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Com pneumonia, advogado de 25 anos tem parada cardiorrespiratória e morre a caminho de Rio Branco: ‘menino amado’
Cezar Gutierrez, de 25 anos, estava internado em Plácido de Castro com pneunomia e foi transferido de ambulância para Rio Branco. No percurso, advogado teve duas paradas cardiorrespiratórias e morreu no hospital de Senador Guiomard, no interior.

Cezar Gutierrez morreu com pneumonia na última quinta-feira (6). Foto: Arquivo pessoal
A descrição carinhosa é Adeuirtes Cardoso da Silva, tia do advogado Cezar Gutierrez, de 25 anos, que morreu na última quinta-feira (6) com pneumonia. O rapaz foi diagnosticado com a doença em dezembro do ano passado, fez tratamento e recebeu alta médica.
A Prefeitura de Plácido de Castro divulgou uma nota de pesar pela morte do advogado. O pai dele é servidor público da gestão municipal.
Cezar morava sozinho na capital acreana e a família em Plácido de Castro, no interior. Na última segunda (3), o advogado voltou a sentir dores, febre, cansaço e buscou atendimento médico no hospital do interior.
“Ele veio comigo para Plácido de Castro dia 31 de janeiro. Quando foi na segunda, ele teve uma dispneia e levei ele para o hospital. Chegou saturando baixo e ficou internado no oxigênio. Quando foi na quinta ele rebaixou, estabilizaram e o encaminharam para Rio Branco no Samu”, relembrou.
A caminho da capital, Cezar teve uma parada cardiorrespiratória e as equipes médicas pararam na cidade de Senador Guiomard, que fica a cerca de 21 quilômetros de Rio Branco, para reanimá-lo. Os médicos conseguiram reanimar o advogado, mas ele teve uma segunda parada e morreu no hospital de Senador Guiomard.

Advogado tinha conseguido a carteira da OAB-AC ano passado e trabalhava em um escritório com amigos. Foto: Arquivo pessoal
“Não conseguiram mais reanimar, entubaram ele e não resistiu. Ele era saudável, tinha uma vida normal. Achamos que ele pegou algum fungo no pulmão, mas é só uma suspeita da família. O atestado de óbito tem pneumonia e parada cardiorrespiratória”, confirmou.
A morte do advogado deixou amigos, conhecidos e colegas de faculdade em choque. As redes sociais se encheram de homenagens para o rapaz. “Nossa família reside em Plácido de Castro há mais de 70 anos, nunca saímos daqui, a família do pai dele é muito conhecida. Ele era muito querido, sonhava em se mudar para o Rio de Janeiro morar com a irmã que passou agora no Mais Médico”, concluiu.
Nota na íntegra da Prefeitura de Plácido de Castro
A Prefeitura de Plácido de Castro manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Cezar Gutierrez, de 25 anos, ocorrido nesta quinta-feira, dia 6, em decorrência de pneumonia.
Cezar Gutierrez era filho do funcionário público Rafael Gutierrez (Dim Rafael) e de Vanuza Gutierrez. Neste momento de dor, solidarizamo-nos com os familiares e amigos, expressando nossas mais sinceras condolências. Que a família encontre conforto e força para superar esta perda irreparável.
Prefeito: Camilo da Silva
Vice-prefeito: Luiz Hasimoto
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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