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Vídeo: manifestantes bloqueiam a BR-364 por 72 horas em Porto velho, Vilhena, Candeias, Ji-paraná, Cacoal; veículos pequenos podem passar

Segundo Polícia Rodoviária Federal, veículos de passeio, ônibus, ambulâncias, veículos transportando cargas perecíveis e motocicletas seguem viagem sem serem parados pelos manifestantes.

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Um grupo de caminhoneiros reunidos em um posto de combustível nesta quarta-feira, 8, localizado às margens da BR-364, no município de Candeias do Jamari (RO), decidiram fechar a BR-364 em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local garantindo todos os direitos, seja o de manifestação ou o de ir e vir.

Segundo informações, o bloqueio será de 72 horas e só será permitida a passagem de caminhões com cargas vivas, alimentos perecíveis, policiais e ambulância, cargas não perecíveis e ônibus e carros estarão bloqueados de passar.

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Em Candeias do Jamari (RO), sentido Porto Velho, somente caminhoneiros que quiserem aderir ao ato voluntariamente ficarão no local. Veículos de passeio, ônibus, ambulâncias, veículos de transportes com cargas perecíveis e motocicletas podem passar pelo trecho normalmente.

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Em uma entrevista ao site Rondoniaovivo, um dos caminhoneiros afirma que o protesto é a favor do presidente Jair Bolsonaro e contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em razão das últimas decisões praticadas pela Corte.

“O STF está tendo hoje um poder ditatorial que quer interferir no Executivo e no Legislativo. O STF quer tirar o direito de ir e vir e nós temos que impedir que o Brasil vire uma Venezuela. Lá eles demoraram a tomar a população e deu no que deu”, afirmou um dos caminhoneiros.

Caminhoneiros fazem manifestações na noite desta quarta-feira (8) na BR-364 em Rondônia. A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na BR-364 em Vilhena (RO), caminhões estão estacionados nas faixas da direita de ambos os sentidos aguardando informações para prosseguir ou recuar com a interdição. O fluxo está mantido nas faixas à esquerda.

Os protestos de caminhoneiros são a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro e contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Cacoal (RO), os manifestantes bloquearam o sentido crescente da via com pneus, cones e latas com diesel e fogo, para iluminação, segundo a PRF. Eles fazem uma espécie de “pare e siga” para evitar congestionamento.

Vejam atualização da PRF às 20h51

Pontos de bloqueio e de concentração de veículos em Rondônia

1º – VILHENA – BR 364 KM 13 AO 14. PONTO DE CONCENTRAÇÃO Caminhões estão estacionados concentrados nas faixas mais a direita de ambos os sentidos aguardando informações para prosseguir ou recuar com a interdição. FLUXO MANTIDO nas faixas a esquerda.

2º – PORTO VELHO – BR 364 KM 691. PONTO DE BLOQUEIO, no sentido crescente. Trânsito liberado apenas para carros de pequeno porte, veículos de emergência, de carga viva e de carga perecível.

3º – CACOAL – BR 364 KM 234. PONTO DE BLOQUEIO – Organizadores bloquearam sentido crescente da via com pneus, cones e latas com diesel e fogo (para iluminação). Estão realizando uma espécie PARE E SIGA para evitar congestionamento. Ideia é de intensificar o bloqueio as 06h00 do dia 09/09/2021.

4º – JI-PARANÁ – REGIÃO DO ANEL VIÁRIO BR 364 aproxim. KM 337 – interdição prevista para as 06h00 do dia 09/09/2021.

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Um dos seis foragidos do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, é recapturado; buscas continuam por outros cinco detentos

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Anderson Galvão da Silva foi localizado por policiais penais; operação integrada com Gefron e Ciopaer segue em andamento na região

Anderson Galvão da Silva, foi encontrado por policiais penais que estão nas buscas pelos foragidos juntos com outras forças de segurança. Foto: captada 

Um dos seis presos que fugiram do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul neste domingo (1º), foi recapturado pela Polícia Penal. O homem, Anderson Galvão da Silva, foi encontrado por policiais penais que estão nas buscas pelos foragidos junto com outras forças de segurança.

A fuga dos seis presos aconteceu no Bloco 8 por volta das 13h30, e as circunstâncias estão sendo apuradas pelas autoridades competentes .

Seguem nas buscas pelos outros cinco presos a Polícia Penal, o Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) e demais forças de segurança do Estado, com atuação concentrada em Cruzeiro do Sul e áreas adjacentes. O helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) está sendo usado nas ações para agilizar a varredura em áreas de difícil acesso.

De acordo com o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), a operação de recaptura foi iniciada imediatamente após a constatação da evasão. O presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, afirmou que todas as forças de segurança estão empregando esforços para localizar os foragidos.

Permanecem foragidos:
  • Tiago Gomes da Silva;

  • Messias Cavalcante Pedrosa;

  • Taisson Gomes de Souza;

  • Bruno do Nascimento Monteiro;

  • Antônio da Silva e Silva.

As autoridades orientam que informações sobre o paradeiro dos foragidos sejam repassadas de forma anônima aos canais oficiais das forças policiais. A fuga ocorre cerca de um mês após uma tentativa registrada no último dia 1º de fevereiro na mesma unidade.

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Moradores de Marechal Thaumaturgo denunciam cobrança de taxas extras para receber botijões do programa Gás do Povo

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Beneficiários relatam pagamento de até R$ 37 em programa federal gratuito; prática é considerada ilegal e pode resultar em descredenciamento de revendedoras

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada 

Moradores do município de Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre, usaram as redes sociais no último domingo (1º) para denunciar que estão sendo obrigados a pagar taxas extras para ter acesso às botijas de gás, através do programa do governo federal, “Gás do Povo”.

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 para ter acesso à botija de gás. “Minha mãe pagou R$ 37”, relatou uma usuária, sendo prontamente acompanhada por outros relatos de cobranças semelhantes feitas por estabelecimentos locais. “Minha amiga da faculdade pagou também”, disse outra.

Os integrantes do grupo de notícias da cidade chegaram a marcar um vereador do município sobre a situação. O parlamentar justificou que o valor cobrado seria pela taxa referente ao “desembarque” do produto, visto que o município é de difícil acesso.

Um outro morador da cidade afirmou que há algo errado, já que se trata de um programa social. “Mas como é um benefício social ainda estão cobrando? Tem algo de errado pode ter certeza”, escreveu.

Regras do programa e ilegalidade da cobrança

O programa Gás do Povo, instituído pela Lei nº 15.348/2026, assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo. A estimativa do governo é atender cerca de 15 milhões de famílias em todo o país até março de 2026.

De acordo com as regras oficiais, a recarga do botijão é totalmente gratuita e qualquer cobrança de “taxas extras” ou “valores complementares” é considerada ilegal e fere as normas estabelecidas pelo programa.

As únicas exceções permitidas são:

  • Taxa de entrega/frete: caso a família opte por receber o gás em domicílio (para evitar essa taxa, o beneficiário pode retirar o botijão diretamente na revenda);

  • Compra do vasilhame: caso a família não possua um botijão vazio para entregar na troca.

O vale garante exclusivamente a gratuidade da recarga do botijão, não cobrindo aquisição de vasilhame nem custos adicionais como a taxa de entrega, quando há opção pelo serviço de delivery.

Como funciona o benefício

Os beneficiários podem utilizar o vale-recarga de três formas principais:

  1. Cartão do Bolsa Família com chip (bancarizado) e senha;

  2. Cartão de débito da Caixa Econômica Federal e senha;

  3. CPF do responsável familiar na maquininha “Azulzinha” da revenda credenciada, com código enviado por SMS.

Famílias com 2 ou 3 pessoas têm direito a 4 recargas por ano (uma a cada 3 meses), enquanto famílias com 4 ou mais integrantes têm direito a 6 recargas anuais (uma a cada 2 meses).

Canais de denúncia

Caso alguma revenda exija pagamento extra além das exceções permitidas, a família não deve pagar e pode registrar denúncia nos seguintes canais:

  • ANP (Agência Nacional do Petróleo): 0800 970 0267 (segunda a sexta, 8h às 20h);

  • Ouvidoria Fala.BR: registro online para o Ministério de Minas e Energia (MME);

  • Disque Social 121, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS);

  • SAC CAIXA: 0800 726 0101.

A fiscalização é rigorosa: revendas que descumprirem as normas estão sujeitas a sanções, multas e descredenciamento do programa.

As denúncias em Marechal Thaumaturgo seguem sendo investigadas, e moradores aguardam posicionamento das autoridades competentes sobre as cobranças irregulares.

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada 

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Ibama intensifica fiscalização e apreende 67 redes durante operação no interior do Acre

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Ação nos rios Moa e Juruá combate pesca irregular no período do defeso e contou com apoio da PM

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) intensificou a fiscalização contra a pesca irregular no Acre e realizou, na última quinta-feira (26), uma operação nos rios Moa e Juruá, no município de Cruzeiro do Sul.

A ação teve como foco coibir práticas ilegais durante o período do defeso, quando a pesca comercial é proibida para garantir a reprodução dos peixes. A operação atendeu a um requerimento do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), que apontou possíveis atividades predatórias na região.

Batizada de Operação Rios Federais, a iniciativa contou com apoio do Comando de Operações Especiais (COE), da Polícia Militar do Acre.

Durante a fiscalização, os agentes apreenderam 67 redes de pesca, algumas com até 50 metros de comprimento. Também foram lavrados autos de infração por prática irregular. As multas para esse tipo de crime variam de R$ 700 a R$ 100 mil, conforme o Decreto nº 6.514/2008, além da apreensão dos equipamentos utilizados.

O chefe da Divisão de Proteção Ambiental do Ibama no Acre e coordenador da operação, Arlan Hudson, destacou a importância da iniciativa para a preservação dos recursos naturais. Segundo ele, ações como essa são fundamentais para manter o equilíbrio ambiental e proteger espécies essenciais para a biodiversidade amazônica.

No Acre, o período de defeso ocorre entre 15 de novembro e 15 de março. Nesse intervalo, a pesca comercial é proibida, sendo permitida apenas a pesca de subsistência, realizada com linha de mão ou vara com anzol, exclusivamente para consumo próprio.

Pescadores profissionais artesanais e amadores que atuam dentro das regras podem exercer a atividade de forma limitada. Aqueles que estão regularmente inscritos têm direito ao auxílio-defeso, benefício pago durante o período de suspensão da pesca, desde que atendam aos critérios estabelecidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

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