Acre
Casamento Coletivo em Feijó oficializa união de 40 casais
Ação demonstra compromisso do TJAC com a inclusão e a justiça social ao povo feijoense
A quadra poliesportiva da Escola Professor Severino Cordeiro, na cidade de Feijó, geralmente utilizada para as disputas e atividades esportivas, se transformou em um cenário especial, nesta quinta-feira, 15, para a realização da cerimônia de Casamento Coletivo do Projeto Cidadão, onde 40 casais oficializaram a união e a construção de um novo capítulo de vida.
Percorrendo todas as regiões do Estado do Acre, o Projeto Cidadão, uma das atividades sociais mais antigas do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), com trinta anos de existência, tem garantido a inclusão e a justiça social ao povo acreano por meio de diversos atendimentos as comunidades mais vulneráveis, e a celebração do Casamento Coletivo é exemplo desses compromissos.

O casal Larissa Mendes,18 anos, e João do Nascimento, 25 anos, foi o primeiro a chegar ao local. Os dois já moram sob o mesmo teto há quase dois anos e tomaram a decisão de oficializar a união logo quando souberam da abertura das habilitações no cartório.
“Não estávamos esperando, foi uma surpresa quando anunciaram que teria o Casamento Coletivo. Aproveitamos a oportunidade, pois pela condição financeira atual, não conseguiríamos arcar com as taxas”, disse João.






Um painel para fotos foi decorado com flores, bolo e lençóis acetinados, e as presenças de amigos e familiares deram um toque especial na quadra poliesportiva que não testemunhou apenas a troca de votos e a celebração do amor entre o casal Larissa e João, que se posicionou à frente da juíza celebrante, em lugar de destaque, para representar os demais casais de juventude, mas também do casal Derlândia Araújo, 31 anos, e Francisco de Souza, 57 anos, que se posicionou ao lado de Larissa e João como forma de representar os casais com mais experiência.
Há quatorze anos juntos, Francisco compartilhou que sabedoria e lealdade são os ingredientes que ajudam na duração do relacionamento.

União e celebração
A cerimonia contou com a banda do 61 BIS que emocionou os casais com músicas que lembram família e amor e ainda tocou a marcha nupcial. As boas-vindas foram feitas pelo pastor Jessé que mencionou 1Coríntios 13:4 “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura os próprios interesses, não se ira, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”.


Após as boas-vindas, a coordenadora do Projeto Cidadão, desembargadora Eva Evangelista, que representou a Presidência do TJAC, agradeceu a todos os envolvidos na realização da atividade enfatizando ser um momento de grande significado tanto para a equipe do Projeto Cidadão quanto para os casais.
Na oportunidade, a desembargadora explicou sobre o Projeto Cidadão, desde quando foi institucionalizado, além de orientar os casais sobre respeito, amor e a importância da família.

“Que a alegria e o amor que permeiam esta cerimônia inspirem todos nós e façam deste dia um marco eterno em nossos corações. A missão do Projeto Cidadão representa a atuação do Judiciário acreano em não apenas garantir a justiça, mas o olhar atento e sensível ao social, promovendo inclusão e cidadania. Obrigada a todos que contribuíram para essa festa maravilhosa”, agradeceu.

Ao conduzir a cerimônia de casamento, a juíza de Direito Carolina Lagos, salientou que a cerimônia é uma ocasião de grande importância que vai além do ato formal de se casar e representa a formalização de um compromisso, o reconhecimento de uma relação, e a celebração de uma nova etapa na vida dos noivos.
O Casamento Coletivo é uma iniciativa do Projeto Cidadão que promove a inclusão e proporciona oportunidades para casais que não têm condições de arcar com os custos de um casamento tradicional.
Estiveram presentes na cerimônia o juiz de Direito Robson Shelton, da Vara Criminal da Comarca de Feijó; os promotores de Justiça Bianca Bernades e Lucas Nonato; o delegatório Silvano Dicarli; representando a Aldeia Morada Nova, a Andressa Shamenawa e representando a SESAI, a Jarnéria Alencar.









Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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Acre
Renda per capita no Acre é a 2ª pior do Brasil em 2025, aponta IBGE; estado registra R$ 1.392
Média nacional ficou em R$ 2.316; Acre supera apenas Maranhão (R$ 1.219) e Ceará (R$ 1.390) no ranking das 27 unidades da federação

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foto: art
O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.
Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínuadivulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com dados do IBGE, a renda per capita no Acre foi de R$ 1.392,00 em 2025, uma das piores do Brasil. O estado aparece à frente apenas do Maranhão (R$ 1.219) e do Ceará (R$ 1.390). A pesquisa mostra que as menores médias estão concentradas nas regiões Nordeste e Norte. O Distrito Federal lidera o ranking nacional com R$ 4.538, enquanto São Paulo aparece em segundo lugar com R$ 2.956.
Critérios da pesquisa
A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada pelo IBGE desde janeiro de 2012. O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores, considerando rendimentos de trabalho e de outras fontes, inclusive pensionistas e empregados domésticos.
Os números divulgados resultam da soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência da pesquisa, com base nas primeiras entrevistas realizadas ao longo dos quatro trimestres de 2025.
A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).
Renda Domiciliar per Capita – Brasil (2022–2025)
| Ano | Renda Média (Brasil) |
|---|---|
| 2022 | R$ 1.625 |
| 2023 | R$ 1.893 |
| 2024 | R$ 2.069 |
| 2025 | R$ 2.316 |
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O país registrou crescimento contínuo no período, com alta de R$ 691 (42,5%) entre 2022 e 2025.
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Nove estados e o Distrito Federal superaram a média nacional.
Renda Domiciliar per Capita – Acre (2025)
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Renda per capita no Acre | R$ 1.392 |
| Posição no ranking nacional | 26º lugar (entre 27 UFs) |
| Comparativo com a média nacional | R$ 924 abaixo da média (R$ 2.316) |
| Estados com menor renda | Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.316) e Acre (R$ 1.392) |
Maiores e Menores Rendas por UF (2025)
| Posição | Unidade da Federação | Renda per capita |
|---|---|---|
| 1º | Distrito Federal | R$ 4.538 |
| 2º | São Paulo | R$ 2.956 |
| 3º | Rio Grande do Sul | R$ 2.839 |
| 4º | Santa Catarina | R$ 2.809 |
| 5º | Rio de Janeiro | R$ 2.794 |
| … | … | … |
| 25º | Ceará | R$ 1.316 |
| 26º | Acre | R$ 1.392 |
| 27º | Maranhão | R$ 1.219 |
Análise dos Dados
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Crescimento nacional consistente: A renda per capita brasileira apresentou evolução real nos últimos quatro anos, refletindo recuperação econômica e políticas de transferência de renda.
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Acre abaixo da média nacional: Com R$ 1.392, o estado está 42% abaixo da média do país (R$ 924 de diferença).
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Concentração regional: As maiores rendas permanecem no Centro-Sul (DF, SP, Sul e Sudeste), enquanto as menores se concentram no Norte e Nordeste.
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Posição no ranking: O Acre ocupa a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão, mas atrás do Ceará e de todos os demais estados das regiões Norte e Nordeste com dados disponíveis.
Fonte dos Dados
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Pesquisa: PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes
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Órgão: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
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Ano-base: 2025
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Divulgação: 27 de fevereiro de 2026
Esses dados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à geração de emprego, formalização do trabalho e transferência de renda no Acre, especialmente para reduzir as desigualdades regionais persistentes.
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Acre
Bocalom revela conversa com Valdemar da Costa Neto e diz que permanência no PL depende de reunião com Márcio Bittar
Prefeito afirma que presidente nacional do partido “ficou perplexo” com carta da direção estadual que o excluiu da disputa ao governo; decisão deve sair nesta semana

Bocalom informou que a conversa com o Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido. Foto: captada
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), revelou à imprensa acreana que conversou pessoalmente com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, sobre a possibilidade de disputar o governo do Acre pelo partido, mesmo após resistência por parte do senador Márcio Bittar e de boa parte da direção da sigla no estado.
De acordo com Bocalom, a permanência no PL não está definida e dependerá de uma conversa que deve ocorrer nesta semana entre Valdemar e o senador Márcio Bittar (PL), um dos maiores interessados no assunto, já que o parlamentar sonha em contar com o apoio do governo Gladson na disputa ao Senado.
Conversa com Valdemar
Bocalom informou que a conversa com Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido:
“Eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.
Desejo de permanência
Bocalom garantiu que deseja permanecer no PL e afirmou que faz parte da “verdadeira direita” no Acre:
“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou .
Carta da direção estadual
Por fim, o prefeito disse que Valdemar não estava ciente da carta que o PL do Acre divulgou com a intenção de priorizar apenas a disputa ao Senado no estado:
“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, concluiu.

Cumprindo agenda em Brasília, o prefeito Tião Bocalom, teve encontro com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: captada
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Acre
Guerra entre EUA e Irã deve elevar preço da gasolina e do diesel no Acre
Presidente da CDL afirma que combustíveis já começaram a subir e alerta para novos reajustes durante o conflito


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