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Escolas particulares no Acre iniciam ano letivo de 2021 com ensino presencial nesta segunda (25)
Sindicato das Escolas Particulares disse que três escolas começaram ano letivo nesta segunda já com ensino presencial e remoto. Outras duas devem voltar no dia 1º de fevereiro e as demais sindicalizadas até o dia 8 de fevereiro.

Escolas particulares no AC iniciam ano letivo de 2021 com ensino presencial nesta segunda (25) — Foto: Arquivo pessoal
Por Iryá Rodrigue
Ao menos três escolas particulares iniciaram o ano letivo de 2021 com aulas presenciais e remotas nesta segunda-feira (25).
Outras duas devem começar no dia 1 de fevereiro e as demais sindicalizadas retomam as atividades, com ensino híbrido até o dia 8 de fevereiro.
A informação foi confirmada pela vice-presidente do Sindicato das Escolas Particulares, Elândia Dantas.
Para esse retorno presencial, as escolas tiveram que passar por uma adaptação, seguindo o que determina o decreto governamental que trata sobre as regras para essa retomada. Os profissionais passaram por treinamento ofertado pelas vigilâncias sanitárias municipais e estadual e os pais foram consultados sobre qual modalidade os filhos adotariam, se presencial ou remota.
Cada instituição teve ainda que instituir um comitê para elaboração do planejamento de retomada e o documento precisou ser entregue aos Conselhos Municipais de Educação e ao Conselho Estadual de Educação.
Logo após o decreto governamental que autorizou o retorno das aulas presenciais, em novembro do ano passado, ao menos 16 escolas voltaram com a modalidade de ensino híbrido e as demais permaneceram com o ensino à distância.
“Voltaram seguindo o decreto. Estamos na segunda fase, com 30% da capacidade, os devidos cuidados de distanciamento, uso obrigatório de máscara. Tudo isso já foi trabalhado naquele retorno em novembro, quando a Vigilância Sanitária deu treinamento para todos os colaboradores de escolas privadas. Tivemos treinamento tanto com a rede municipal como estadual. Também passamos por vistoria, recebemos a vigilância, junto com o Ministério Público que foram nas escolas averiguar se as instituições estavam cumprindo com o que o decreto pedia”, informou Elandia.

Ao menos três escolas particulares iniciaram o ano letivo de 2021 com aulas presenciais e remotas nesta segunda (25) — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Formato de rodízio
O diretor de uma das escolas que começou o ano letivo nesta segunda (25) com aulas presenciais é Peterson Cunha. Ele disse que desde semana as aulas retornaram, porém com ensino remoto ainda, e que nesta segunda os estudantes foram recebidos no colégio com todos os protocolos.
Nestas primeiras semanas, os alunos vão passar por revisão e em fevereiro é que começam os conteúdos do ano letivo de 2021. Segundo ele, do total de mais de 600 alunos, cerca de 400 os pais optaram pelo ensino presencial.
Para a adaptação, a instituição separou as turmas e organizou para que os estudantes possam ir até a escola em dias alternados. A média de alunos em cada sala fica de seis a 10.
“Começamos hoje com o ensino infantil, do maternal, pré 1 e pré 2. Na primeira semana foi ainda tudo virtual e hoje começamos a receber os alunos de forma presencial. Aqueles que optaram por ensino remoto, vão continuar sendo assistidos pelas plataformas. A maioria optou por presencial, então vamos trabalhar em formato de rodízio. Os alunos do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio voltam na quarta-feira [27] com esse mesmo formato”, afirmou o diretor.
Inicialmente, o decreto condicionava que a autorização para o retorno presencial só se aplicaria para as regionais que estivessem classificadas nos níveis de atenção, representado pela bandeira amarela, ou de cuidado, pela cor verde. No entanto, em dezembro o decreto foi editado e a retomada passou a ser autorizada desde a fase laranja, que é de alerta.
Atualmente, a regional do Alto Acre está na faixa vermelha e do Baixo Acre e Purus, que inclui a capital Rio Branco, está na faixa laranja. Já a regional Juruá/Tarauacá está na amarela.
Cronograma na rede estadual de ensino
Os mais de 160 mil alunos da rede pública estadual devem voltar às salas de aulas no mês de março para conclusão do ano letivo de 2020. A previsão foi confirmada pelo secretário Estadual de Educação, Mauro Sérgio, em entrevista ao Jornal do Acre.
As aulas presenciais na rede pública estão suspensas desde o dia 17 de março do ano passado, na semana em que o Acre confirmou os três primeiros casos de Covid-19. Desde então, os alunos têm acesso ao conteúdo escolar pela internet por videoaula, pelo rádio com audioaula, pela televisão e também pelo material impresso adquirido nas escolas.
Em meio à pandemia, os alunos da rede pública estadual concluíram em 2020 os 1°, 2° e 3° bimestres, por meio do ensino remoto. Agora, eles e os professores estão em recesso. Conforme o cronograma, no início de fevereiro deste ano as aulas vão voltar ainda de forma remota para os últimos ajustes e em março, ainda para a conclusão do 4° bimestre do ano letivo de 2020, os alunos voltam a ter aulas presenciais.
Nesse primeiro momento, segundo o secretário, as aulas vão ocorrer de forma híbrida. As salas vão ser divididas por lista de chamadas, para evitar aglomeração e garantir o distanciamento sociais.
No mês de abril, as escolas voltam a ter recesso, agora para que sejam realizadas as matrículas e rematrículas dos estudantes. Ainda de acordo com o cronograma, no mês de maio é iniciado o ano letivo de 2021, com aulas presenciais.
O secretário informou ainda que a previsão é que a conclusão do ano letivo de 2021 ocorra em dezembro, ainda com sistema de 800 horas/aula no lugar de 200 dias letivos, o que foi flexibilizado por conta da pandemia.
Aulas na capital
A Secretaria de Educação de Rio Branco (Seme) divulgou, no último dia 20, o calendário para a conclusão do ano letivo de 2020. As aulas retornam no dia 8 de fevereiro de forma presencial para mais de 1,8 mil alunos do 5º ano do ensino fundamental.
Os alunos do ensino infantil, que abrange creches e pré-escola, seguem com as aulas remotas. O calendário escolar de 2020 vai ser concluído em abril. O ano letivo de 2021 começa logo em seguida, no mês de maio.
A rede de ensino municipal tem aproximadamente 25 mil alunos, com idades entre 0 a 10 anos. O calendário estudantil da rede estabelece 800 horas de ensino, mas, destas, apenas 320 horas foram cumpridas até o momento e de forma remota.
A retomada das aulas e demais atividades presenciais será opcional para as instituições e unidades de ensino, podendo ser iniciada de modo gradual e paralelo ao ensino remoto. Para o retorno, as instituições devem cumprir com os protocolos sanitários.
Fases para retomada das aulas presenciais
- Primeira fase: pode ter início a partir de 16 de novembro de 2020. Nesta fase será permitida a retomada parcial das aulas e demais atividades presenciais do 5º e 9º anos do ensino fundamental; 3º ano do ensino médio, bem como educação infantil; creches; alunos com vulnerabilidades; alunos com dificuldade de aprendizagem e/ ou acesso ao ensino remoto; e atividades práticas laboratoriais do ensino superior.
- Segunda fase: pode ter início 21 dias após o dia 16 de novembro, e na qual serão permitidas, em maior grau do que na primeira fase, a retomada das aulas e demais atividades presenciais das séries previstas na fase anterior, assim como a retomada parcial das demais séries do ensino fundamental e médio.
- Terceira fase: pode ter início 60 dias após o dia 16 de novembro, e na qual serão permitidas, em maior grau do que na segunda fase, a retomada das aulas e demais atividades presenciais do ensino fundamental e médio, assim como a retomada das aulas e demais atividades presenciais das escolas técnicas e de ensino superior.
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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada
O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.
O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.
A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.
Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.
Situação em outros estados e capitais
Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.
Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Incidência, mortalidade e dados de 2026
Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.
A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.
Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.
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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul
Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada
Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.
Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.
A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.
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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias
O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.
O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.
Volta aos treinos
O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.
Aumentar a pressão
A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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