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Coluna da Maria Coutinho

Brasil tem perfil histórico de fornecedor de matéria-prima, realidade que promove limitações e o torna refém dos valores oscilantes no mercado mundial

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Quando a nação quer, faz!

O Brasil para…

…numa tentativa de conter as consequências danosas da crise. A frota que alimenta o mercado em todo o País decidiu frear os desmandos da administração falha e corrupta.

Com o apoio da nação…

…os caminhoneiros bloquearam as rodovias. O resultado da paralização apresenta efeito dominó e o colapso do desabastecimento aflige a população. Admito o momento dramático, porém necessário e o governo terá que se posicionar satisfatoriamente.

Nesse processo de reintegração do Brasil…

…ao seu povo, brava gente, sinto falta dos grandes empresários do ramo da agroindústria aderindo, apoiando e honrando o movimento de uma nação que pede socorro. Mas ao contrário, tudo indica que eles estão “quetins…quetins”.

Não há como negar…

…que nosso o Brasil tem perfil histórico de fornecedor de matéria-prima, realidade que promove limitações e o torna refém dos valores oscilantes no mercado mundial, mas é bom esclarecer que fato não justifica medidas impopulares de magnitude danosa e nem a apropriação indevida do erário publico.

A instabilidade econômica…

…tem penalizado os brasileiros e a indiferença do governo federal em relação ao sofrimento imposto aos pobres, acorda alavanca, encoraja o gigante para combater os abusos vivenciados drasticamente, nos últimos anos.

A corrupção…

…faz parte do pacote em diferentes setores, que movimentam o País e o pobre sofre as consequências. Dentre os males é possível listar a promoção do desemprego, violência, miséria e fome.

A união faz a força…

…para combater os desmandos de administrações corruptas, fascistas e opressoras. Precisamos da nação acordada e não acuada!

Alça de acesso…

…enfim o gigante começa a descobrir a alça de acesso ao respeito. As manifestações pacíficas liberam o raciocínio critico da nação oprimida.  Precisamos nos manifestar e nos manter atentos, pois o avanço foi pouco. Frear o governo abusivo deve ser prioridade da nação explorada.

O acordo meia boca…

…a gasolina e o metanol ainda não foram contemplados, como resultado desse movimento.  A nação apoiou porem, na pratica o pacote de medidas propostas pelo governo, contempla temporariamente uma classe.

Sabemos que a saúde financeira…

…da Petrobras, esta frágil e desacreditada em decorrência das milícias que devasta o País. Nesse contexto nefasto, vejo o estado ausente e descomprometido com ações capazes de melhorar a vida da nação.

 Temos o País…

…desabastecidos enquanto políticos oportunistas filosofam devaneios, visando permanecer no poder. Quanto aos que preferem levar a vida turistando, não dispensam oportunidades de somar recursos debruçados sobre seus próprios umbigos.

Sofremos com um governo…

…ditador que abomina e asfixia o pobre. Temos ricos, poderosos e corruptos com patrimônios incalculáveis, condenados à prisão em suas mansões.

Quanto aos Impostos abusivos no Brasil…

…tem sido moeda de troca das milícias, pra tapar os rombos dos roubos. A carga tributaria brasileira que deveria beneficiar a nação, promove a escravidão.  Nesse caso as ações humanitárias não se aplicam, tornam-se alheias.

Vivenciamos…

…um momento de polarização intenso em nosso País.  A politica do ódio tem sido ladainha para alimentar a cegueira dos patetoides.

Não podemos…

…continuar leigos, pois o tempo permanece complicado. É bom entender que a polarização de sentimentos partidários nos condenará ao caos eterno.

A imagem desgastada dos políticos…

…e a crise econômica, instalada é real. O brasileiro, esta sem perspectiva de vida melhor e em desalento, enquanto o mau “bicora” presas fáceis.

O dia permanece sem horizonte…

…e o caminho exaustivo. O alto custo de vida angustia a população. Não podemos permanecer tolos, não demore perceber que precisamos fortalecer o amor próprio, a democracia, a solidariedade, a inclusão e os direitos humanos.

Nos eleitores…

…precisamos ter consciência que agora e a hora de escolher o norte do Brasil.

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Prefeitura de Rio Branco acompanha avanço das obras do Mercado Elias Mansour e do Viaduto da AABB

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Com investimentos de cerca de R$ 60 milhões, prefeitura avança em duas das maiores obras urbanas da capital, fortalecendo a mobilidade, a economia e a requalificação do centro histórico

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, realizou nesta sexta-feira (9), uma visita técnica às obras do Mercado Municipal Elias Mansour, no bairro Cadeia Velha, e ao Viaduto Mamedio Bittar, conhecido como Viaduto da AABB. As intervenções integram um amplo pacote de investimentos da Prefeitura de Rio Branco voltado à infraestrutura, mobilidade urbana e à requalificação do centro da capital.

Com investimento estimado em cerca de 30 milhões, obra do Mercado Elias Mansour é uma das maiores intervenções urbanas atualmente em execução no município. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Com investimento estimado em cerca de R$ 30 milhões, a obra do Mercado Elias Mansour é uma das maiores intervenções urbanas atualmente em execução no município. Desse total, aproximadamente R$ 22 milhões são provenientes de emendas parlamentares do senador Márcio Bittar (PL). A agenda contou ainda com a presença do vice-prefeito Alysson Bestene, do secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, além de outros gestores municipais.

Prefeito destacou que a obra já ultrapassou 50% de execução e ressaltou a importância do novo mercado para o desenvolvimento urbano e econômico da cidade. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Durante a visita, o prefeito destacou que a obra já ultrapassou 50% de execução e ressaltou a importância do novo mercado para o desenvolvimento urbano e econômico da cidade. Segundo Bocalom, o empreendimento representa um marco histórico para Rio Branco, tanto pela sua dimensão quanto pela transformação que trará ao centro da capital.

De acordo com o gestor, o empreendimento representa um marco histórico para Rio Branco, tanto pela sua dimensão, quanto pela transformação que trará ao centro da capital. (Foto: Val Fernandes/Secom)

“É uma obra grande, complexa, com três pavimentos e muitos detalhes, mas que vai ficar para o resto da vida como uma grande intervenção que deu mais qualidade ao centro de Rio Branco. Esse mercado será um grande cartão de visitas para a nossa cidade”, afirmou o prefeito.

O gestor também ressaltou a parceria com o senador Márcio Bittar, destacando que os recursos viabilizaram tanto o mercado, quanto o Viaduto da AABB.

“Estamos falando de uma obra de R$ 30 milhões, algo que não se faz todos os dias. Quando se cuida bem do dinheiro público, ele rende muito mais”, completou.

O senador Márcio Bittar reforçou a parceria com a Prefeitura de Rio Branco e destacou o papel das emendas parlamentares na execução de obras estruturantes no Acre. (Foto: Val Fernandes/Secom)

O senador Márcio Bittar reforçou a parceria com a Prefeitura de Rio Branco e destacou o papel das emendas parlamentares na execução de obras estruturantes no Acre. Ele lembrou que os recursos destinados ao Mercado Elias Mansour e ao viaduto foram articulados no período em que atuou como relator do Orçamento Geral da União.

“O prefeito Bocalom tem uma grande vantagem: mesmo quando há atraso no repasse federal, a prefeitura não para as obras, porque tem recursos em caixa. Isso é mérito da gestão e da organização financeira do município”, afirmou o senador da República.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, a previsão de entrega está estimada entre os meses de maio e junho, considerando o período invernoso e a logística de entrega dos insumos, que vêm do Sul do país. (Foto: Val Fernandes/Secom)

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, cerca de R$ 15 milhões já foram investidos na obra do mercado. A previsão de entrega está estimada entre os meses de maio e junho, considerando o período invernoso e a logística de entrega dos insumos, que vêm do Sul do país.

“As obras já ultrapassaram 50% de execução. O acabamento é bastante detalhado e o resultado será um equipamento moderno, bonito e à altura dos grandes centros do país”, destacou o secretário.

Durante a visita ao Viaduto Mamedio Bittar, o prefeito destacou que a obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco e o senador Márcio Bittar. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Já durante a visita ao Viaduto Mamedio Bittar, o prefeito Tião Bocalom destacou que a obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco e o senador Márcio Bittar, que viabilizou parte dos recursos em Brasília, complementados pelo município. Com investimento total de R$ 30 milhões, o viaduto representa um marco de modernidade para a cidade, reforçando sua identidade como capital e oferecendo impacto visual e funcionalidade à população.

Obras reforçam o compromisso da gestão municipal com a modernização da infraestrutura urbana, a valorização do centro histórico e a melhoria da qualidade de vida da população de Rio Branco. (Foto: Val Fernandes/Secom)

“Apesar do atraso no cronograma, causado pela demora na entrega de uma viga de aço adquirida diretamente da siderúrgica, a obra é motivo de orgulho para nossa gestão municipal e simboliza uma das grandes realizações urbanas da cidade”, afirmou o prefeito.

As obras do Mercado Elias Mansour e do Viaduto da AABB reforçam o compromisso da gestão municipal com a modernização da infraestrutura urbana, a valorização do centro histórico e a melhoria da qualidade de vida da população de Rio Branco.

Veja vídeo assessoria:

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Estudo da Fecomércio Acre aponta que custos dos pedágios em Rondônia podem impactar a economia acreana

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Free Flow na BR-364 — Foto: Reprodução/Nova 364

Efraim Macambira

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC) vem realizando estudos para dimensionar o real aumento de preços nos custos de mercadorias no Acre, após o início da cobrança da tarifa de pedágios na Nova 364, no trecho entre Porto Velho e Vilhena, previsto para se iniciar em 12 de janeiro. Serão sete pontos de pedágio ao longo da BR-364, com o primeiro em Candeias do Jamari e o último no trecho de Pimenta Bueno, cruzando o estado de Rondônia desde sua divisa com Mato Grosso até Porto Velho, todos no sistema Free Flow, de forma automatizada, seja pela placa do veículo ou pela leitura das Tags de pedágio, ou seja, sem cabines de cobrança.

Os custos com o transporte naquele trecho variam de acordo com o veículo e seu porte. Automóveis, caminhonetes e furgões com dois eixos terão um custo de R$ 144,80 entre Porto Velho e Vilhena. Um veículo com três eixos terá um custo de R$ 435,40 e um caminhão com oito eixos, um custo de R$ 1.158,40. Há uma estimativa de que, para o transporte de cargas de outros estados que precisem cruzar Rondônia para acessar o Acre, em um caminhão com cinco eixos, o valor gire, em média, em R$ 724,00.

Tais valores aplicam-se somente ao trecho da BR-364 em Rondônia. Em um transporte de cargas de São Paulo até o Acre, haverá outros pontos de pedágio, tanto em São Paulo quanto em Goiás (se for a rota) e Mato Grosso. No total, serão mais 22 postos de pedágio entre o Acre e São Paulo, o que faz com que os custos apresentados no trecho de Rondônia não sejam os custos totais da origem da viagem até o seu destino.

Segundo o assessor da Presidência da Fecomércio Acre, Egídio Garó, a implantação da cobrança de pedágio na Nova 364 tende a gerar impactos diretos na economia do Estado, especialmente na formação de preços do comércio e no custo de vida da população acreana. “Certamente, o custo do pedágio comporá a formação de preços no comércio varejista e atacadista do Acre. Todos os produtos que aqui chegarem após o dia 11, quando do início das operações, sofrerão aumento em seus preços ao consumidor final e interferirão, ainda, no custo da cesta básica para famílias de baixa renda. A Portaria ANTT nº 517, de 2025, publicada no Diário Oficial da União, define as tarifas e os pontos onde serão aplicadas. Com isso, a redução de custos obtida quando da inauguração da ponte sobre o Rio Madeira retornará aos custos operacionais do comércio, afetando diretamente a economia do Estado”, avaliou.

Free flow na rodovia — Foto: Divulgação/Tamoios

Em contrapartida, Egídio Garó pondera que a concessão também traz benefícios operacionais e estruturais para a logística.

“Contudo, cabe informar que a cobrança dos pedágios melhorará as condições de rodagem da rodovia, trará mais segurança durante as viagens e outros serviços, tais como: operações de atendimento do SAMU; monitoramento eletrônico; estruturação para cobertura 4G; e áreas de apoio e pontos de descanso. Mesmo percebendo um real aumento nos preços finais, o impacto pode ser menor por conta da infraestrutura oferecida pela rodovia, da minimização de acidentes, da integridade dos produtos transportados e da manutenção veicular”, pontuou Garó.

Uma vez iniciadas as operações, a Federação do Comércio do Acre acompanhará a evolução dos preços e o seu impacto na economia do Estado.

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Motociclista de aplicativo morre após ser atropelado por caminhão na BR-364 em Rio Branco

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Vítima tentou ultrapassar caminhão boiadeiro, perdeu o controle da moto e morreu ainda no local do acidente

Um motociclista de aplicativo identificado como Edino Nazareno de Oliveira Barroso, de 50 anos, conhecido como “Velhinho”, morreu na tarde desta quinta-feira (8) após sofrer um grave acidente de trânsito na BR-364, nas proximidades do Auto Posto Corretão, no bairro Santa Inês, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com testemunhas, Edino trafegava em uma motocicleta modelo Mottu, de cor preta, no sentido centro–bairro, quando tentou realizar uma ultrapassagem em um caminhão boiadeiro vermelho, de placa MZS-7793. Durante a manobra, ele teria tocado no veículo, perdeu o equilíbrio e caiu sobre a pista, sendo atropelado em seguida pelo próprio caminhão.

Com o impacto, o motociclista sofreu múltiplas fraturas e teve a cabeça esmagada por uma das rodas do veículo de grande porte.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado ao local. Apesar das tentativas de reanimação realizadas pela equipe médica, Edino não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na via pública.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram no local, isolaram a área para os trabalhos da perícia e registraram o Boletim de Acidente de Trânsito (BAT). Após a conclusão dos procedimentos, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames cadavéricos.

O motorista do caminhão permaneceu no local e foi conduzido até o posto da PRF para prestar esclarecimentos. A motocicleta foi recolhida por um guincho e a rodovia, que ficou parcialmente interditada, foi liberada após o encerramento da ocorrência.

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