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Encontro entre cooperativas e empresários debaterá forma de levar mais produtos regionais aos supermercados locais e nacionais

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Assessoria/EII


A Rede Acreana de Negócios Sustentáveis (RANS), o Earth Innovation Institute (EII) e parceiros realiza nesta quinta-feira, 4, o Encontro de Diálogo para Futuros Negócios de Baixas Emissões do Estado do Acre entre produtores e empresários locais com o propósito de identificar oportunidades comerciais às cooperativas do Acre. O evento será às 8h, no auditório do Hotel Nobile Suítes Gran Lumni.

Durante o encontro cada empresário convidado falará sobre a forma adequada para que os produtos possam chegar ao mercado local com os requisitos necessários para serem comercializados até o consumidor final.

Segundo a coordenadora do programa de tutoria, Dra. Nazaré Macedo, o evento tem como objetivo trazer um diálogo entre os dois componentes.  “Para os produtores é interessante para que possam entender a oportunidade que estão tendo para melhorar cada vez mais os produtos regionais e colocá-los no mercado. Para os empresários, eles terão a oportunidade de conhecer produtos inovadores que existem na região, como a farinha com castanha, por exemplo. Haverá muitos produtos expostos para que todos conheçam as potencialidades da nossa agricultura familiar”, explicou.

Investir em uma economia de baixo carbono não somente contribui para a preservação do ecossistema, mas também é atrativo para os negócios.

De acordo com a coordenadora regional do EII, Elsa Mendoza, o encontro é um momento de mostrar que os pequenos produtores podem produzir em áreas pequenas e podem ser conhecidos como produtos plus. “Isso significa que os produtores estão conservando o meio ambiente e querem oferecer para mercados diferenciados que reconhecem esse valor. Essas cooperativas vêm de todo o Acre, então por que não o mercado local, nacional e internacional assumir e comprar os produtos regionais? É preciso valorizar o que é produzido aqui”, enfatizou Elsa.

Atualmente, o desafio do pequeno produtor é se envolver e ser ator principal deste modelo de mercado, porém só conseguirá ultrapassar esse obstáculo se participar ativamente e tiver oportunidade de conhecer e entender os novos mercados associados a uma economia de baixas emissões.

A RANS está trazendo dez cooperativas, de sete municípios do Acre, e vem fortalecendo os negócios de forma sustentável. “Esse tipo de conexão entre os empreendimentos e produtores ajuda a desenvolver oportunidades de negócios ampliando e agregando valor aos produtos das cooperativas”, enfatizou o representante da Rede, Luzivan de Melo Lopes.

Estarão presentes no encontro 10 cooperativas mostrando seus produtos aos  empresários Adem Araújo (Grupo Araújo), Racene Cameli (Supermercados Cameli/CZS), Beto Moreto (Café Contri), França Frysthm da Silva (diretor operacional do Mercale),além de autoridades do executivo estadual.

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Mensagens sobre suposto sequestro geram alerta e mobilizam moradores em Acrelândia

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Relatos circulam nas redes sociais no início do ano letivo; autoridades ainda não confirmam ocorrências

A circulação de mensagens sobre um suposto sequestro e tentativas de rapto mobilizou moradores de Acrelândia, no interior do Acre, nesta segunda-feira (23), período que coincide com o início do ano letivo de 2026. Os relatos passaram a ser compartilhados principalmente em redes sociais e aplicativos de mensagens.

De acordo com informações divulgadas por moradores, um jovem teria sido levado durante o fim de semana e mantido em um possível cativeiro. A liberação teria ocorrido após familiares pagarem cerca de R$ 16 mil. O caso se espalhou rapidamente pela cidade e gerou preocupação entre a população.

Outro episódio foi relatado por uma mulher nas redes sociais. Ela afirmou que a filha quase foi levada por ocupantes de um veículo modelo Fiat Uno branco, onde estariam dois homens. Segundo a publicação, a mãe percebeu a movimentação, retirou a criança do local e a colocou dentro de casa, impedindo a suposta ação.

Com a volta das aulas nas escolas públicas e particulares, pais e responsáveis passaram a acompanhar os filhos até as unidades de ensino ou organizar deslocamentos em grupo nos horários de entrada e saída. Em aplicativos de mensagens, moradores também compartilham avisos e orientações de segurança.

Até o momento, não há confirmação oficial por parte das forças de segurança sobre os fatos divulgados. A recomendação é que qualquer situação suspeita seja informada imediatamente à Polícia Militar para averiguação e adoção das providências cabíveis.

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Prefeitura institui brasão do Gabinete Militar como símbolo oficial em Rio Branco

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Decreto assinado por prefeito torna obrigatório o uso do emblema em uniformes, viaturas e materiais institucionais

A Prefeitura de Rio Branco instituiu oficialmente nesta quinta-feira (25) o brasão do Gabinete Militar (GABMIL) como símbolo institucional do órgão responsável pela segurança do chefe do Executivo municipal. A medida foi formalizada por meio do Decreto nº 310, assinado pelo prefeito Tião Bocalom (PL).

De acordo com o texto, o Gabinete Militar exerce funções estratégicas ligadas à segurança institucional, à proteção de autoridades e ao apoio às ações integradas de segurança pública no âmbito municipal. A criação do brasão busca conferir identidade visual própria, oficial e padronizada ao órgão, reforçando sua missão e sua vinculação direta ao prefeito.

O decreto estabelece que o brasão é composto por elementos heráldicos que simbolizam tradição, disciplina e força da atividade militar, além de representar a identidade histórica, territorial e administrativa de Rio Branco. O documento também destaca a subordinação hierárquica do GABMIL à estrutura do Poder Executivo Municipal.

A descrição detalhada do símbolo — incluindo cores, versões oficiais e normas de aplicação — consta no Manual de Aplicação do Brasão, anexado ao decreto. O uso passa a ser obrigatório em uniformes, insígnias, viaturas, equipamentos institucionais, dependências físicas e materiais gráficos e digitais do Gabinete Militar.

O texto ainda proíbe a utilização do brasão para fins particulares, político-partidários ou comerciais, bem como em desacordo com as normas estabelecidas. Caberá ao próprio Gabinete Militar zelar pela aplicação, guarda e preservação do símbolo, além de autorizar, quando necessário, seu uso por outros órgãos da administração municipal.

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MPF instaura inquérito para apurar supostas irregularidades em seleção do DSEI Alto Rio Purus

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Denúncias apontam ausência de edital formal e divulgação apenas por meio de redes sociais

Foto: Google Maps

A Procuradoria da República no Estado do Acre instaurou inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no processo seletivo simplificado para bolsistas promovido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Purus, em Rio Branco.

A medida foi formalizada por meio da Portaria nº 1/PR/AC/GABPR3, assinada pelo procurador da República Ricardo Alexandre Souza Lagos.

O procedimento tem como base manifestações encaminhadas à Sala de Atendimento ao Cidadão, que relatam falhas na condução do certame. Entre as principais reclamações estão a suposta inexistência de edital formal com regras claras e previamente estabelecidas, divulgação apenas por meio de material publicitário em formato de folder, ausência de publicação das listas de inscritos — tanto deferidos quanto indeferidos — e inexistência de canal institucional permanente para acompanhamento das etapas do processo.

Segundo a portaria, ao ser questionado, o DSEI Alto Rio Purus informou que o processo teria sido regido por edital elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O órgão também afirmou que as informações foram divulgadas por meio de publicações temporárias na rede social Instagram, no formato “stories”.

Para o Ministério Público Federal, a utilização de publicações efêmeras como principal meio de divulgação pode comprometer princípios constitucionais da administração pública, como publicidade, transparência e controle social, previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

O inquérito civil tem como objetivo verificar a regularidade do processo seletivo, especialmente quanto à existência e validade de edital formal, à observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, além da conformidade dos critérios adotados.

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