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Condenada por estelionato volta a aplicar golpes contra idosos em abrigo

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A professora Elydiana de Castro Gomes, de 43 anos, que no ano passado foi condenada a 10 anos e 8 meses de prisão por furto e estelionato contra um idoso de 69 anos, de quem teria desviado mais de R$ 55 mil, voltou a praticar novos crimes. Ela foi indiciada novamente pela Polícia Civil pelos crimes de estelionato qualificado, apropriação indébita e furto qualificado.

As novas vítimas são dois idosos do Lar dos Vicentinos, onde Elydiana prestava serviços comunitários como parte do cumprimento de sua pena. Segundo as investigações conduzidas pelo delegado Rêmulo Diniz, da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil, a mulher teria retirado cerca de R$ 15 mil das contas bancárias das vítimas. “São idosos com saúde frágil, um deles está hospitalizado e não tinham controle sobre suas contas bancárias”, explicou o delegado.

De acordo com Diniz, uma das vítimas perdeu mais de R$ 10 mil, valor proveniente da venda de uma casa recebida por herança. Em apenas dois meses, Elydiana teria realizado mais de dez transações bancárias, incluindo saques, empréstimos e transferências.

As investigações apontam que a professora teve acesso indevido aos cartões e senhas das vítimas em uma sala de arquivo restrita do abrigo. “Há extratos bancários comprovando o crime, e estamos apurando com cautela. Não descartamos a possibilidade de que outras pessoas entre os 42 internos do Lar dos Vicentinos também tenham sido vítimas”, afirmou o delegado.

Elydiana de Castro Gomes confessou os crimes durante depoimento prestado na terça-feira (07).

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Polícia Civil localiza corpo enterrado após três meses de buscas por homem desaparecido em Rio Branco

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Equipes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Perícia Técnica atuaram de forma integrada na localização e exumação do corpo em área de mata na capital. Foto: cedida

Após cerca de três meses de diligências e buscas ininterruptas, a Polícia Civil do Acre localizou na manhã desta sexta-feira, 13, um corpo enterrado em uma área de mata que pode pertencer ao nacional Jardeilson da Silva, de 30 anos, desaparecido desde o dia 28 de dezembro de 2025, em Rio Branco.

O trabalho foi conduzido pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que desde o registro do desaparecimento vinha realizando diligências investigativas, levantamentos de informações e varreduras em áreas apontadas durante o curso da investigação. O trabalho persistente das equipes resultou na localização do ponto onde o corpo havia sido ocultado.

Corpo foi exumado por militares do Corpo de Bombeiros e encaminhado para exames periciais que devem confirmar a identidade da vítima. Foto: cedida

No local, atuaram de forma integrada equipes da Polícia Civil do Acre, do Corpo de Bombeiros Militar do Acre e da Perícia Técnica. O ponto exato onde o corpo estava enterrado foi identificado graças ao trabalho técnico do Pelotão de Cães do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros, sob comando do subtenente BM Heleno. Os cães farejadores conseguiram identificar vestígios humanos no terreno, permitindo a delimitação precisa da área.

Após a localização, o corpo foi exumado pela equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhado para exames cadavéricos e laboratoriais que deverão confirmar oficialmente a identidade da vítima por meio de análises de vestígios biológicos e exames periciais complementares.

Trabalho conjunto das forças de segurança resultou na localização do corpo que pode ser de Jardeilson da Silva, desaparecido desde o dia 28 de dezembro de 2025.. Imagem: reprodução

O delegado coordenador da DHPP, Alcino Ferreira Júnior, destacou o empenho das equipes durante as investigações. “Foram meses de trabalho intenso, com diligências contínuas e levantamento de diversas informações até chegarmos a esse local. A partir de agora aguardamos a confirmação pericial da identidade do corpo e seguimos com as investigações para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis”, afirmou.

As investigações seguem em andamento na Delegacia de Homicídios com o objetivo de esclarecer as circunstâncias da morte e responsabilizar criminalmente os envolvidos no caso.

Cães farejadores do Pelotão de Cães do Corpo de Bombeiros foram fundamentais para identificar o local exato onde o corpo estava enterrado.. Foto: cedida

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Idoso de 77 anos é esfaqueado após cobrar dívida em Rio Branco

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Suspeito, monitorado por tornozeleira eletrônica, foi localizado pela Polícia Militar e conduzido à Delegacia de Flagrantes

O idoso Antônio Dimas da Rocha, de 77 anos, foi ferido com um golpe de faca no peito na manhã desta sexta-feira (13), na Travessa do Café, no bairro Distrito Industrial, em Rio Branco. O suspeito do crime é o feirante Abdias José Lima Bezerra, de 49 anos, que é monitorado por tornozeleira eletrônica.

De acordo com testemunhas, Abdias estava trabalhando em sua barraca quando o idoso chegou ao local para cobrar uma dívida. Durante a conversa, os dois iniciaram uma discussão que acabou se intensificando.

Em meio ao desentendimento, Abdias teria se armado com uma faca e desferido um golpe no peito do idoso, que caiu ao solo ferido. Após a agressão, o suspeito fugiu do local.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado para atender a ocorrência. A equipe médica realizou os primeiros socorros, estabilizou a vítima e a encaminhou ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde o idoso deu entrada em estado de saúde estável.

Policiais militares estiveram no local, colheram informações com testemunhas e conseguiram localizar o suspeito em sua residência, na mesma região. Durante a ação, os agentes também encontraram a faca utilizada no crime.

Diante da situação, Abdias José Lima Bezerra foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foram adotados os procedimentos legais.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Colisão entre dois táxis termina com veículo capotado na BR-364, em Bujari

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Acidente ocorreu após motorista tentar desviar de motocicleta que parou na pista; apesar da gravidade, ninguém ficou gravemente ferido

Dois táxis se envolveram em um acidente de trânsito no início da tarde desta sexta-feira (13), no km 1 da BR-364, no município de Bujari, interior do Acre. A colisão ocorreu após um dos motoristas tentar desviar de uma motocicleta que teria parado no meio da pista para realizar uma conversão.

De acordo com informações repassadas pelos próprios taxistas, Artur conduzia um táxi que faz a linha intermunicipal Bujari/Rio Branco, um veículo modelo Gol de cor branca, quando percebeu que uma motocicleta, que seguia no mesmo sentido da rodovia, parou no meio da pista para fazer uma conversão à esquerda.

Para evitar a colisão com a motociclista, o motorista tentou frear, mas não conseguiu parar a tempo. Ao perceber que poderia atropelar a mulher, Artur desviou para a contramão, momento em que acabou colidindo frontalmente com outro táxi, um Chevrolet Spin de cor prata, conduzido por Arnaldo.

Com a força do impacto, o Gol ainda deslizou pela lateral do outro veículo e acabou parando debaixo de uma parada de ônibus improvisada, localizada na entrada de uma fazenda. A estrutura ficou destruída e por pouco o teto não caiu sobre o carro. Já o táxi Spin capotou na rodovia.

No veículo conduzido por Artur estava apenas o motorista. No carro dirigido por Arnaldo, que seguia em direção ao município de Sena Madureira, havia apenas uma passageira.

Populares que passavam pelo local prestaram os primeiros socorros e acionaram a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte básico para realizar os atendimentos.

Apesar da gravidade do acidente, ninguém ficou ferido gravemente. As vítimas apresentavam apenas escoriações pelo corpo e não precisaram ser encaminhadas para uma unidade hospitalar, já que todos utilizavam cinto de segurança no momento da colisão.

O Policiamento de Trânsito esteve no local, isolou a área para o trabalho da perícia e organizou o fluxo de veículos na rodovia. Posteriormente, a ocorrência foi assumida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), por se tratar de uma rodovia federal.

Após os procedimentos de praxe, os veículos envolvidos no acidente foram removidos por um guincho.

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