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Delegado-geral Henrique Maciel prestigia equipe da Polícia Civil na Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul

Delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. Henrique Maciel, prestigiou a equipe da PCAC durante a Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul. Foto: cedida
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre (PCAC), Dr. José Henrique Maciel, esteve presente na Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, para prestigiar o trabalho da equipe da instituição durante o evento. Na ocasião, o delegado-geral visitou o estande da Polícia Civil, instalado no espaço destinado à Segurança Pública, ao lado da equipe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).
Durante todas as noites da feira, a Polícia Civil esteve presente expondo à sociedade o trabalho desenvolvido em diversas frentes, com destaque para o atendimento prestado pelo ônibus itinerante do Instituto de Identificação, que realizou serviços de emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).
“A presença da Polícia Civil na Expoacre Juruá é uma forma de mostrar à sociedade o trabalho sério, técnico e comprometido que realizamos diariamente. Além da exposição institucional, aproveitamos esse momento para oferecer serviços essenciais à população, como a emissão da nova carteira de identidade. É também uma oportunidade de estreitar os laços com a comunidade e valorizar o esforço dos nossos servidores, que não medem esforços para garantir a segurança e cidadania no Acre”, afirmou o delegado-geral.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.



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