Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Ciopaer ministra técnicas de transporte aéreo de pacientes em estado grave a profissionais da Saúde
Nas aulas práticas foram usados um avião e o helicóptero Hárpia 04, e o Estado se alinha com a portaria do Ministério da Saúde que exige a qualificação para quem atua nessa área da saúde.

Helicóptero Hárpia 04 foi usado para aulas práticas de simulação de embarque e desembarque de pacientes em estado grave Foto: Cedida
Ecoacre.Net
Participaram, no último fim de semana em Rio Branco, 20 profissionais da Saúde do Estado, do curso de transporte aeromédico de pacientes em estado grave.
As aulas, divididas em práticas e teóricas, foram aplicadas pela equipe do Instituto de Saúde e Ensino de São Paulo, com a participação da tripulação do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), órgão da Secretaria de Justiça e Segurança Pública.
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O treinamento, que reuniu médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e auxiliares de enfermagem, foi ofertado pela empresa Rio Branco Táxi Aéreo, em parceria com o Samu.
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A equipe de instrutores repassou técnicas de embarque e desembarque de pacientes em estado grave, teoria de voo, noções de aeronáutica e protocolo de transporte de paciente crítico.
Nas aulas práticas foram usados um avião e o helicóptero Hárpia 04.
O diretor do Samu, Pedro Pascoal, que é médico, disse que, com o treinamento, os profissionais estão capacitados para essa modalidade de socorro, e o Estado se alinha com a portaria do Ministério da Saúde que exige a qualificação para quem atua nessa área da saúde.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.








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