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Criminoso morre ao trocar tiros com a PM e prefeito decreta ponto facultativo pelo óbito

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O prefeito de Santa Rosa do Purus, Assis Moura, que gere no interior do Acre, está envolto de uma polêmica perante aos moradores. É que nessa segunda-feira, 17, ele decretou ponto facultativo no serviço público municipal pela morte de um homem. Ocorre que esse homem, Francisco Horácio Thaumaturgo Moura, de 31 anos, é alguém que estava sendo procurado pela polícia e morreu ao trocar tiro com os policiais. O caso causou revolta na população pelo fato de que o suposto criminoso só teria sido homenageado com o ponto facultativo porque era sobrinho do ex-prefeito da cidade, José Altamir Thaumaturgo Sá.

O conflito que acabou com a morte de Francisco Horácio aconteceu na tarde do último sábado, 15, quando policiais civis e militares se dirigiram até o ramal do Lixão, onde ele se encontrava, para cumprir seu mandado de prisão. No ano passado, ele foi condenado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Sena Madureira pelo assassinato de Odimar Gomes Coelho. O atual mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Juiz Fábio Alexandre Faria, da Comarca de Sena, e teria como razões os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Quando os policiais chegaram ao local, Horácio teria atirado contra os agentes de segurança, que para resguardar suas vidas, repeliram a agressão. Durante a troca de tiros, Horácio acabou sendo atingido. Apesar de socorrido imediatamente pelos policiais, acabou morrendo antes de ser transferido para Rio Branco.

Para evitar outros problemas, o policiamento no município teve que ser reforçado com um envio de uma equipe de policiais militares do 8º Batalhão de Sena Madureira para Santa Rosa do Purus.

Decreto que gerou revolta

Após o conflito, a prefeitura divulgou uma nota comunicando que nessa segunda feira, 17, seria Ponto Facultativo nos órgãos municipais em decorrência do falecimento de Horácio Taumaturgo de Moura. “A Administração Municipal se solidariza com os familiares pela perda e presta suas condolências às famílias Moura e Taumaturgo”, diz o documento.

Foi então que moradores do município reclamaram da atitude do prefeito. “Isso é um absurdo. A gestão pública com tanto problema parar por causa da morte de um bandido que atirou contra os policiais. E se um policial tivesse morrido? A gente sabe que é quase uma tradição aqui no município decretar ponto facultativo nesses casos, mas isso só deve acontecer para as pessoas de bem”, disse um morador que preferiu não se identificar.

O ac24horas entrou em contato com o prefeito de Santa Rosa, Assis Moura. Extremamente nervoso e demonstrando completo despreparo emocional para o cargo, o prefeito não quis responder às perguntas da reportagem, se interessando apenas em saber quem teria feito a denúncia.

Matéria relacionada:

Sobrinho de prefeito é morto em troca de tiros com a polícia durante operação no interior do Acre

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Assassino brasileiro de organização criminosa foge pela segunda vez da prisão de Chonchocoro-Bolívia

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A polícia boliviana conseguiu prender uma pessoa supostamente ligada ao fato ocorrido nesta terça-feira (31). Este sujeito aparentava coxear, pelo que não se pode descartar que possa ser Andrés da Rocha, tendo em conta que está com uma tala na perna esquerda.

O presidiário brasileiro Andrés Luis Xavier da Rocha, de 38 anos considerado altamente perigoso na Bolívia, escapou na terça-feira (31), em meio a um tiroteio que custou a vida de um sargento da Polícia boliviana e feriu outro.

O preso foi custodiado no Hospital de Clínicas de La Paz. O mesmo sujeito já havia fugido do presídio de Palmasola no ano passado e foi recapturado. De nacionalidade brasileira, foi preso em março de 2022, acusado do assassinato de um comerciante no município de Mineros, no departamento de Santa Cruz.

Nesse crime, o comerciante foi baleado por sujeitos que teriam trafegado em uma motocicleta. O motivo do assassinato teria sido econômico, já que a vítima teria a intenção de cobrar uma dívida.

Da Rocha foi então encaminhado para o Presídio de Palmasola, porém, em junho fugiu daquele complexo junto com outro preso acusado do mesmo homicídio.

Nessa fuga, os dois reclusos, de nacionalidade brasileira, escaparam utilizando panos e cordas para trepar e saltar o muro da prisão.

A imprensa boliviana alega que os delinquentes fazem parte do Primeiro Comando da Capital (PCC), família de organização criminosa no Brasil.

Poucos dias depois, a Polícia conseguiu recapturar os antissociais em Santa Cruz, em meio a um tiroteio com saldo de feridos.

Diante do perigo, decidiu-se enviar Da Rocha para Chonchocoro, enquanto seu companheiro foi transferido para a prisão de El Abra, em Cochabamba.

Agora, meio ano depois, o próprio Da Rocha conseguiu escapar na cidade de La Paz.

A Direção do presídio de Chonchocoro, com base em laudo médico, autorizou nesta terça-feira a soltura do brasileiro para receber tratamento traumatológico no Hospital de Clínicas.

O brasileiro foi escoltado por dois sargentos, porém, ao chegar ao posto médico, houve uma emboscada a tiros.

Os dois policiais foram baleados e um deles morreu, enquanto o outro ainda luta pela vida.

Segundo dados preliminares, Da Rocha teria fugido em uma motocicleta com outra pessoa.

A Polícia leva a cabo as respectivas acções de recaptura do recluso perigoso e dos que com ele colaboraram.

O Ministro de Governo esclareceu que o nome do fugitivo é Felipe Edvaldo Menezez Iglesias, embora sua identidade apócrifa seja Andrés Luis Xavier da Rocha.

ELES CAPTURAM UM ENVOLVIDO

A polícia boliviana conseguiu capturar uma pessoa supostamente ligada ao fato ocorrido nesta terça-feira, segundo o La Razón.

O sujeito foi flagrado próximo à Avenida Zavaleta. Ele estava escondido em um barranco atrás do Hospital de Clínicas. No momento não se sabe se é o próprio preso criminal de nacionalidade brasileira.

Nas câmeras de televisão, esse sujeito foi mostrado mancando, então presume-se que possa ser o brasileiro, visto que ele usa uma tala na perna esquerda.

 

Fonte: Opinião

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Ao ser recebido por Gladson, Nicolau expressa gratidão pelo apoio durante presidência na ALEAC

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Seria uma agenda oficial, mas a amizade entre o governador Gladson e o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nicolau Júnior, quebrou as formalidades e transformou o encontro em um bate papo.

Nicolau aproveitou o último dia de mandato á frente do Legislativo para agradecer pessoalmente ao chefe do executivo pela parceria ao longo dos últimos quatro anos.
Foi sob a presidência de Nicolau que a Assembleia aprovou os projetos mais importantes da gestão de Gladson, dentre eles os recursos para a compra de vacina, o abono da educação e a gratificação para os servidores que trabalharam na linha de frente no combate a pandemia.

Mesmo nesse período crítico, os trabalhos na Casa do Povo não pararam. Gladson reconheceu o esforço da mesa diretora e dos deputados e agradeceu o empenho de todos, sem distinção.

Para Nicolau, o bom relacionamento entre executivo e legislativo estreitou e fortaleceu os laços entre os poderes. “Minha profunda gratidão ao governador pelo respeito e pela forma transparente com que tratou o legislativo. Foram quatro anos de muito trabalho, ajudando o governo a ratificar os projetos que tinham como objetivo principal, melhorar a vida da nossa gente. Saio da presidência da Casa do Povo com a certeza que fizemos o melhor para os servidores, colegas parlamentes e lógico, nossa gente”, disse.

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Um peruano e um boliviano são presos com mais de duas toneladas de drogas rumo ao Brasil

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A ação policial aconteceu no último domingo, dia 29, quando a polícia paraguaia realizava uma operação na região rural do estado de Alto Paraná, identificada como Gleba 11 de Hernandarias, afim de localizar e prender possíveis traficantes pela redondeza.

A operação foi encabeçada pelo promotor público da antinarcótico do Paraguai, Manoel Rojas, após investigar voos clandestinos pela região. Durante o trabalho, foi localizado um avião monomotor com registro boliviano no local.

Ao perceber a presença dos policiais no local, os suspeitos ainda teriam tentado fugir, mas, foram alcançados e presos. O piloto de nacionalidade boliviana de 33 anos, Lucio Alfonso P.F. e o copiloto de nacionalidade peruana, Elmer Enrique F. P., de 50 anos, forma presos em flagrante delito.

Dentro do avião, foram encontrados 2.265 quilos de entorpecentes. Foi informado que toda a droga teria como destino final, o país vizinho Brasil, mas, não foi divulgado por qual região iria entrar. As autoridades da Bolívia, Peru e Paraguai, estão trabalhando para identificar os antecedentes dos presos em seus países e envolvimento com quarteis.

Com informações de Los Tiempos.

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