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Deepfake de Nudez: Mulher Denuncia Manipulação de foto por IA
O Caso Julie Yukari: Detalhes da Manipulação por IA e o Grok do X
O caso de Julie Yukari trouxe à tona uma preocupante face do avanço da inteligência artificial, especialmente no contexto da criação de deepfakes de nudez não-consensual. A influenciadora digital denunciou que uma imagem sua foi manipulada digitalmente, com a utilização da IA Grok, desenvolvida pela plataforma X. O resultado da manipulação foi a criação de fotografias que a retratavam nua e em poses de cunho sexual, expostas sem seu consentimento e de forma profundamente prejudicial à sua imagem e privacidade.
A especificidade do incidente reside na participação do Grok, a inteligência artificial generativa do X (antigo Twitter), que, ao invés de atuar como ferramenta de moderação ou informação, foi instrumentalizada para gerar conteúdo explícito e difamatório. Este episódio sublinha a capacidade da IA de transformar imagens existentes em representações falsas, mas convincentes, de nudez. A tecnologia permitiu a sobreposição de características sexuais e poses sexualizadas sobre a fotografia original de Yukari, culminando na produção de material gráfico que a expõe de maneira ultrajante e criminosa.
A denúncia de Yukari não apenas revela a vulnerabilidade individual frente ao mau uso da IA, mas também levanta sérias questões sobre a segurança e a ética no desenvolvimento e aplicação dessas tecnologias. A utilização do Grok, uma IA associada a uma das maiores plataformas de mídia social do mundo, para tais fins, acentua a urgência de regulamentações mais rigorosas e mecanismos de proteção para as vítimas de deepfakes. O incidente serve como um alerta contundente sobre os riscos inerentes à disseminação irrestrita de ferramentas de IA generativa sem salvaguardas adequadas, e o impacto devastador que podem ter na vida das pessoas.
A Tecnologia Por Trás do Deepfake: Como a IA Cria Imagens Falsas de Nudez
A criação de deepfakes de nudez, como o caso denunciado, não é resultado de manipulação manual simples, mas sim de uma tecnologia complexa e avançada baseada em Inteligência Artificial, primariamente as Redes Generativas Adversariais (GANs). As GANs operam com dois componentes principais: um “gerador” que se esforça para criar imagens artificiais e um “discriminador” cuja função é diferenciar as imagens reais das geradas pelo primeiro. Através de um processo iterativo e competitivo, onde o gerador tenta enganar o discriminador e este aprimora sua capacidade de detecção, a IA aprende a produzir conteúdo visual cada vez mais realista e indistinguível do original.
Para alcançar um realismo convincente em deepfakes de nudez, a IA exige uma vasta quantidade de dados de treinamento. Isso inclui inúmeras imagens da pessoa-alvo em diversas poses e condições de iluminação, permitindo que o algoritmo mapeie detalhadamente suas características faciais e corporais. Paralelamente, são utilizados extensos bancos de dados de imagens de corpos nus, tanto reais quanto sintéticos, para que a IA aprenda sobre anatomia, textura da pele, sombras e proporções. É a partir dessa base que a tecnologia consegue “entender” como um corpo humano se parece e como a luz interage com ele, antes de sintetizar novas imagens.
O processo de síntese, especificamente para a criação de imagens falsas de nudez, envolve a fusão ou a geração completa de elementos. A IA pode sobrepor o rosto da vítima em um corpo nu preexistente ou criar um corpo do zero, garantindo que a transição entre as diferentes partes seja fluida e natural. Algoritmos de pós-processamento ajustam detalhes como a iluminação, sombras e imperfeições da pele, tornando a imagem final incrivelmente autêntica para o olho humano. Ferramentas mais recentes, algumas até acessíveis ao público, automatizam grande parte desse processo, tornando a manipulação de imagens uma ameaça cada vez mais latente e de fácil execução.
O Impacto Devastador nas Vítimas de Imagens Manipuladas por IA
O impacto nas vítimas de imagens manipuladas por inteligência artificial (IA) é profundamente devastador, atingindo a essência da dignidade humana. A descoberta de ter a própria imagem alterada para fins não consensuais, especialmente em contextos de nudez ou conteúdo sexual, provoca um choque inicial avassalador. Este ultraje digital resulta em um profundo sentimento de violação de privacidade, humilhação e perda de controle sobre a própria identidade. A vergonha e a raiva são emoções imediatas, frequentemente acompanhadas por medo intenso da repercussão social e da perpetuação da mentira digital, que destrói a percepção pública da vítima.
As consequências se estendem para além do trauma pessoal, infiltrando-se na vida social e profissional das vítimas de deepfakes de nudez. Reputações construídas ao longo de anos podem ser destruídas em questão de horas, à medida que as imagens falsas se espalham viralmente por plataformas digitais. Relacionamentos pessoais, familiares e profissionais são seriamente abalados pela desconfiança e pelo julgamento alheio, levando muitas vezes ao isolamento social. A sensação de estar constantemente sob escrutínio, com a imagem deturpada acessível a qualquer um, pode minar a autoestima e a capacidade da vítima de se sentir segura em qualquer ambiente.
A longo prazo, as vítimas frequentemente enfrentam sérias sequelas psicológicas, incluindo ansiedade severa, depressão profunda e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). O processo de remoção das imagens da internet é complexo, demorado e muitas vezes ineficaz, perpetuando o ciclo de angústia e a sensação de impotência, pois o conteúdo pode ressurgir. A luta por justiça é árdua, pois a legislação ainda engatinha para acompanhar a velocidade e a sofisticação da tecnologia de IA, tornando a obtenção de reparação e a punição dos agressores um caminho longo e doloroso.
Aspectos Legais e Éticos: Desafios da Legislação e Responsabilidade das Plataformas
A crescente proliferação de deepfakes de nudez, como no lamentável caso de Julie Yukari, expõe a fragilidade e a lentidão das legislações em acompanhar o avanço tecnológico. No Brasil e em diversas partes do mundo, a ausência de tipificações penais específicas para a criação e disseminação de imagens sintéticas de nudez não consensual cria um vácuo legal, dificultando a punição dos agressores. Embora existam tentativas de enquadramento em crimes como difamação, injúria ou pornografia de vingança, a natureza simulada e altamente convincente dos deepfakes apresenta desafios únicos, pois a vítima jamais produziu ou consentiu com tal conteúdo. A questão transcende a mera violação de imagem, atingindo a dignidade, a reputação e a integridade psicológica da pessoa de forma devastadora.
A responsabilidade das plataformas digitais, como o X (antigo Twitter), torna-se um ponto crucial nesse debate. Empresas que desenvolvem e disponibilizam ferramentas de Inteligência Artificial, como o Grok, enfrentam um dilema ético e legal sobre seu papel na prevenção do uso malicioso de suas tecnologias. A discussão se intensifica sobre o ‘dever de cuidado’ (duty of care) que essas plataformas devem ter, não apenas na remoção de conteúdo ilícito após a denúncia, mas também na implementação de mecanismos proativos de detecção e na responsabilização pela falha de seus algoritmos em evitar a geração de material abusivo. Há um clamor por maior transparência e por políticas de moderação mais robustas que coíbam a criação e a circulação de deepfakes, especialmente quando gerados por suas próprias IAs.
Os desafios legais não se limitam à lacuna legislativa, mas também à execução e à atribuição de culpa. Rastrear a origem de um deepfake e identificar os perpetradores, muitas vezes agindo anonimamente ou em jurisdições diferentes, é uma tarefa complexa. A necessidade de uma legislação abrangente que contemple a criação, a modificação e a disseminação de deepfakes não consensuais, com penas claras e dissuasórias, é urgente. Além disso, a cooperação internacional se faz imperativa para combater essa forma transnacional de assédio e garantir que as vítimas encontrem justiça, exigindo que as plataformas assumam um papel ativo e ético na salvaguarda dos direitos de seus usuários e na prevenção de danos sistêmicos causados por tecnologias emergentes.
Medidas de Proteção e Prevenção: O Que Fazer Contra os Deepfakes Maliciosos
A proliferação de deepfakes maliciosos, especialmente os de nudez não consensual, exige uma abordagem multifacetada de proteção e prevenção. Para as vítimas de manipulação por inteligência artificial, a primeira e crucial medida é não ceder ao pânico e evitar qualquer tipo de contato com os agressores ou a fonte do conteúdo. É fundamental documentar toda a evidência disponível imediatamente: capturas de tela das imagens, URLs, mensagens, perfis envolvidos e quaisquer outras informações que possam ajudar a identificar os responsáveis. A velocidade da reação é essencial, pois o tempo é um fator crítico na remoção do conteúdo antes que se espalhe incontrolavelmente. A denúncia às autoridades competentes, como a polícia civil ou federal, e a busca por apoio jurídico especializado são passos subsequentes indispensáveis para iniciar o processo de remoção e responsabilização criminal.
No âmbito da prevenção individual, a vigilância digital é a principal aliada. Indivíduos devem revisar e fortalecer as configurações de privacidade em todas as suas redes sociais e plataformas online, limitando rigorosamente o acesso a fotos e informações pessoais a um círculo restrito e de confiança. Evitar compartilhar imagens sensíveis, mesmo em círculos considerados “seguros” ou mensagens efêmeras, é uma recomendação crucial, dada a facilidade com que o conteúdo pode ser capturado e posteriormente manipulado. A conscientização sobre o risco de deepfakes também passa por uma postura crítica em relação ao que se vê online, duvidando da autenticidade de conteúdos suspeitos e buscando sempre fontes verificadas antes de acreditar ou compartilhar. O uso de senhas fortes e a ativação da autenticação de dois fatores adicionam camadas essenciais de segurança à presença digital.
Além das ações individuais, a proteção contra deepfakes depende fortemente da atuação das plataformas digitais e do sistema legal. As empresas de tecnologia têm a responsabilidade de investir continuamente em ferramentas avançadas de detecção e remoção de conteúdo manipulado por IA, além de implementar canais claros, eficientes e de fácil acesso para denúncias de usuários. A pressão pública e regulatória é vital para que essas plataformas assumam proativamente sua responsabilidade na moderação de conteúdo ilícito. No campo jurídico, a tipificação clara de crimes relacionados à criação e disseminação de deepfakes maliciosos, especialmente os de nudez não consensual, e a agilidade na aplicação da lei são essenciais para coibir essa prática e garantir a punição severa dos criminosos. A educação digital da população sobre os riscos e formas de se proteger também é uma medida preventiva de longo prazo fundamental para construir uma internet mais segura.
O Futuro da IA e a Luta Contra a Desinformação Visual e Abusos
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Fonte: https://www.metropoles.com
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Acidente com carro alegórico deixa ao menos 3 feridos na Sapucaí
Um acidente envolvendo um carro alegórico da escola de samba União de Maricá deixou ao menos três feridos durante os desfiles na Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (15/2).
O caso aconteceu no fim da apresentação. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), três homens foram atingidos pela alegoria na saída do último carro.
Uma das vítimas foi identificada como Itamar de Oliveira, integrante da escola. Ele teve uma fratura grave na perna direita e será submetido a uma cirurgia no Hospital Municipal Souza Aguiar.
Ainda segundo a secretaria, outros dois homens tiveram feridos leves. “Um deles foi atendido e liberado. O outro foi encaminhado para o Hospital Municipal Miguel Couto, para exames complementares”, diz o órgão, em nota.
A União de Maricá lamentou o incidente e informou que presta apoio ao integrante da escola atingido.
“Desde o ocorrido, a equipe da agremiação acompanha a situação de forma permanente, prestando todo o suporte necessário, inclusive com representantes no Hospital Municipal Souza Aguiar”, informou a agremiação.
“A União de Maricá manifesta sua solidariedade ao Sr. Itamar de Oliveira e seus familiares. Neste momento, nada é mais importante do que a saúde e o pleno restabelecimento do envolvido”, finaliza.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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86 milhões de anos: ovos de ancestrais de crocodilos são achados em SP
Segundo estudo, ovos seriam do grupo de crocodilomorfos, que deu origem aos crocodilos. Tamanho é de 6cm de comprimento e 3,4cm de diâmetro
Mais de 80 ovos fossilizados de ancestrais de crocodilos, com idade estimada entre 83 e 86 milhões de anos, foram descobertos na região de Presidente Prudente (SP), no interior de São Paulo, a cerca de 560 quilômetros da capital paulista.
A descoberta foi mencionada em um artigo científico publicado no dia 6 de fevereiro pelo Journal of Vertebrate Paleontology. O texto é assinado por diversos pesquisadores, alguns deles brasileiros.
De acordo com o estudo, os ovos seriam do grupo de crocodilomorfos – que deu origem aos crocodilos como os conhecemos atualmente, além de várias outras espécies que já foram extintas. O tamanho dos ovos é de 6 centímetros de comprimento e 3,4 centímetros de diâmetro.
Os crocodilomorfos são um grupo diverso de répteis arcossauros que incluem os crocodilianos modernos (jacarés, crocodilos, gaviais) e seus parentes extintos. Eles surgiram no período Triássico (há cerca de 225 milhões de anos), antes dos dinossauros, e evoluíram de ancestrais pequenos e terrestres para formas aquáticas, semiaquáticas e terrestres.
O que dizem os pesquisadores
Segundo o resumo do artigo científico, “as unidades do Cretáceo Superior do Grupo Bauru forneceram um registro fóssil abrangente de ovos e ninhos pertencentes a diferentes clados de répteis, como tartarugas, crocodiliformes e dinossauros”.
“Neste trabalho, relatamos a descoberta de diversas posturas de ovos na Formação Adamantina (Grupo Bauru), aflorando na cidade de Presidente Prudente (Estado de São Paulo, Brasil). A nova descoberta representa três posturas de ovos, totalizando 83 ovos, além de numerosas cascas de ovos isoladas”, relatam os pesquisadores.
O texto afirma ainda que “a disposição espacial dos ovos dentro das posturas é semelhante à observada em diferentes espécies de crocodiliformes atuais, uma disposição que resulta da construção de um buraco relativamente estreito em um substrato misturado com serapilheira”.
“Uma característica importante de uma das posturas é que ela contém um grande número de ovos (pelo menos 47), representando, portanto, a maior postura de ovos de crocodiliformes do Mesozoico já encontrada. Imagens de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) da superfície externa revelaram uma alta densidade de poros, sugerindo que ovos mais espessos e porosos facilitam a perda de água, compensando a deposição em ambientes mais úmidos”, diz o texto.
De acordo com os cientistas, “o conjunto de atributos converge com estruturas descritas para crocodiliformes”. “Em conexão com estudos conduzidos no Grupo Bauru, a correlação com Notosuchia (subordem de crocodilomorfos extintos que viveram, principalmente, durante o período Cretáceo) elucida aspectos mais amplos da adaptação desse clado, que inclui organismos especializados tanto em ambientes terrestres quanto em habitats mais úmidos”, afirmam.
“A nova descoberta revela novas implicações evolutivas para uma das faunas de crocodilomorfos fósseis mais diversas do mundo, revelando hábitos reprodutivos mais complexos e bem-sucedidos, com potenciais adaptações a ambientes ocasionalmente mais úmidos.”
Como os ovos foram encontrados
O material foi localizado, inicialmente, entre 2020 e 2022 em rochas da Formação Adamantina, na Bacia Bauru, no sítio paleontológico José Martin Suárez, em Presidente Prudente. Eles estavam com parte das cascas ainda preservadas, o que facilitou a identificação exata dos grupos aos quais pertenciam.
As descobertas foram feitas pelo diretor do Museu de Paleontologia de Marília (SP), no interior de São Paulo, William Nava, em setembro de 2020. Em outubro daquele mesmo ano, ele retornou ao local com a estudante Giovanna Paixão, hoje doutoranda no Laboratório de Paleobiologia da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), no Rio Grande do Sul – ela é a primeira autora do estudo. Nessa nova visita, ambos encontraram outras cascas de ovos preservadas. O trabalho faz parte da dissertação de mestrado de Paixão.
Segundo ela, os ovos encontrados na região constituem as maiores ninhadas já registradas no Brasil e no mundo relacionadas aos crocodilomorfos. O trabalho foi concluído em 2022, quando os blocos com ninhos foram levados à Unipampa para estudo.
A análise desse material envolveu estudo e observação sobre a arquitetura dos ovos, a microestrutura das cascas e a morfologia externa. A partir daí, foi possível atribuir os ovos aos ancestrais dos crocodilos.
Alguns desses ovos foram analisados por meio de um microtomógrafo computadorizado de alta resolução (chamado de microCT), que disponibiliza imagens precisas do interior e da estrutura dos ovos.
O microtomógrafo é um equipamento de imagem 3D de alta resolução – semelhante a uma tomografia computadorizada hospitalar – projetado para analisar amostras pequenas em detalhes minuciosos. Até o momento, no entanto, não foram encontrados restos ósseos ou vestígios de embriões.
Os materiais encontrados estão depositados na coleção paleontológica do Museu de Paleontologia de Marília. Os trabalhos de pesquisa de campo se encerraram em 2023.
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Motoristas são flagrados pela PRF a mais de 150 km/h na BR-060. Vídeo

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagraram neste sábado (14/2) veículos a mais de 150 km/h na BR-060, em Goiás. Os registros foram feitos no primeiro dia de trabalho da Operação Carnaval 2026, que fiscalizará rodovias de todo o país até o próximo dia 18/2.
Segundo a PRF, os maiores registros de velocidade foram observados no km 50 da BR-060, que fica próximo de Anápolis (GO). A verificação ocorreu por meio de radares móveis.
Policiais rodoviários federais classificaram as ocorrências como um “festival de velocidade”. De acordo com a corporação, todos os motoristas que foram “flagrados acima do limite permitido serão autuados”.
A Polícia Rodoviária Federal também cobrou “prudência” dos motoristas e alertou que a fiscalização das rodovias será “intensificada durante todo o feriado prolongado em todas as BRs que cortam o estado de Goiás”.
Operação Carnaval
A Operação Carnaval 2026 começou nessa sexta-feira (13/2). Até a próxima quarta (18/2), agentes da PRF vão intensificar o monitoramento e a fiscalização nas rodovias federais.
“A PRF trabalha com a expectativa de grande movimento nos corredores rodoviários que levam aos destinos mais procurados no Carnaval, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Paraíba e Ceará”, informou a corporação.
Em 2025, mais de 3,5 milhões de testes de alcoolemia foram aplicados pela PRF nas rodovias do país. A fiscalização resultou na autuação de mais de 9 mil motoristas e foram notificados 43 mil pessoas por recusarem o teste do etilômetro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL







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