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Corpo não retirado do IML pela família pode ser doado para curso de medicina da UFAC
O Instituto Médico Legal (IML) vive uma situação pouco comum. É que desde 28 de março, portanto, há 19 dias, encontra-se no local um cadáver sem que apareça alguém da família para retirar o corpo.
O curioso é que não se trata de alguém sem identificação. Segundo o IML, o corpo é de Francisco Rodrigues de Souza, que completaria 45 anos nesta sexta-feira, dia 17.
O IML decidiu publicar uma nota de utilidade pública e conforme determina a lei, se em 10 dias, nenhum familiar reclamar o corpo, o instituto iniciará os trâmites para fazer a doação do cadáver para a Universidade Federal do Acre (UFAC).
Leia a nota do IML:
NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA
(IML – Cadáver não Reclamado)
A Direção Geral da Polícia Civil do Estado do Acre, por meio do Instituto Médico Legal – IML, do Departamento de Polícia Técnico-Científica, vem tornar público que se encontra em seu domínio, aguardando RECLAMAÇÃO por familiar e consequente liberação para providências de SEPULTAMENTO, um CADÁVER do sexo masculino, tendo sido identificado como sendo a pessoa de FRANCISCO RODRIGUES DE SOUZA, filho de Ediomar Evangelista Rodrigues e Mathias Pereira de Souza, nascido em 17/04/1975, Brasileiro e natural de Rio Branco/AC.
O corpo ingressou no necrotério do Instituto Médico Legal – IML, na data de 28 de março de 2020, proveniente da Rua José de Melo n° 481, apartamento 08, Bairro Bosque, Rio Branco/AC e, desde então aguarda ser reclamado.
Para fins de providências de reclamação/liberação do corpo o (a) interessado (a) deverá se dirigir à sede do Instituto Médico Legal – IML, sito na Avenida Antônio da Rocha Viana, nº 1294, Bairro Bosque, nesta Capital, telefone de contato (68) 3223-8553.
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Suspeito é preso com arma e moto roubada durante denúncia de cárcere privado em Rio Branco
Polícia encontrou revólver municiado, droga e veículo com restrição dentro de residência na Cidade do Povo
Policiais militares da Força Tática do 2º Batalhão prenderam Alan da Silva Cruz, de 23 anos, na noite desta segunda-feira (23), durante atendimento a uma ocorrência no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.
A guarnição foi acionada via COPOM após denúncia de cárcere privado. Segundo as informações, três indivíduos teriam invadido uma residência levando uma pessoa amarrada. Também foi relatado que um dos suspeitos seria foragido da Justiça e que o grupo estaria armado.
Diante da gravidade, os militares solicitaram apoio e se deslocaram até o endereço, localizado na Quadra 08C, nas proximidades de um campo de futebol. Ao chegarem, os policiais ouviram vozes em tom elevado e movimentação dentro do imóvel.
A proprietária autorizou a entrada da equipe. Durante a averiguação, os policiais sentiram forte odor de entorpecente e localizaram uma porção de substância semelhante à maconha sobre o balcão da cozinha.
Questionado, Alan confessou possuir um revólver calibre .32, que, segundo ele, seria para proteção pessoal. A arma foi encontrada debaixo de uma cadeira, municiada com seis cartuchos. Durante a checagem, os policiais identificaram inconsistências na numeração, levantando suspeita de adulteração.
No local, também foi encontrada uma motocicleta com a placa amassada. Após consulta, foi constatado que o veículo possuía restrição de roubo ou furto desde janeiro de 2026. O suspeito afirmou ter comprado a moto, mas não soube informar a procedência.
Diante dos fatos, Alan assumiu a posse dos materiais ilícitos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi apresentado sem lesões.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito, conhecido como “Alanzinho”, já é investigado por possível envolvimento em crimes como homicídios e tentativas. Um aparelho celular também foi apreendido para auxiliar nas investigações.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.




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