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Estelionatário que deu golpe de mais de R$ 1 milhão em vítimas no Acre e em Rondônia é preso
Polícia calcula que o prejuízo das vítimas seja superior a R$ 1 milhão. Um homem foi preso em Cacoal.

Operação Status cumpriu mandados em Rolim de Moura (RO) e Cacoal (RO) — Foto: PC/Divulgação
Ascom/Policia Civil
Restou comprovado no bojo do inquérito que os criminosos cometeram estelionatos, na medida em que adquiriram carros de luxo sem o devido pagamento, que se deu mediante a entrega de cheques falsificados ou sustados.
Foi deflagrada nesta sexta-feira (9) a Operação Status para cumprir mandados de busca e apreensão em Rolim de Moura (RO) e Cacoal (RO). As investigações foram conduzidas pela polícia de Rio Branco (AC) a partir de crimes praticados na cidade.
Segundo as investigações, há fortes indícios que os suspeitos cometeram crimes de estelionato. Eles adquiriram carros de luxo sem pagar, pois entregavam durante as negociações, cheques falsificados ou sustados.
Ao todo, estima-se que o prejuízo das vítimas seja superior a R$ 1 milhão.
De acordo com a Polícia Civil, depois dos crimes no Acre, os investigados fugiram do estado, mas acabaram sendo identificados em Rondônia.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos dinheiro, ouro, uma arma de fogo e diversos bens considerados incompatíveis com as condições de um dos suspeitos. Um homem foi preso em flagrante em Cacoal por posse ilegal de arma de fogo.
Ação foi organizada pela 2ª Delegacia Regional de Polícia de Rio Branco (PC-AC) e recebeu apoio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (PC-RO).

Operação Status cumpriu mandados em Rolim de Moura (RO) e Cacoal (RO) — Foto: PC/Divulgação
Após a prática do delito, os investigados evadiram-se do distrito da culpa, contudo, as investigações se deram de forma minuciosa e culminou com a identificação, em solo rondoniense, da autoria dos delitos.
Ao todo, estima-se que o prejuízo suportado pelas vítimas seja superior a R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais).
Durante o cumprimento das buscas, foram apreendidos diversos bens incompatíveis com as condições pessoais de um dos investigados, além de quantia expressiva em dinheiro, ouro e uma arma de fogo.
Um investigado foi preso em flagrante delito na cidade de Cacoal/RO, pela prática do crime de posse ilegal de arma de fogo.

A operação é decorrente de investigação policial por crimes praticados na comarca de Rio Branco/AC.
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Polícia Militar já cumpriu 34º mandado de prisão em Cruzeiro do Sul em 2026
Suspeito de homicídio e roubo tentou fugir, mas foi abordado por equipe da ROTAM na região central da cidade
A Polícia Militar do Acre, por meio do 6º Batalhão, cumpriu mais um mandado de prisão na região central de Cruzeiro do Sul, na última terça-feira (24). A ação foi realizada por uma equipe da ROTAM durante patrulhamento de rotina na área comercial, com o objetivo de reforçar a segurança no local.
De acordo com informações do capitão Thales Campos, o suspeito tentou fugir ao perceber a presença da polícia, mas foi abordado. Após consulta, foi constatado que havia um mandado de prisão em aberto pelos crimes de homicídio e roubo. O homem foi conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça.
Segundo a PM, este já é o 34º mandado de prisão cumprido no município somente em 2026. O dado reforça o trabalho contínuo das forças de segurança na região e o compromisso com a redução da criminalidade.

Informações do capitão Campos, o suspeito tentou fugir ao perceber a presença da polícia, mas foi abordado. Após consulta, foi constatado que havia um mandado de prisão em aberto pelos crimes de homicídio e roubo. Foto: captada
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No AC, justiça mantém salários de policial preso acusado de matar homem
A Justiça do Acre decidiu manter o pagamento dos salários do policial civil Elves Gomes de Lima, preso preventivamente e acusado de envolvimento na morte do jovem Antônio Luan Menezes Viana, de 21 anos, em Feijó, no interior do estado. A decisão, publicada na última terça-feira (24), foi tomada por unanimidade pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que negou recurso do Estado e confirmou sentença favorável ao servidor.
O governo estadual tentava suspender a remuneração sob o argumento de que o policial está preso e afastado das funções. No entanto, o colegiado acompanhou o voto da relatora, desembargadora Waldirene Cordeiro, e entendeu que a medida não encontra respaldo legal antes de uma condenação definitiva ou da conclusão de processo administrativo disciplinar.
Segundo o acórdão, a prisão preventiva tem natureza cautelar e não pode ser tratada como punição antecipada. A Corte destacou que a suspensão de vencimentos nessas condições afronta princípios constitucionais como a presunção de inocência, a dignidade da pessoa humana e a irredutibilidade salarial.
Os desembargadores também ressaltaram que o fato de o servidor estar preso e impossibilitado de exercer suas funções não autoriza automaticamente o corte da remuneração. Outro argumento rejeitado foi o de que o auxílio-reclusão poderia substituir o salário, já que o benefício possui caráter assistencial e não se confunde com a remuneração de servidor ativo.
O caso que originou a decisão remonta a setembro de 2024, quando Antônio Luan Menezes Viana foi morto a tiros e um adolescente de 16 anos ficou ferido durante um ataque em via pública no município de Feijó. De acordo com as investigações, as vítimas estavam com amigos quando um carro se aproximou e os ocupantes efetuaram disparos. Antônio Luan foi atingido pelas costas, chegou a ser socorrido e transferido para outra unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.
Dias após o crime, Elves Gomes de Lima foi preso em Rio Branco, suspeito de participação no ataque, junto com outro investigado. A prisão preventiva foi autorizada pela Justiça a partir de investigação conduzida pela Polícia Civil, por meio da Corregedoria-Geral.
O Ministério Público do Acre denunciou os dois acusados em novembro de 2024. Segundo a acusação, eles teriam agido em conjunto, por motivo considerado fútil e com recurso que dificultou a defesa das vítimas. Além do homicídio qualificado, o policial também responde por tentativa de homicídio, fraude processual e por dirigir sob efeito de álcool.
Em 2025, o processo avançou com a realização de audiência de instrução e julgamento, fase em que foram ouvidas testemunhas e produzidas provas. O caso ainda pode ser submetido ao Tribunal do Júri.
Com a decisão do TJAC, o policial seguirá recebendo salários enquanto não houver condenação penal definitiva, com trânsito em julgado, ou a conclusão de eventual processo administrativo que determine a aplicação de sanção.
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Foragido do presídio Manoel Neri é recapturado em Cruzeiro do Sul

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