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“Ela jogou gasolina e ateou fogo”: homem queimado ao defender esposa relata terror a imprensa de Cobija

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Vítima sofreu queimaduras de segundo grau e família pede ajuda para custear tratamento; agressora pode passar por avaliação de saúde mental

Dona Beatriz Amutari, mãe da vítima, fez um apelo emocionado à comunidade de Cobija: “Meu filho precisa de ajuda para se tratar. Os remédios são caros, e estamos desesperados”. Foto: capada 

Vídeos da TVU Pando

Jaime Lurici Amutari, morador da comunidade de Villa Rosario, vítima de um ataque brutal após intervir para proteger sua esposa de uma agressora desconhecida. Segundo seu relato a imprensa de Pando, uma mulher invadiu sua residência, tentou agredir sua companheira e, quando ele interveio, foi alvejado com gasolina e incendiado. O ataque ocorreu na frente de sua casa, colocando em risco também seus dois filhos menores.

“Eu não conhecia essa mulher. Foi tudo muito rápido. Ela jogou gasolina em mim e ateou fogo”, contou Jaime, que sofreu queimaduras de segundo grau e agora depende de medicamentos caros para sua recuperação. A família, em situação financeira delicada, não consegue arcar com as despesas médicas.

Família pede solidariedade

Dona Beatriz Amutari, mãe da vítima, fez um apelo emocionado à comunidade de Cobija: “Meu filho precisa de ajuda para se tratar. Os remédios são caros, e estamos desesperados”. Ela pede doações para cobrir os custos do tratamento, essencial para a recuperação de Jaime.

O que aconteceu?
  • A agressora teria chegado ao local querendo briga com a esposa de Jaime;
  • Ao tentar apartar a confusão, Jaime foi atingido com gasolina e incendiado;
  • A vítima afirma não conhecer a mulher e demonstra preocupação com a segurança de seus dois filhos menores, que presenciaram o ataque;
  • Jaime sofreu queimaduras de segundo grau e precisa de medicamentos caros para o tratamento.

Em depoimento a imprensa, Jaime relatou que uma mulher não identificada chegou à sua residência, iniciou uma discussão e, em seguida, pulverizou gasolina em seu corpo e ateou fogo. Foto: capada 

A vítima detalhou à imprensa de Cobija como uma mulher não identificada invadiu sua residência, ameaçou sua esposa e, quando ele interveio, pulverizou gasolina em seu corpo e ateou fogo com um isqueiro.

Os filhos assistiram ao ataque

“Minhas filhas, uma de 8 meses e 8 anos estavam a três metros quando isso aconteceu. Graças a Deus consegui empurrá-la e minha esposa os tirou dali”, contou Jaime, visivelmente abalado. A cena ocorreu no quintal da família por volta das 18h30.

Veja vídeo com a mãe de Jaime, onde pede ajuda:

Agressora pode ter problemas de saúde mental

O advogado responsável pelo caso informou que a mulher, acusada de tentativa de homicídio e ferimentos graves, está sob avaliação para verificar possíveis distúrbios psicológicos. O procurador departamental Freddy Durán afirmou que a decisão judicial sobre sua situação sairá nas próximas horas, após audiência cautelar.

Enquanto Jaime luta pela recuperação, a família aguarda justiça e conta com a solidariedade da população para superar esse momento difícil.

Agressora passa por avaliação
  • A suspeita foi detida e acusada de tentativa de homicídio e lesões graves;
  • Autoridades avaliam se ela apresenta problemas de saúde mental;
  • O procurador Freddy Durán informou que a decisão judicial sobre sua prisão sairá nas próximas horas.

A comunidade aguarda justiça enquanto a família de Jaime luta por sua recuperação.

Veja vídeo com advogado:

“Minhas filhas viram tudo”: Pai queimado com gasolina revela trauma familiar e cobra justiça

“Nunca tinha visto essa mulher na vida. Minha maior dor é saber que minhas princesas [uma de 8 meses e 8 anos] presenciaram essa crueldade”, desabafou Jaime Lurici Amutari em entrevista exclusiva, mostrando as faixas que cobrem seu corpo queimado.

A vítima do ataque com gasolina em Villa Rosario, revelou à reportagem novos detalhes emocionantes, veja abaixo.

Veja vídeo entrevista com Jaime Lurici Amutari:

Em nova revelação sobre o caso que chocou Cobija, o Comandante Departamental da Polícia de Pando, coronel Oscar Ruiz, confirmou à imprensa que a mulher acusada de incendiar Jaime Lurici Amutari apresenta indícios de transtorno mental.

Detalhes da investigação:

Identidade revelada: Agressora tem 37 anos e histórico de moradia em ruas
Estado atual: Presa preventivamente no Centro de Detenção Feminino
Provas coletadas: Isqueiro e recipiente de gasolina apreendidos
Laudo em andamento: Peritos têm 10 dias para conclusão do exame mental

“Pelos primeiros relatos e comportamento, há fortes indícios de doença psiquiátrica. Mas isso será determinado oficialmente pelos peritos”, afirmou Ruiz, ressaltando que a condição mental não suspende o processo.

As acusações formalizadas:
  1. Tentativa de homicídio qualificado
  2. Lesões gravíssimas (queimaduras de 2º grau)
  3. Porte ilegal de combustível
Veja vídeo com Comandante de Policia de Pando:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos

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bymuratdeniz/Getty Images
Médico conversando na sala de atendimento e entregando uma receita ao paciente. - receita médica - atestado médico

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).

Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.

De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.

O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.

Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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