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Acre

“Comprador de votos é canalha e candidato a uma vaga no inferno”, dipara juiz da capital

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“A compra de votos é um crime hediondo”, dispara Giordane.

juiz-giordane-12-11Da Redação, com Agência ContilNet

O juiz do 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco, Giordane Dourado, é conhecido por dar declarações polêmicas através das redes sociais. Nesta última segunda-feira (11), o juiz usou seu perfil em uma rede social para falar sobre a compra de votos.

De acordo com a publicação, o juiz afirma que tal ato é um crime hediondo:

“A compra de votos é um crime hediondo. Não está formalmente prevista como tal, mas não deixa de o ser por causa dos seus efeitos nefastos”.

Ainda na mesma declaração, ele compara o comprador de voto a ladrões: “E o comprador de votos, além de um canalha cara-de-pau e sério candidato a uma vaga no inferno, é um ladrão e assassino”.

Ele explica a comparação: “Ladrão porque vai querer recuperar o que gastou afanando os recursos públicos. Assassino porque, com sua voracidade de gatuno, retira os recursos dos hospitais, das creches, dos postos de saúde, matando principalmente crianças e idosos que não tiveram o remédio ou tratamento necessários por falta de orçamento (certamente desviado) para o investimento no sistema de saúde”.

Na publicação, vários internautas concordaram com a opinião do juiz e teceram comentários na publicação de Giordane.

A internauta Valdete Souza possui o comentário mais popular da publicação. Ela afirma: “Desejo que seu sonho seja rapidamente realizado, [sic] pq [sic] eh o sonho de muitos, e que seja estabelecida, nem que seja intrinsecamente esta [sic] Hediondez”.

Segundo Maurilho Da Costa Silva, “esse sonho deve ser o sonho de todo juiz eleitoral”. O internauta completa: “Creio que é o sonho de muita gente de bem deste Estado e nação”.

O juiz termina sua declaração citando uma frase de um grande revolucionário, e afirma ter o desejo de colocar na cadeia o maior número possível de compradores de votos:

“Como diria Martin Luther King Jr., EU TENHO UM SONHO, que é, antes de me aposentar, botar na cadeia como juiz eleitoral o maior número possível de compradores de votos”.

E completa: “Quem me conhece sabe que gosto de realizar meus sonhos”.

Veja a publicação do juiz:

post-griordane-12-11

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Acre

Nível do Rio Acre recua em Rio Branco, mas segue acima da cota de alerta

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Mesmo com queda nas últimas horas, manancial ainda preocupa autoridades; volume de chuva foi baixo nas últimas 24h

O nível do Rio Acre apresentou redução na manhã desta quinta-feira (2), em Rio Branco, mas ainda permanece acima da cota de alerta, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com os dados, às 6h o rio marcou 13,79 metros, indicando queda em relação às medições anteriores. Já às 9h, o nível baixou para 13,70 metros, mantendo a tendência de recuo ao longo da manhã.

Apesar da diminuição, o manancial segue acima da cota de alerta, fixada em 13,50 metros. A cota de transbordo é de 14 metros, o que mantém o cenário de atenção para possíveis elevações.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado na capital acreana foi de 1,20 milímetros, considerado baixo e que contribui para a redução gradual do nível do rio.

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Páscoa: operação fiscaliza preços e combate abusos ao consumidor no Acre

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O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon) deflagrou, na segunda-feira (30), em todo o estado, a Operação de Páscoa, ação de fiscalização voltada ao período comemorativo, quando cresce a procura por pescados, chocolates e outros produtos típicos da data.

A operação tem como foco o monitoramento dos preços praticados no mercado, a identificação de variações abusivas e o cumprimento das normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC), com ênfase na transparência das informações e na correta precificação.

Os estabelecimentos visitados receberam notificações recomendatórias com orientações para prevenção de práticas abusivas e publicidade enganosa. O chefe do setor de fiscalização do Procon, John Lynneker Rodrigues, ressaltou o caráter educativo da ação. “Nosso trabalho é garantir que o consumidor tenha acesso a informações claras e preços justos, especialmente em períodos sazonais como a Páscoa, quando há maior demanda por determinados produtos. A atuação do Procon busca prevenir abusos e fortalecer a confiança no mercado.”

O gerente de um supermercado visitado na capital, Aludson Pereira, avaliou positivamente a presença dos fiscais. “A fiscalização é fundamental para demonstrar que os preços praticados seguem critérios baseados nos custos de aquisição. Esse acompanhamento também proporciona mais transparência e segurança ao consumidor, que passa a ter a garantia de estar pagando um valor justo”, declarou. A operação segue até o fim do período que antecede a data comemorativa.

Para consumo consciente na Páscoa, o Procon orienta os consumidores a planejar as compras com lista e orçamento definidos; pesquisar preços em diferentes estabelecimentos; avaliar custo-benefício além da marca ou embalagem; conferir validade, composição e peso líquido dos produtos; evitar parcelamentos desnecessários; optar por chocolates em barras, kits ou produtos artesanais; combinar limites de gastos com presentes entre familiares e amigos; e comprar apenas o necessário para evitar desperdício.

Denúncias, consultas e reclamações podem ser feitas pelos telefones (68) 3223-7000 ou 151, pelo e-mail [email protected], pela plataforma consumidor.gov.br ou pelos formulários digitais no site Meu Ac.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.​​​​​​​​​​​​​​​​

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Hotel deve ser indenizado por falha na instalação de sistema fotovoltaico

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As irregularidades técnicas do equipamento instalado geraram prejuízo ao consumidor, que teve seus direitos garantidos com a imposição de indenização por danos morais e materiais

A 2ª Câmara Cível deu provimento ao pedido de um hotel para que a empresa de energia solar e a distribuidora de energia fossem responsabilizadas pelo atraso na instalação e pelo mau funcionamento do sistema fotovoltaico. A decisão foi publicada na edição nº 7.988 do Diário da Justiça (pág. 5), desta quarta-feira, 1º de abril.

De acordo com as cláusulas do contrato, o prazo para execução dos serviços era de 70 dias e o sistema de compensação geraria 5.000 kWh/mês. Além da extrapolação do prazo, nos dois primeiros meses o sistema apresentou desempenho inferior ao contratado, variando de 679 a 2.513 kWh/mês.

No 1º grau, a sentença tinha condenado as demandadas ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais. Contudo, o hotel recorreu para que os danos materiais também fossem incluídos. Deste modo, as perdas e danos emergentes do inadimplemento contratual foram avaliados à luz do Código de Defesa do Consumidor.

Ao analisar o mérito, a relatora do processo, desembargadora Waldirene Cordeiro, assinalou que o dano material ficou evidenciado pelo pagamento simultâneo do financiamento do sistema e das faturas de energia elétrica durante o período em que o equipamento não operava adequadamente, bem como pelos gastos extras que foram necessários para a correção da falha técnica e foram comprovados nos autos. Portanto, estes também devem ser indenizados, decidiu o colegiado por unanimidade.

Apelação Cível nº 0711563-74.2022.8.01.0001

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