Cotidiano
Conheça os zagueiros mais caros do futebol mundial

Depois do goleiro, a posição mais ingrata do futebol é a de zagueiro, tendo em vista que os jogadores da defesa não podem errar, pois qualquer vacilo pode acarretar a derrota da equipe. Mas no futebol moderno essa foi uma posição que ganhou a maior valorização entre todas, passamos a nos deparar com transações envolvendo zagueiros, de cifras inimagináveis em outras épocas.
Ao ponto de começarmos a ver, estrelando comerciais de televisão, no lugar daqueles que sempre se destacaram por fazer gols, aqueles que o objetivo era salvar o gol… Isso mesmo, os zagueiros começaram a protagonizar campanhas de publicidade das mais variadas, como por exemplo de apostas esportivas (descubra mais), refrigerantes e marcas de roupa.
Foi pensando nisso que resolvemos exemplificar toda essa valorização da posição, trazendo as transações mais caras, envolvendo zagueiros, do futebol mundial.
- Matthijs de Ligt
O defensor holandês também está envolvido em outra transferência com valores altos. Há poucos anos, quando deixou a Juventus para assinar com o Bayern de Munique, o defensor foi o nome de uma operação de 67 milhões de euros.
- Rúben Dias
O Manchester City fechou a contratação do zagueiro por 71,6 milhões de euros em 2020. Atualmente, ele é um dos destaques da equipe comandada por Pep Guardiola.
- Lucas Hernández
Lucas Hernández custou 80 milhões de euros aos cofres do Bayern de Munique em 2019, protagonizando naquele momento a transferência mais cara da história do Campeonato Alemão.
- Wesley Fofana
O Chelsea anunciou a contratação de Wesley Fofana em agosto de 2022. O defensor custou 80,4 milhões de euros aos cofres do clube.
- Virgil van Dijk
O zagueiro holandês chegou ao Liverpool em 2017 em uma transação que custou 84,6 milhões de euros aos Reds. Antes, ele se destacou com a camisa do Southampton.
- Matthijs de Ligt (NOVAMENTE)
A Juventus teve que desembolsar cerca de 85,5 milhões de euros para tirar o defensor do PSV, com um contrato válido até 2024. Atualmente ele atua pelo Bayern de Munique.
- Harry Maguire
No segundo semestre de 2019, Maguire foi vendido pelo Leicester ao Manchester United por 87 milhões de libras (R$ 370 milhões na cotação da época). Ele é, até hoje, o zagueiro mais caro da história.
- Josko Gvardiol
Após ter feito uma Copa do Mundo excelente, onde foi destaque absoluto. O jovem croata chamou atenção do mundo e principalmente de Pep Guardiola, que logo colocou o seu desejo de contar com o jogador para a diretoria do Manchester City, que por sua vez, desembolsou 90 milhões de euros para contratar o jovem jogador. Concretizando assim a maior transação envolvendo um zagueiro do futebol mundial.
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Assembleia aprova Projeto de Lei e Estado vai investir R$ 2 milhões no futebol
Os deputados estaduais aprovaram nesta quarta, 4, um Projeto de Lei onde autoriza o governo do Estado investir R$ 2 milhões no futebol. O repasse será feito para os clubes por intermédio da Federação de Futebol do Acre(FFAC). “Priorizamos esse projetos porque acreditamos no esporte como uma ferramenta transformadora principalmente para a nossa juventude”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior(PP). Proposta encaminhada …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES
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Justiça nega ação de Vini Jr. contra empresa de energia no Rio

A Justiça do Rio de Janeiro negou uma ação movida pelo jogador Vinícius Júnior que questionava uma cobrança de quase R$ 275 mil da empresa de energia Light.
Vini Jr. foi cobrado em R$ 274.552,23 por obras de adequação elétrica em um imóvel no Rio. O atacante do Real Madrid afirmou ter quitado o valor integralmente, mas alegou que um erro no sistema da Light impediu o reconhecimento do pagamento, gerando novas cobranças indevidas e risco de corte de energia.
O jogador sustentou ainda que funcionários da empresa teriam falado que o cálculo da obra foi superior ao devido, o que geraria um crédito de R$ 162.531,00 ou estorno do valor. No último dia 20 de fevereiro, no entanto, a 7ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca negou o pedido da defesa do jogador sobre a produção antecipada de provas.
Vini Jr. solicitou à Justiça que a Light exibisse uma série de documentos, incluindo gravações de chamadas, protocolos de atendimento e registros sistêmicos, para comprovar a existência de um suposto crédito de R$ 162.531,00 que teria sido informado verbalmente por funcionários da empresa após o pagamento da obra de adequação elétrica.
No entanto, a Justiça recusou o pedido por entender que o atleta não demonstrou a “utilidade concreta” ou a necessidade urgente da medida, uma vez que não comprovou o risco de os documentos desaparecerem, nem apresentou indícios mínimos de que o crédito realmente existia antes de exigir que a empresa produzisse tal prova.
O magistrado ressaltou que a ação de produção antecipada de provas não deve ser utilizada para “diligências investigativas genéricas” ou como substituto de procedimentos administrativos quando a empresa já havia negado a existência de valores a serem devolvidos.
Versão da Light
A Light negou a existência de qualquer crédito disponível para ressarcimento de Vini Jr. A empresa afirmou que a fatura de outubro de 2023 foi refaturada em novembro daquele ano para cobrar apenas o consumo real de energia, inexistindo saldo remanescente ou valores a serem devolvidos ao autor.
Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que o pedido de produção antecipada de provas não preenchia os requisitos legais.
“Verifica-se que o pedido formulado se volta à tentativa de obtenção de elementos para eventual futura demanda, sem que tenha sido demonstrado, contudo, o requisito da utilidade concreta e da necessidade da medida”, registrou a sentença. “Os pedidos foram julgados improcedentes, e, por se tratar de um procedimento preparatório, não houve condenação ao pagamento de honorários de sucumbência”, determinou o juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE
Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida
O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.
A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.
Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.
A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.
“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.
Auxílio financeiro e dados estaduais
Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.
De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.
As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada

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