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Acre

Estudantes brasileiros denunciam agressões e intimidação em universidade boliviana

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Momento em que os estudantes são coagidos. Imagens foram registradas por celulares que quase foram tomados - Foto:Captura

Momento em que os estudantes são coagidos. Imagens foram registradas por celulares que quase foram tomados – Foto:Captura

Estudantes brasileiros que cursam medicina na Faculdade Nacional Ecológica, na Bolívia estão revoltados com o tratamento que estão recebendo na unidade de ensino ao solicitar documentação de transferência para outra instituição.

Um estudante do Acre informou que vários acadêmicos brasileiros foram agredidos e intimidados por funcionários da Faculdade Nacional Ecológica, que estaria no olho do furacão num escândalo de venda de diplomas de medicina.

“A universidade vem constrangendo os estudantes diariamente. Nós alunos da instituição estamos querendo tirar nossos documentos dessa instituição, pois ela está com a imagem suja perante a opinião pública”, diz Júnior Satto.

Segundo o estudante, a faculdade não esta liberando os documentos de transferência e de forma abusiva usa artifícios jurídicos para manter os alunos na instituição, mesmo que estejam com seus pagamentos de mensalidade em dia.

“De forma arbitrária estão trancando todos os alunos na instituição para que não possam se transferir para outra faculdade. A faculdade esta fazendo atos cruéis, ilegais e intimatórios para não perder alunos”, denuncia o estudante Satto.

O acadêmico relata que na quinta-feira (7), um segurança teria agredido o marido de uma acadêmica de medicina, porque ele estava lendo um panfleto de outra universidade nas dependência Faculdade Nacional Ecológica.

O funcionário identificado como Pascoal agrediu o brasileiro com empurrões e prendeu sua esposa em uma das salas da instituição de ensino, gerando a revolta de outros brasileiros que filmaram o episódio com celulares.

“O funcionário percebeu que estava sendo filmado começou agredir todos que estavam com celular, ameaçando tomar os equipamentos”, dizem os estudantes que fazem um apelo para que autoridades brasileiras intercedam na questão.

“Os estudantes estão fartos da truculência e das arbitrariedades que estão sendo cometidas. Pedimos socorro às autoridades brasileiras, para que possam nos ajudar a retirar nossos documentos desse instituição o quanto antes”

Um vídeo do momento da confusão envolvendo os estudantes brasileiros foi disponibilizado no you tube. Agressões praticadas contra estudantes brasileiros tem se tornado rotineiras nas faculdades do país vizinho.

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Acre

Nível do Rio Acre recua em Rio Branco, mas segue acima da cota de alerta

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Mesmo com queda nas últimas horas, manancial ainda preocupa autoridades; volume de chuva foi baixo nas últimas 24h

O nível do Rio Acre apresentou redução na manhã desta quinta-feira (2), em Rio Branco, mas ainda permanece acima da cota de alerta, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com os dados, às 6h o rio marcou 13,79 metros, indicando queda em relação às medições anteriores. Já às 9h, o nível baixou para 13,70 metros, mantendo a tendência de recuo ao longo da manhã.

Apesar da diminuição, o manancial segue acima da cota de alerta, fixada em 13,50 metros. A cota de transbordo é de 14 metros, o que mantém o cenário de atenção para possíveis elevações.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado na capital acreana foi de 1,20 milímetros, considerado baixo e que contribui para a redução gradual do nível do rio.

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Acre

Páscoa: operação fiscaliza preços e combate abusos ao consumidor no Acre

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O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon) deflagrou, na segunda-feira (30), em todo o estado, a Operação de Páscoa, ação de fiscalização voltada ao período comemorativo, quando cresce a procura por pescados, chocolates e outros produtos típicos da data.

A operação tem como foco o monitoramento dos preços praticados no mercado, a identificação de variações abusivas e o cumprimento das normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC), com ênfase na transparência das informações e na correta precificação.

Os estabelecimentos visitados receberam notificações recomendatórias com orientações para prevenção de práticas abusivas e publicidade enganosa. O chefe do setor de fiscalização do Procon, John Lynneker Rodrigues, ressaltou o caráter educativo da ação. “Nosso trabalho é garantir que o consumidor tenha acesso a informações claras e preços justos, especialmente em períodos sazonais como a Páscoa, quando há maior demanda por determinados produtos. A atuação do Procon busca prevenir abusos e fortalecer a confiança no mercado.”

O gerente de um supermercado visitado na capital, Aludson Pereira, avaliou positivamente a presença dos fiscais. “A fiscalização é fundamental para demonstrar que os preços praticados seguem critérios baseados nos custos de aquisição. Esse acompanhamento também proporciona mais transparência e segurança ao consumidor, que passa a ter a garantia de estar pagando um valor justo”, declarou. A operação segue até o fim do período que antecede a data comemorativa.

Para consumo consciente na Páscoa, o Procon orienta os consumidores a planejar as compras com lista e orçamento definidos; pesquisar preços em diferentes estabelecimentos; avaliar custo-benefício além da marca ou embalagem; conferir validade, composição e peso líquido dos produtos; evitar parcelamentos desnecessários; optar por chocolates em barras, kits ou produtos artesanais; combinar limites de gastos com presentes entre familiares e amigos; e comprar apenas o necessário para evitar desperdício.

Denúncias, consultas e reclamações podem ser feitas pelos telefones (68) 3223-7000 ou 151, pelo e-mail [email protected], pela plataforma consumidor.gov.br ou pelos formulários digitais no site Meu Ac.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.​​​​​​​​​​​​​​​​

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Acre

Hotel deve ser indenizado por falha na instalação de sistema fotovoltaico

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As irregularidades técnicas do equipamento instalado geraram prejuízo ao consumidor, que teve seus direitos garantidos com a imposição de indenização por danos morais e materiais

A 2ª Câmara Cível deu provimento ao pedido de um hotel para que a empresa de energia solar e a distribuidora de energia fossem responsabilizadas pelo atraso na instalação e pelo mau funcionamento do sistema fotovoltaico. A decisão foi publicada na edição nº 7.988 do Diário da Justiça (pág. 5), desta quarta-feira, 1º de abril.

De acordo com as cláusulas do contrato, o prazo para execução dos serviços era de 70 dias e o sistema de compensação geraria 5.000 kWh/mês. Além da extrapolação do prazo, nos dois primeiros meses o sistema apresentou desempenho inferior ao contratado, variando de 679 a 2.513 kWh/mês.

No 1º grau, a sentença tinha condenado as demandadas ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais. Contudo, o hotel recorreu para que os danos materiais também fossem incluídos. Deste modo, as perdas e danos emergentes do inadimplemento contratual foram avaliados à luz do Código de Defesa do Consumidor.

Ao analisar o mérito, a relatora do processo, desembargadora Waldirene Cordeiro, assinalou que o dano material ficou evidenciado pelo pagamento simultâneo do financiamento do sistema e das faturas de energia elétrica durante o período em que o equipamento não operava adequadamente, bem como pelos gastos extras que foram necessários para a correção da falha técnica e foram comprovados nos autos. Portanto, estes também devem ser indenizados, decidiu o colegiado por unanimidade.

Apelação Cível nº 0711563-74.2022.8.01.0001

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