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Consumidores com Tarifa Social podem negociar dívidas com Energisa

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O Grupo Energisa iniciou este mês uma nova campanha de negociação para facilitar o pagamento de contas em atraso. A campanha traz condições especiais para o público inserido na chamada Tarifa Social, com destaque para a possibilidade de parcelamento dos débitos em até 24 vezes no cartão de crédito e condições exclusivas para negociação pelos canais digitais de atendimento da Energisa, como o WhatsApp da Gisa, aplicativo Energisa On (disponível nas lojas virtuais) e site energisa.com.br.

Atualmente, a Energisa atende a cerca de 1,570 milhão de clientes dentro da Tarifa Social nos 11 Estados onde atua como distribuidora. Concedido pelo Governo Federal, o benefício da Tarifa Social é voltado para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, e que podem obter descontos de até 65% na tarifa.

Interessados que estejam com uma ou mais contas em atraso podem entrar em contato pelos canais digitais de atendimento da empresa, sem precisar sair de casa. É preciso ter em mãos os documentos pessoais (CPF e RG). A Energisa quer facilitar a vida dos clientes e está analisando a situação de cada um para chegar na melhor negociação possível.

A Energisa também oferece outras facilidades de pagamento para todos os clientes, incluindo os da tarifa social. Quem estiver com contas vencidas com mais 180 dias podem ter até 40% de desconto – feitos sobre os juros e multa – no valor final para pagamentos à vista.  Quem não puder pagar dessa forma, tem a opção de parcelar o valor no cartão de crédito em até 12 vezes também ou na fatura de energia.

Com os impactos da pandemia da Covid-19 na economia, a Energisa estudou alternativas para que os clientes da empresa tivessem as melhores condições possíveis na hora de negociar.  Nesta campanha, por exemplo, o índice de correção monetária utilizado na negociação será o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que vem tendo reajustes mais baixos, impactando menos no valor final da dívida após ela ser atualizada.

Os clientes podem optar por um dos canais digitais disponíveis de sua preferência. Para negociar pela GISA, assistente virtual disponível 24 horas por dia pelo WhatsApp, é só escrever a palavra Parcelamento e dar início à conversa. Se preferir pelo site, basta acessar a Agência Virtual em https://www.energisa.com.br/paginas/login.aspx, realizar o cadastro e selecionar a opção ‘Negociar Dívida’. No APP Energisa On, só clicar no ícone Parcelamento. Outra facilidade é o pagamento de faturas de energia por Pix, que já está disponível para todos os clientes.

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Sumiço de 50 metros de meio-fio em Sena Madureira vira caso de polícia

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Secretaria de Obras registrou BO por furto qualificado após moradores questionarem retirada das estruturas; PC deve investigar

A Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Ramais registrou um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Civil após constatar o sumiço dos blocos de concreto que faziam parte da estrutura da via. Foto: captada 

O desaparecimento de aproximadamente 50 metros de meio-fio no Beco Beija-Flor, no bairro Jardim Primavera, em Sena Madureira, agora é tratado como caso de polícia. A Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Ramais registrou um Boletim de Ocorrência por furto qualificado após constatar que os blocos de concreto foram retirados sem autorização.

Inicialmente, moradores procuraram a prefeitura acreditando que a própria administração municipal havia removido as estruturas. No entanto, a secretaria afirmou que não realizou qualquer intervenção no local e formalizou a denúncia junto à Polícia Civil.

Em depoimento, o subsecretário de Obras destacou que os blocos são pesados, levantando a suspeita de que mais de uma pessoa tenha participado da ação. O caso foi enquadrado no artigo 155 do Código Penal, com o Município de Sena Madureira figurando como vítima.

A Polícia Civil apurar as circunstâncias do desaparecimento, identificar os responsáveis e adotar as medidas cabíveis. O registro oficial busca esclarecer que a prefeitura também foi prejudicada, após a repercussão do caso entre os moradores da região.

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Mulher é indiciada por homicídio após matar idoso com canivete em praia de Feijó

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Polícia Civil afastou tese de legítima defesa com base em vídeo que mostra vítima tentando se esquivar; investigada foi presa em flagrante

De acordo com o inquérito, há um vídeo nos autos que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões, enquanto a investigada avança contra ele de forma reiterada. Foto: captada 

Uma mulher identificada como M.R.N.P. da Silva foi indiciada por homicídio pela morte de um homem com mais de 60 anos ocorrida em uma praia de Feijó, no interior do Acre. A Polícia Civil finalizou o inquérito e afastou a tese de legítima defesa apresentada pela investigada, que foi presa em flagrante logo após o crime.

Conforme a investigação, o idoso foi atingido por golpes de canivete durante uma briga e não resistiu aos ferimentos. Testemunhas foram ouvidas e provas foram reunidas, incluindo um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões enquanto a mulher avança contra ele de forma reiterada.

O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, afirmou que as imagens e depoimentos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão e que a investigada partiu para o ataque, o que descaracteriza a legítima defesa. “A investigação foi conduzida com base em provas técnicas que apontam a autoria e a materialidade do crime”, declarou.

Com o inquérito finalizado, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

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Polícia Civil indicia mulher por homicídio de idoso em praia de Feijó

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A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Feijó, concluiu a investigação sobre o homicídio de um homem de mais de 60 anos ocorrido em uma praia do município e indiciou a mulher M.R.N.P. da Silva pelo crime de homicídio, previsto no artigo 121 do Código Penal.

O crime aconteceu durante uma briga entre a vítima e a investigada. Na ocasião, o idoso foi atingido por golpes de canivete e não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito. A mulher foi presa em flagrante logo após o ocorrido.

Durante a apuração, a Polícia Civil ouviu testemunhas e reuniu elementos que, segundo a investigação, afastam a versão apresentada pela suspeita de que teria agido em legítima defesa, com base nos artigos 23, inciso I, e 25 do Código Penal.

De acordo com o inquérito, há nos autos um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar da agressora, enquanto a investigada investe contra ele de forma reiterada. As imagens reforçam a conclusão de que não houve situação que justificasse a alegação de legítima defesa.

O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, destacou que a investigação foi conduzida de forma técnica e baseada em provas. “Desde o início, nossa equipe se dedicou a esclarecer os fatos com responsabilidade. As imagens e os depoimentos colhidos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão, e que a investigada foi quem partiu para o ataque, o que afasta a tese de legítima defesa”, afirmou.

Com base no conjunto de provas colhidas, a Polícia Civil concluiu que a investigada atacou e esfaqueou a vítima, resultando em sua morte. O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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