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Com salários de até R$ 4,7 mil, inscrições do concurso do Coren-AC estão abertas

O Conselho Regional de Enfermagem do Acre (Coren-AC) segue com as inscrições abertas para concurso público destinado ao provimento de vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio, técnico e superior.
O certame oferece oportunidades para atuação em Rio Branco, com salários que podem chegar a R$ 4.750, além de benefícios. O Instituto Quadrix é responsável pelo certame.
Os interessados podem se inscrever até as 23h do dia 5 de fevereiro de 2026, exclusivamente pela internet, por meio do site do Instituto Quadrix, banca organizadora do concurso.
As provas objetiva e discursiva estão previstas para o dia 15 de março de 2026, no turno da tarde, na capital acreana. Os horários de abertura dos portões e início das provas ainda serão divulgados pela organizadora.
As taxas de inscrição variam conforme o nível do cargo: R$ 64 para funções de nível médio e técnico e R$ 70 para nível superior. O pagamento pode ser feito por boleto bancário ou via PIX. O edital também prevê isenção da taxa para candidatos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), membros de famílias de baixa renda e doadores de medula óssea, desde que atendidos os critérios legais.
De acordo com o edital, todas as vagas possuem carga horária semanal de 40 horas. Para o nível médio, há oportunidade para Assistente Administrativo, com salário base de R$ 1.739,23, além de benefícios. No nível técnico, os cargos são de Técnico de Enfermagem, com remuneração de R$ 3.325, e Técnico em Tecnologia da Informação, com salário de R$ 1.739,23, ambos destinados à formação de cadastro de reserva.
Já no nível superior, estão disponíveis os cargos de Assessor de Comunicação, Contador, Enfermeiro e Enfermeiro Fiscal. Os salários variam entre R$ 3 mil e R$ 4.750, sendo que há vagas imediatas para enfermeiro e enfermeiro fiscal, além de cadastro de reserva para as demais funções.
Além da remuneração, os aprovados terão direito a vale-alimentação de R$ 650, vale-transporte e participação no plano de cargos e salários do Coren-AC. Os contratos serão regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
O concurso contará ainda com avaliação de títulos para os cargos de nível superior, de caráter classificatório, além de reserva de vagas para pessoas com deficiência (PCDs), pretos e pardos, indígenas e quilombolas, conforme a legislação vigente.
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Polícia Civil prende homem em flagrante por extorsão e ameaça contra companheira em Senador Guiomard
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe da Delegacia-Geral de Senador Guiomard, prendeu em flagrante nesta quarta-feira, 11, um homem suspeito de extorquir e ameaçar a própria companheira. A prisão ocorreu nas proximidades da delegacia de polícia da cidade.
Na noite do dia anterior a equipe plantonista de oficiais investigadores de polícia que atuam no município recebeu, na unidade policial, uma mulher que relatou ter sido ameaçada pelo companheiro, identificado pelas iniciais R.N.D.S., de 27 anos. Segundo a vítima, o suspeito exigia que ela lhe entregasse valores em dinheiro e, durante a discussão, utilizou uma caneta esferográfica para pressionar o objeto contra o peito da mulher, provocando uma lesão.

A vítima contou ainda que estava dentro de um veículo com o suspeito no momento da ameaça. Em um momento de descuido do agressor, ela conseguiu sair do carro e buscar ajuda diretamente com os policiais civis plantonistas.
Diante da denúncia, os oficiais investigadores de polícia iniciaram diligências imediatamente e localizaram o suspeito nas proximidades da delegacia, efetuando a prisão em flagrante.
Após a condução à unidade policial, foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante e realizadas as comunicações legais. O suspeito permanece custodiado na delegacia, onde aguarda encaminhamento para a audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Mãe de criança autista denuncia constrangimento em unidade de saúde de Rio Branco: “Priorizei a segurança da minha filha e quase perdi a consulta”
Ana Beatriz relata que servidora ameaçou cancelar atendimento enquanto ela corria atrás da filha, que tem TEA nível 2, para evitar que saísse da UBS Maria Barroso

Ana Beatriz Silva Pessoa, moradora de Rio Branco, denunciou problemas no atendimento recebido na Unidade de Saúde Maria Barroso, localizada no bairro Ayrton Sena. Foto: captada
A moradora de Rio Branco Ana Beatriz Silva Pessoa denunciou publicamente um episódio de constrangimento vivido na Unidade de Saúde Maria Barroso, localizada no bairro Ayrton Sena. O caso ocorreu na terça-feira (10), enquanto aguardava atendimento com a filha, uma criança diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA) nível 2 de suporte.
Segundo o relato, durante a espera pela consulta, a menina correu em direção à porta da unidade. A mãe precisou agir rapidamente para alcançá-la e evitar que fosse para a rua, priorizando a segurança da criança.
“Sou mãe de uma criança autista e, em razão das necessidades específicas da minha filha, algumas situações exigem atenção e cuidado imediato da minha parte. No dia do ocorrido, enquanto aguardava ser chamada para atendimento, minha filha correu em direção à porta da unidade. Imediatamente precisei correr atrás dela para evitar qualquer risco ou acidente, priorizando a segurança da minha filha”, relatou.
Foi nesse momento, segundo Ana Beatriz, que o nome dela foi chamado para o atendimento. Enquanto ainda tentava conter a criança, uma servidora da unidade teria dito em voz alta que, se ela não entrasse imediatamente, perderia a vez e não seria mais atendida.
“Mesmo percebendo claramente que eu estava apenas garantindo a segurança da minha criança, a servidora manteve essa postura”, afirmou.

Ana Beatriz também afirmou que não foi a primeira vez que enfrentou problemas no atendimento na mesma unidade de saúde. Foto: ilustrativa
A mãe conta que a situação gerou constrangimento diante de outras pessoas que aguardavam no local. Ela revelou ainda que não é a primeira vez que enfrenta problemas na mesma unidade.
“Infelizmente, esta não foi a primeira vez que passei por uma situação de constrangimento neste mesmo local. Já houve um episódio anterior em que também me senti desrespeitada e exposta durante o atendimento”, declarou.
Diante do caso, Ana Beatriz solicita que a situação seja analisada pela gestão da unidade e pelos órgãos competentes. Ela defende que o atendimento em saúde deve ser pautado pelo respeito e pela humanização, especialmente quando envolve pessoas com deficiência e crianças.
“Solicito que o fato seja devidamente apurado pela gestão da unidade e pelos órgãos responsáveis, para que medidas sejam tomadas e situações como essa não voltem a acontecer, garantindo um atendimento mais humano, respeitoso e inclusivo para todas as famílias”, concluiu.
Veja vídeo:
Nota da prefeitura:
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que, após verificação junto à coordenação da unidade, foi constatado que a usuária recebeu atendimento normalmente nesta terça-feira (11).
A situação relatada ocorreu em razão de um desencontro de comunicação no momento do chamado, o que pode ter gerado a percepção de falta de atenção.
A Semsa reforça que preza pelo atendimento humanizado e acolhedor a todos os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e permanece à disposição para eventuais esclarecimentos.
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TJ condena tio a mais de 33 anos de prisão por estupro da sobrinha

Um homem foi condenado a 33 anos, 3 meses e 10 dias prisão, em regime fechado por estupro de vulnerável e o pagamento de R$ 50 mil por danos morais no município de Feijó, no Acre. O acusado estuprou a sobrinha, tendo ocasionado em uma gravidez quando a vítima tinha 12 anos.
Segundo a Vara Criminal da Comarca de Feijó, o homem praticou os crimes em períodos diferentes, sendo a primeira vez em 2022 quando a menina tinha apenas 10 anos. Em 2024, quando a vitíma tinha 12 anos, o abuso resultou em uma gestação e no nascimento de uma criança, em outubro de 2024.
De acordo com os autos, o abusador ameaçava matar os irmãos da garota caso ela revelasse os abusos. Ao descobrir a gravidez, obrigou que a menina mentisse sobre a paternidade e atribuísse ao padrasto.
O exame de DNA confirmou a paternidade do réu sobre o filho da vítima e testemunhas confirmaram o medo e a situação de extrema vulnerabilidade em que a jovem viva.
Diante do risco e da perda da mãe ao longo do processo, a Justiça determinou o acolhimento da adolescente em um abrigo como forma de interromper o ciclo de violência e garantir a segurança.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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