Acre
Evolução das queimadas em 2017 no Acre chama a atenção: focos são o dobro de 2016
A evolução das queimadas no Acre vem ganhando destaque pelo considerável aumento de focos entre 2016 e 2017. A friagem dos últimos dias é sinal de verão forte, com baixa umidade, algo que facilita as queimadas rurais e urbanas. Em 2014, foram 17 registros; em 2015, 25; já em 2016 o número subiu para 69.
Neste ano, até o dia 20 de junho, foram 31 focos – quase metade de todas as ocorrências do ano passado. Entre os Estados da Amazônia Legal, o Amapá tem o menor número de casos. Segundo as informações do Inpe, foram nove neste ano. Já o Mato Grosso lidera o ranking. Ano passado, o Estado registrou pouco mais de 6,2 mil casos. Já, neste ano, foram 4,5 mil.
Em fevereiro, o Ministério do Meio Ambiente definiu um calendário de emergência contra queimadas. No caso do Acre, a data estabelecida foi entre maio e dezembro de 2017. Também estão neste período Tocantins e parte dos estados do Amazonas, Maranhão, Mato Grosso e Pará. A ideia foi preparar localidades específicas para os diversos períodos deste tipo de ocorrência a fim de que possam ser definidas estratégias, como, por exemplo, a contratação de brigadistas.
Fonte: ac24horas.com
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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