Acre
Caminhoneiros do Acre vão aderir paralisação geral após aumentos no preço do combustível
Com os contínuos reajuste dos combustíveis, os caminhoneiros começaram a mobilização para paralizar o tráfego nas rodovias por cinco cinco dias. O protesto busca pressionar o governo federal para congelar o preço do óleo diesel ou subsidiar o produto, como acontecia no passado. “Fui ao posto abastecer o meu caminhão e me deparo com o preço do diesel que semana passada custava R$ 4,61, mas agora pulou para R$ 4,99”, desabafou presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomo do Estado do Acre (Sintraba), Júlio .
Segundo ele, o movimento da paralisação nacional será comandado pelo Federação Nacional dos Caminhoneiros, mas nos estados será coordenado pelos sindicatos da categoria. Explicou que os caminhos que transportam a mercadoria que chegam as redes de supermercados, a produção agrícola que chegam aos portos para serem exportados e o material de recuperação das rodovias federais e estaduais. “Queremos um reajuste do frente no estado, porque não está compensado o transporte de cargas”, cobrou
Júlio contou que as novas licitações no setor de obras, as planilhas serão corrigidas, porque não estão compensando cumprir os acordos que foram celebrados no começo do ano, por conta dos constantes reajustes dos combustíveis, Explicou que na hora que a Petrobras autoriza o reajustado do combustíveis, todos os outros insumos são majorados. O diesel teve uma alta de 0,95 %, enquanto a gasolina de 1,80%, “mas quem continua pagando essa conta, somos nós”, lamentou o presidente do Sintraba.
Preocupação – A decisão dos caminhoneiros de bloquearem as rodovias na região central de Minas Gerais deixou os empresários acreanos do setor de transporte de cargas bastante apreensivo, com a possibilidade do movimento se estender para outras regiões. O temor do setor que as manifestações contra o preço dos combustíveis se alastre para a região de Rondônia e Mato Grosso, principal estrada de acesso ao Acre por via terrestre.
O protesto ocorrido no decorrer da semana contou com o apoio do Movimento União Brasil Caminhoneiro que agrega federações, sindicatos, cooperativas e associações de caminhoneiros de todo o país.. Os protestos partiram dos donos de caminhão que reclamam do preço salgado do óleo diesel, mas as manifestação começaram desde o início do mês, quando o governo anunciou mais um reajuste de 8% no produto.
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.










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