Conecte-se conosco

Brasil

Empresários lançam campanha para o fortalecimento da indústria acreana

Publicado

em

Divulgar e incentivar a compra de produtos acreanos, visando fortalecer a indústria local, aumentando receitas, gerando emprego e renda para a população do estado. Esse é o intuito dos empresários integrantes do Sindicato da Indústria de Produtos Alimentares do Estado do Acre (Sinpal), que estiveram na manhã desta terça-feira, 22, reunidos com o governador Gladson Cameli, em seu escritório de apoio, acompanhado do titular da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Anderson Abreu; do diretor da Seict, Ernandes Negreiros; e do secretário da Fazenda (Sefaz), Rômulo Grandidier.

Com o slogan “Indústria Amiga Acreana”, a campanha publicitária promovida pelo Sinpal visa o reconhecimento do consumidor dos produtos de boa qualidade e alta tecnologia feitos no Estado do Acre. Por meio de vídeo promocional, panfletos, banners, divulgação nas mídias sociais e matérias veiculadas pela imprensa e meios de comunicação do governo, o movimento quer divulgar os benefícios de se comprar produtos locais, tornando assim o Estado mais forte e melhorando a vida da população.

Governador Gladson Cameli assiste ao vídeo promocional da campanha “Indústria Amiga Acreana”, promovida pelo Sindicato da Indústria de Produtos Alimentares do Estado do Acre (Sinpal) Foto: Marcos Vicentti/Secom

“Quero a indústria forte, e acredito que a campanha é muito importante para incentivar a compra de produtos regionais. Por isso é válido criarmos condições para fortalecer as cadeias produtivas, beneficiando o desenvolvimento do estado. Podem contar com o nosso governo”, afirmou Gladson Cameli na abertura do encontro, deixando claro o apoio estatal ao movimento e aos empresários que desejam investir no Estado do Acre.

“Vocês [empresários] são guerreiros. Mantiveram-se firmes durante todos esses meses de pandemia. Nós [governo] valorizamos essa dedicação e queremos ser seus aliados”, acrescentou Cameli.

A ideia do movimento é mostrar ao público em geral, de forma simples e objetiva, as vantagens da compra de produtos da indústria acreana, não apenas para os consumidores finais, como também para donos de pequenos e grandes negócios, que revendem as mercadorias. Nos panfletos de divulgação, é apresentada toda a cadeia produtiva beneficiada com a compra, passando por fornecedores, indústrias e funcionários que ganham com a ação.

Empresários do Sinpal com o governador Gladson Cameli e secretários da Seict e Sefaz Foto: Marcos Vicentti/Secom

“O governador foi muito receptivo, sempre apoiou a indústria local. A população em geral deve conhecer a qualidade de nossos produtos, que não deixam a desejar para nenhum outro de fora. A campanha vai nos ajudar nisso, para que os consumidores comprem alimentos de boa qualidade e ainda ajudem no quesito social, beneficiando diretamente famílias e tirando jovens de situações de risco”, afirma José Luiz Felício, presidente da Sinpal.

Para o secretário Anderson Abreu, a campanha tem tudo para ser um sucesso, com estado e indústria local lado a lado: “Com a indústria crescendo, é natural a criação de novos postos de trabalho, e é isso que nós queremos. Fazemos a nossa parte, com incentivos, e estamos sempre abertos ao diálogo para propor novas ações”.

Anderson Abreu, da Seict, acredita no sucesso da campanha Foto: Marcos Vicentti/Secom

Duas ações recentes a serem destacadas do Sinpal são as doações feitas pelo sindicato, durante fases críticas da pandemia do coronavírus, como, por exemplo, de 5 mil litros de álcool 70° e alimentos para UPAs, hospitais e Corpo de Bombeiros, além de 10 mil unidades de equipamentos de proteção individual (EPI) para quem estava na linha de frente de combate ao coronavírus. Outra ação importante foi não demitir funcionários durante a crise causada pela pandemia.

Confira abaixo o vídeo promocional da campanha “Indústria Amiga Acreana”:

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Brasil

Presidente do PT admite que MDB e PSD devem ficar fora da aliança nacional pela reeleição de Lula

Publicado

em

Edinho Silva diz que composição deve se restringir aos estados diante de divergências internas; partido aposta em lideranças regionais e tenta consolidar parcerias com aliados tradicionais.

O PT trabalha sem aliança nacional com MDB e PSD, afirma coordenador da campanha de Lula Inácio Lula da Silva, Edinho Silva, afirmou que o partido já trabalha com a perspectiva de não contar, em nível nacional, com MDB e PSD na coligação. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele reconheceu que as negociações com as siglas devem se restringir aos estados, diante das divergências internas que dificultam um acordo mais amplo.

Apesar das tentativas do entorno de Lula de atrair o MDB — incluindo acenos para a vaga de vice —, Edinho indicou que o cenário aponta para uma composição fragmentada. “Penso que as alianças com o PSD e MDB serão construídas nos estados. Não creio em aliança nacional com esses partidos”, afirmou, ressaltando que é preciso respeitar as “contradições” dessas legendas no plano nacional.

Aposta em lideranças regionais

Ainda assim, o dirigente petista aposta que lideranças regionais desses partidos poderão aderir ao projeto de reeleição. Ele argumenta que o pleito terá peso decisivo sobre o futuro do país e voltou a contrapor o projeto do governo atual ao legado da família Bolsonaro.

“São muitas lideranças desses partidos que sabem o que está em jogo nessas eleições, que a escolha será de futuro, qual o legado que deixaremos para as futuras gerações. O Brasil da família Bolsonaro já sabemos ao que leva”, declarou.

Tensão com aliados tradicionais

Sem novos avanços no centro, o PT concentra esforços na consolidação de alianças com parceiros tradicionais, como o PDT. Nesse campo, porém, enfrenta resistências internas, especialmente no Rio Grande do Sul. No estado, setores do partido rejeitam o apoio à pré-candidatura de Juliana Brizola ao governo local, apesar do acordo nacional com os pedetistas.

Diante do impasse, integrantes da cúpula petista passaram a cogitar uma intervenção na seção estadual. Edinho, no entanto, evitou endossar a medida e disse preferir a construção de consenso. Para ele, o partido gaúcho tem tradição de decisões coletivas e ainda pode se alinhar à estratégia nacional.

O dirigente reforçou que a prioridade deve ser o projeto nacional liderado por Lula e alertou para os riscos de decisões regionais que contrariem essa diretriz. Na avaliação dele, o momento exige unidade para enfrentar o que classificou como ameaça à democracia, defendendo a formação de um campo político amplo.

Próximos passos da campanha

Edinho também destacou que a campanha entra agora em fase decisiva, com o prazo para desincompatibilização de ministros se encerrando nos próximos dias. Segundo ele, integrantes do governo que disputarão eleições deverão defender as realizações da gestão federal em seus estados.

A coordenação política da campanha ficará a cargo de um grupo de trabalho eleitoral do PT, enquanto a comunicação seguirá sob responsabilidade do ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, no governo, e do publicitário Raul Rabelo, na campanha. Edinho afirmou ainda que pretende ampliar o diálogo com lideranças históricas do partido e aliados para estruturar a estratégia eleitoral nos próximos meses.

Comentários

Continue lendo

Brasil

Trump diz que Irã vai liberar mais petroleiros no Estreito de Hormuz

Publicado

em

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o Irã vai liberar a passagem de 20 navios de petróleo pelo Estreito de Ormuz, indicando possíveis negociações de paz.

O que aconteceu

O conflito entre Israel e Irã entrou no segundo mês com novos ataques. Militares israelenses registraram trocas de bombardeios na manhã desta segunda-feira (30).

A guerra também provocou vítimas no Líbano e no Kuwait. Pelo menos seis soldados israelenses ficaram feridos no Líbano no domingo (29), enquanto um ataque iraniano contra uma usina no Kuwait matou um trabalhador indiano.

Os Estados Unidos enviaram forças especiais ao Oriente Médio. Centenas de soldados, incluindo fuzileiros navais, chegaram à região para dar a Trump mais opções militares, segundo autoridades americanas.

O mercado financeiro reagiu à escalada da tensão no domingo (29). Os contratos futuros do índice S&P 500 caíram cerca de 0,5%, enquanto o barril de petróleo tipo Brent ultrapassou a marca de US$ 115.

Impacto global e tentativas de paz

Diplomatas se reuniram no Paquistão para discutir o fim da guerra. Estados Unidos, Israel e Irã não participaram do encontro, e ainda não há evidências concretas sobre avanços nas negociações.

A Austrália anunciou medidas para conter a crise econômica. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, decidiu cortar pela metade os impostos sobre combustíveis durante três meses para aliviar os preços no país.

A ONU (Organização das Nações Unidas) alertou sobre os riscos na região. O ataque que matou um soldado indonésio em uma base no Líbano foi um dos vários incidentes recentes que ameaçam as missões de paz.

Reações de líderes e tensões em Jerusalém

Trump classificou a liberação dos navios pelo Irã como um sinal de respeito. “A decisão mostra que as negociações diretas e indiretas para acabar com o conflito militar estão avançando”, afirmou o presidente americano.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, exigiu respeito ao direito internacional. Ele condenou os ataques no sul do Líbano e pediu proteção rigorosa para as forças de paz.

A polícia de Israel impediu a entrada de líderes católicos na Igreja do Santo Sepulcro. O bloqueio no Domingo de Ramos gerou indignação internacional, mas autoridades israelenses alegaram que a medida visa garantir a segurança.

Comentários

Continue lendo

Brasil

Avião que ia para os EUA faz pouso de emergência em Guarulhos após turbina explodir

Publicado

em

Um avião da Delta Airlines, que seguia para Atlanta (EUA), precisou realizar um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na noite de domingo (29), após a turbina esquerda explodir durante a decolagem. Apesar do susto vivido pelos 230 passageiros a bordo, ninguém ficou ferido.

O problema surgiu logo após o início do voo quando múltiplas explosões foram ouvidas na aeronave. As imagens registradas mostram clarões e fogo saindo da turbina danificada. Em meio à tensão dentro do avião, os passageiros clamavam por segurança enquanto aguardavam o procedimento emergencial conduzido pelo piloto.

Após permanecer cerca de dez minutos no ar para queimar combustível e garantir uma aterrissagem segura, o avião retornou ao solo com auxílio dos serviços aeroportuários especializados em combate a incêndios. A pista foi interditada temporariamente para limpeza dos destroços resultantes das explosões.

A situação causou transtornos aos viajantes devido à suspensão temporária das operações no aeroporto entre 0h e 2h30 desta segunda-feira (30). Muitos passageiros enfrentaram dificuldades adicionais como atrasos na retirada das bagagens e incertezas sobre realocação em outros voos ou acomodações alternativas.

Em nota oficial, a Delta Airlines, confirmou que um problema mecânico no motor esquerdo motivou o retorno inesperado da aeronave ao aeroporto. A empresa destacou seu compromisso com a segurança dos clientes e tripulantes enquanto trabalha para reacomodar todos os afetados pelo incidente.

Testemunhas relataram momentos angustiantes tanto dentro quanto fora da aeronave; moradores próximos também observaram as chamas visíveis nos céus noturnos daquela região metropolitana paulistana.

Comentários

Continue lendo