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Brasil

Cerca de R$ 35 milhões de brasileiros já receberam a primeira parcela do auxílio emergencial

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Pouco mais de duas semanas desde o início do programa, o banco creditou cerca de R$ 25 bilhões em benefícios

Os dados mais recentes da Caixa Econômica Federal apontam que 35 milhões de brasileiros já receberam o pagamento de R$ 600 do Auxílio Emergencial do Governo Federal. Pouco mais de duas semanas desde o início do programa, o banco creditou cerca de R$ 25 bilhões em benefícios.

De 9 de abril até esta sexta-feira (24), cerca de 46 milhões de pessoas se cadastraram para receber o auxílio, criado para assistir trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais (MEI) durante a pandemia do novo coronavírus. O governo federal vai conceder o valor de R$ 600 a essas categorias por três meses.

De acordo com o Ministério da Cidadania, boa parte das pessoas que têm direito ao benefício já receberam a primeira parcela. No entanto, muitos brasileiros ainda devem receber a quantia nos próximos dias. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, garantiu que todos aqueles que foram elegíveis vão receber o benefício.

“Nenhum país fez um movimento deste tamanho com tanta segurança, rapidez e atingindo aqueles que verdadeiramente mais precisam. Nós estamos dando condições para que o estado brasileiro possa enxergar estes que agora são visíveis e até algumas semanas eram invisíveis da economia brasileira.  Não iremos deixar nenhum brasileiro para trás e vamos atingir a todos, estejam em que condição estiverem, com esse auxílio que é vital para a sobrevivência neste momento”.

A Caixa informou que o site para cadastro e acompanhamento do auxílio emergencial já recebeu mais de 275 milhões de acessos e que a central de atendimento por ligações recebeu cerca de 72 milhões de chamadas. Os números expressivos também são ilustrados pelo número de pessoas que nunca tiveram conta bancária e passam a ter para receber o auxílio.

Segundo Pedro Guimarães, presidente da entidade, a Caixa criou contas bancárias gratuitas para mais de 30 milhões de brasileiros desde o início do benefício. Ele afirma que esse será um dos legados que vai se estender após a pandemia.

“Após essa crise de saúde, nós teremos o orgulho de que mais de 30 milhões de pessoas que não tinham conta em banco até duas semanas atrás e, como consequência, eram vítimas de se cobrar mais de 20% ao mês, passam a fazer parte de um sistema com contas de graça na Caixa e, após essa crise, poderão tomar dinheiro [emprestado] a taxas muito inferiores. Isso é uma grande vitória”.

A Caixa também informou que as pessoas que tiveram o auxílio negado por alguma inconsistência no cadastro e que acham que a avaliação foi errada, podem recorrer e preencher um novo formulário pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo aplicativo CAIXA/Auxilio Emergencial.

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Brasil

Em crise, Correios colocam imóveis à venda e esperam arrecadar até R$ 1,5 bilhão

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
correios setor bancario norte

Os Correios iniciaram uma nova etapa do plano de reestruturação com o lançamento de um processo de alienação de imóveis próprios em diferentes regiões do país. A iniciativa prevê a venda de ativos considerados ociosos e pode gerar até R$ 1,5 bilhão em receitas até dezembro, segundo a estatal.

Os primeiros leilões estão programados para os dias 12 e 26 de fevereiro, e terão oferta inicial de 21 imóveis. Os certames serão realizados de forma totalmente digital e estarão abertos à participação de pessoas físicas e jurídicas.

A medida integra um conjunto de ações voltadas à reorganização financeira da empresa, com foco na redução de custos fixos e na retomada da capacidade de investimento.

De acordo com os Correios, os recursos obtidos com a venda dos imóveis deverão ser direcionados ao fortalecimento das operações logísticas, à modernização da infraestrutura e à sustentabilidade financeira de longo prazo da estatal.

A empresa afirma que as alienações não terão impacto na prestação dos serviços à população.

Imóveis em diferentes estados

Nesta primeira fase, o portfólio inclui imóveis localizados em estados, como Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Entre os ativos ofertados, estão prédios administrativos, antigos complexos operacionais, terrenos, galpões, lojas e apartamentos funcionais.

Os valores iniciais variam de cerca de R$ 19 mil a R$ 11 milhões, o que, segundo a empresa, amplia o alcance dos leilões para investidores de diferentes perfis. Outros imóveis classificados como ociosos ainda estão em fase de preparação para futuras etapas de venda.

Reequilíbrio financeiro

A alienação de ativos integra o plano mais amplo de reestruturação dos Correios, que prevê ações de curto, médio e longo prazos para melhorar a eficiência operacional e restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro da empresa. A estratégia inclui revisão de estruturas, otimização de custos e iniciativas voltadas à modernização das operações logísticas.

A estatal busca, com essas medidas, adaptar sua estrutura ao cenário atual do setor postal e logístico, marcado pela queda do volume de correspondências tradicionais e pelo crescimento das encomendas impulsionadas pelo comércio eletrônico.

Nesse contexto, a venda de ativos considerados subutilizados é vista como forma de liberar recursos para áreas estratégicas e aumentar a competitividade da empresa.

Os editais, a descrição dos imóveis e o cronograma dos leilões estão disponíveis nos canais oficiais dos Correios e da leiloeira responsável pelos certames. A expectativa da empresa é que novas rodadas de alienação ocorram ao longo do ano, conforme os ativos forem preparados para venda.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Governo federal libera R$ 363 mil ao Acre para compra de medicamentos de alto custo do SUS

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Recursos serão destinados a tratamentos de doenças crônicas, raras ou de alta complexidade; repasse segue produção ambulatorial registrada pelo estado

Em nível nacional, a portaria prevê a transferência de R$ 575,5 milhões para estados e o Distrito Federal, com média mensal de R$ 191,8 milhões, reforçando o custeio da assistência farmacêutica especializada em todo o país. Foto: captada 

O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 363.177,24 ao Acre para financiar a aquisição de medicamentos de alto custo do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica do SUS. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (6) e prevê o pagamento integral no primeiro trimestre de 2026, referente aos meses de janeiro, fevereiro e março.

O valor corresponde à média mensal aprovada com base nos dados registrados pelo estado nos meses de setembro, outubro e novembro de 2025 no Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). O Acre não recebeu ajustes adicionais e terá acesso ao montante total para custear medicamentos do Grupo 06, Subgrupo 04 da tabela do SUS, voltados principalmente ao tratamento de doenças crônicas, raras e de maior complexidade.

Nacionalmente, a portaria prevê a transferência de R$ 575,5 milhões para estados e o Distrito Federal, com média mensal de R$ 191,8 milhões. Os repasses são realizados pelo Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais, seguindo critérios técnicos baseados na produção ambulatorial apresentada por cada unidade federativa.

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Ufac entrega cartões do Banco do Brasil a jovens pesquisadores

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A iniciativa reforça a valorização da produção do conhecimento e garante um ponto de partida importante para os jovens que ingressam na universidade

A Ufac realizou no auditório da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a entrega dos cartões do Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores, viabilizado por meio do edital n.º 40/2025. Ao todo, 15 estudantes foram contemplados e cada projeto científico selecionado recebeu R$ 6 mil para atender a demandas sociais e regionais.

Para a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho, o apoio institucional aos editais tem contribuído de forma significativa para a consolidação de grupos que desenvolvem pesquisas relevantes na região. Segundo ela, a iniciativa reforça a valorização da produção do conhecimento e garante um ponto de partida importante para os jovens que ingressam na universidade. “Esse aporte de recursos permite que eles iniciem seus trabalhos e se preparem para disputar novas chamadas de fomento, qualificando-se e se fortalecendo na área”, destacou.

A iniciativa integra a política institucional de pesquisa da Ufac. O valor recebido pelos pesquisadores é operacionalizado por meio de cartões individuais do Banco do Brasil, o que garante maior autonomia e agilidade na execução das atividades. A proposta busca reduzir entraves burocráticos e ampliar a inserção de novos pesquisadores no ambiente acadêmico.

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