Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Capataz de fazenda está sendo procurado após detenção de gado pela PM

Os dois caminhões com cerca de 16 bois e os envolvidos no momento foram conduzidos para a delegacia.
O episódio da detenção do gado pelos policiais do 10º Batalhão da PM do Alto Acre, ainda está sendo desenrolada na fronteira do Acre, fato ocorrido na noite desta quarta-feira, dia 29, quando receberam denuncias de furto de gado de uma fazenda localizada no Ramal da Torre.
Dois pequenos caminhões, juntamente com os motoristas e mais duas pessoas, foram detidas no ramal e conduzidos à delegacia, após constatarem que não portavam o documento de transporte de animais (GTA), e entrarem em contradição em seus depoimentos aos policiais. Na delegacia, todos foram ouvidos.
Os motoristas foram multados e liberados para responderem administrativamente pelo transporte ilegal de animais, além dos outros dois. O capataz que gerenciava o gado e os peões identificado como Cleone Pereira da Silva, está sumido desde o episódio e trabalha na fazenda a cerca dois anos. Está sendo procurado pelo gerente geral, senhor Antônio Augusto, para esclarecer os fatos.
“Na noite de quarta-feira (29), foram roubados 16 bois da fazenda, e o capataz senhor Cleone está desaparecido desde então. Estou registrando uma ocorrência na delegacia pelo fato dele ter sumido da fazenda junto com a sua esposa e os filhos. Temos testemunhas que ele não tem dormido no seu trabalho e nem atende telefone desde a ocorrência”, disse.
Diante dos fatos, Seu Antônio esteve na delegacia e no 10º Batalhão da PM, esclarecendo que ele é o gerente geral e não foi preso, e o funcionário Cleone, seria a pessoa que gerenciava os peões e o gado, que foi detido e liberado depois do fato registrado na noite de terça-feira, dia 29. O capataz está sendo procurado para dar esclarecimentos tanto na fazenda, quanto na delegacia posteriormente.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.









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