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Acre

Atropelamento que vitimou Sra. Enma em Cobija é solucionado: motorista confessa e é condenado

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Advogado assume culpa por atropelamento fatal na rua Beni, em Cobija, após falhas mecânicas no veículo; vítima era figura conhecida na comunidade local

O caso gerou comoção e revolta na comunidade local, que lamenta a perda de uma figura conhecida nas ruas de Cobija. Foto: captada 

O caso do atropelamento que resultou na morte da Sra. Enma Suárez, 64 anos, foi solucionado nesta semana após o motorista envolvido no acidente se apresentar voluntariamente à polícia e confessar o crime.

O advogado, cuja identidade não foi divulgada, afirmou às autoridades que não percebeu o atropelamento devido a falhas mecânicas em seu veículo, ocorrido na última sexta-feira, 28 de fevereiro, por volta das 22h, no centro comercial de Cobija, na Bolívia.

O incidente aconteceu na rua Beni, uma área comercial com pouca iluminação pública. Enma, que transitava entre a calçada e a via, foi atingida pelo carro em velocidade ainda não divulgada. Após o choque, a vítima foi socorrida por transeuntes e encaminhada à Clínica Integramédica para realização de exames, sendo posteriormente transferida ao Hospital Roberto Galindo Terán. Lá, foi diagnosticada com múltiplas lesões e choque pélvico, que levaram a um sangramento interno e, consequentemente, à sua morte.

A sentença foi anunciada pelo procurador Juan Carlos Claros durante a audiência de custódia. O acusado cumprirá a pena na Penitenciária de Villa Busch. Foto: captada 

Conhecida na comunidade local, Enma vivia há décadas na rua Beni, no centro da capital de Pando. O motorista, um advogado de renome em Cobija, confessou o crime e foi condenado a 3 anos de prisão em regime fechado. A sentença foi anunciada pelo procurador Juan Carlos Claros durante a audiência de custódia. O acusado cumprirá a pena na Penitenciária de Villa Busch.

O caso reforça a discussão sobre a necessidade de melhorias na infraestrutura viária e na iluminação pública no centro de Cobija, além de alertar para a importância da manutenção preventiva de veículos. A comunidade local lamenta a perda de Enma, lembrada como uma figura carismática e querida na cidade.

Enma, uma senhora sem-abrigo muito conhecida em Cobija, morreu na última sexta-feira (28) após ser atropelada na rua Beni, no centro comercial da cidade. Foto: captada

Veja vídeos entrevista do caso:

Veja vídeo com procurador Juan Carlos Claros:

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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