Cotidiano
Entrega de cesta básica para moradores afetados pela cheia do Rio Acre lota estacionamento de estádio
Expectativa é atender mais de 4,5 mil pessoas de regiões como: Taquari, Cadeia Velha, Cidade Nova, Seis de Agosto, entre outras, neste sábado (16) no Estádio Arena da Floresta.
Por Aline Nascimento, g1 AC — Rio Branco
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Moradores de diversas regiões enfrentam filas para receberem cesta básica e água potável em Rio Branco — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre
A entrega de alimentos para moradores afetados pela cheia do Rio Acre lotou o estacionamento do Estádio Arena da Floresta, no Segundo Distrito de Rio Branco, na manhã deste sábado (16). A expectativa é atender mais de 4,5 mil de regiões como: Taquari, Cadeia Velha, Cidade Nova, Seis de Agosto, entre outras.
O kit entregue é composto por uma cesta básica de 33 quilos e água potável. A ação é feita com ajuda de homens do Exército Brasileiro. Neste sábado, o nível do Rio Acre está com 8,66 metros.
👉 Contexto: O Rio Acre ultrapassou a cota de transbordo, que é 14 metros, dia 23 de fevereiro. Já no dia 29 do mesmo mês, seis dias depois, o manancial atingiu a marca de 17 metros e permaneceu acima da marcação até o dia 8 de março, quando baixou para 16,59 metros.
No dia 6 de março, o manancial alcançou a maior cota do ano – 17,89 metros. A cheia deste ano foi a segunda maior da história desde que a medição começou a ser feita em 1971. A maior cota já registrada é de 18,40 metros em 2015. À época, mais de 100 mil pessoas foram atingidas pela cheia.
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Homens do Exército Brasileiro ajudam na distribuição de cestas básicas — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre
O aposentado José Roberto mora no bairro Taquari e chegou para receber a cesta básica. Uma equipe da Rede Amazônica Acre acompanha a ação e conversou com o morador. Ele relatou que ainda há água na região.
“Outros bairros não estão mais alagados, mas o Taquari continua alagado. Um benefício desse ajuda muito. Fico despreocupado com relação a isso [alimentação]”, contou.
A autônoma Maria Vanda mora no Ramal Menino Jesus, no bairro Taquari, e relatou que se abrigou na casa de uma vizinha quando a água começou a subir.
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Morador mostra cadastro feito anteriormente para receber cesta básica em Rio Branco — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre
“Era uma hora da madrugada quando saímos de dentro de casa com menino e tudo. E os bichos subindo dentro de casa, piolho de cobra e outros subindo. A gente ficou desesperado. Ficamos sem nada, o guarda-roupa virou, o rancho. Pra quem não tinha nada, melhorou bastante”, confirmou.
Também morador do bairro Taquari, o aposentado João Martins da Silva, disse que esperou quase seis horas para ser atendido. “Coloquei as coisas atrás de casa, mas alaga. É só problema. Essa ajuda é do tamanho do mundo, todo mundo quer. As coisas estão difíceis, você vai fazer uma feira é R$ 500 a R$ 600”, lamentou.
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Ana Vanda contou que saiu de casa de madrugada quando a água começou a subir — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre
Mais de 3 mil atendidos
No último domingo (10), famílias de 19 bairros afetados pela enchente do Rio Acre enfrentaram o forte sol e filas de mais de 2 quilômetros para pegar cesta básica, kit de limpeza e água potável.
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Moradores de regiões afetadas pela cheia do Rio Acre receber alimentos e água potável após vazante — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre
A distribuição foi feita em quatro pontos: Central de Abastecimentos (Ceasa), na Estrada Transacreana, bairro Floresta Sul, na Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade (SMCCI), na Estrada da Sobral, no Centro da Juventude, no bairro Cidade Nova e no Estádio Arena da Floresta.
No dia, o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, explicou que as equipes fizeram o cadastro dos moradores anteriormente para que não houvesse tumultos. Durante o cadastro, os moradores foram direcionados ao ponto de entrega.
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Adesg e Vasco ficam no empate em confronto preparatório
Adesg e Vasco empataram por 2 a 2 nesta quarta, 31, no Tonicão, em um confronto preparatório para o Campeonato Estadual. Kitinha e Pedro Careca marcaram os gols do Leão enquanto Catatau e Bryan anotaram para o Vasco. Excelente treinamento Para o técnico Rodrigo Deião, o treinamento foi excelente para a Adesg. “Conseguimos fazer um amistoso forte desde o início e foi possível trabalhar bem …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD Esportes
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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.
A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.
Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.
Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.
Últimos campeões
O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.
Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.
Supercopa Rei
Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.
Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.
A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES
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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado
Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas
Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.
De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.
Trajetória incomum:
Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.
Estilo de gestão:
Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.
Contexto político:
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Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);
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Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;
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Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.
Fé e projeção:
Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.
Desafios:
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Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;
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Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;
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Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.
A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.
A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada


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