da Sondagem Industrial de dezembro, da Confederação Nacional da Indústria, no quarto trimestre de 2022 a carga tributária substituiu a falta ou alto custo de matérias-primas como principal problema do setor

Dados da Sondagem Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que, no quarto trimestre de 2022, a elevada carga tributária voltou ao primeiro lugar no ranking dos principais problemas elencados por empresários do setor industrial brasileiro. Com a volta da questão ao primeiro lugar, o alto custo ou a falta de matérias-primas passou para a segunda colocação da lista.

Para o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a Sondagem Industrial do mês de dezembro traz um resultado que já era esperado para o mês. “O alto custo das matérias-primas, que seguia na primeira posição dos primeiros dos principais problemas há nove trimestres, deixou o topo desse ranking de principais problemas, sendo superado por elevada carga tributária, que é um problema recorrente que costuma, inclusive, historicamente, estar nessa primeira posição. Mas por conta de todos os efeitos trazidos pela pandemia, havia sido superada há algum tempo por esse problema de falta e alto custo das matérias-primas”, explica.

Para se chegar ao resultado, foram ouvidos entre os dias 3 e 13 de janeiro, 1.688 empresários. Do total, 694 são de empresas de pequeno porte, 571 de médio porte e 423 de grande porte.

O problema da elevada carga tributária foi assinalado por 32,1% dos empresários industriais, o que representa uma redução de 0,7 p.p. em relação ao trimestre anterior.

Em segundo lugar na pesquisa, o alto custo ou falta de matérias-primas deixou de ser o principal problema após queda pelo sétimo trimestre consecutivo. Já na terceira posição, a demanda interna insuficiente registrou aumento expressivo no último trimestre, chegando próximo aos percentuais pré-pandemia.

Na quarta posição do ranking dos obstáculos apresentados por empresários do setor industrial estão as taxas de juros elevadas, com queda de 1,1 p.p., após seis trimestres consecutivos de alta. Em 2022, foram registradas sucessivas altas no item, com percentuais acima dos 20% em todos os trimestres do ano.

Para finalizar a lista dos principais problemas, está a falta ou o alto custo de trabalhador qualificado, questão que seguia em ritmo de alta nos últimos trimestres. O problema registrou queda de 0,6 p.p. no último trimestre de 2022, sendo citado por 13,8% dos empresários industriais.

 

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