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Caixa Econômica Federal lança edital de concurso público com mais de mil vagas

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Por web 

Foi publicado nesta sexta-feira, 10, o edital do concurso Caixa 2021 com mais de mil vagas. Todas as oportunidades são para o cargo de técnico bancário, mas apenas para Pessoas com Deficiência (PcDs).

Do total de vagas, mil são imediatas e 100 para o cadastro de reserva. Em ambos os casos, 20% das oportunidades são destinadas a pessoas negras ou pardas.

Há vagas para o técnico bancário tradicional e para o da área de Tecnologia da Informação (TI). Neste último caso, são reservadas 100 vagas imediatas e dez para o cadastro de reserva, no polo do Distrito Federal.

As demais oportunidades estão distribuídas por todo país. Para concorrer, é preciso ter apenas o nível médio completo, além de se enquadrar, legalmente, na condição de pessoa com deficiência.

Os aprovados terão ganhos iniciais de R$3 mil, para jornada de 30 horas. Com os benefícios, no entanto, esse valor pode chegar a, aproximadamente, R$ 4.486,03. Confira!

auxílio refeição/alimentação – R$831,16 (já somado no valor de R$4.486,03)

auxílio cesta/alimentação – R$654,87 (já somado no valor de R$4.486,03)

auxílio 13ª cesta alimentação – R$654,87

auxílio creche/babá – R$502,98

possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional;

participação nos lucros e nos resultados;

possibilidade de participação em plano de saúde e em plano de previdência complementar;

possibilidade de participação em programa de elevação da escolaridade e desenvolvimento;

programas de preservação da saúde, qualidade de vida e prevenção de acidentes.

Inscrições serão aceitas até o dia 27

As inscrições para o concurso Caixa 2021 foram abertas nesta sexta-feira, 10, por meio do site da Cesgranrio , banca organizadora. Os interessados podem realizar os cadastros até as 23h59 do dia 27 de setembro.

No ato da inscrição, o candidato deve optar por um polo, que estará automaticamente vinculado ao macropolo/UF correspondente, para fins de classificação e convocação, assim como a cidade de realização das provas.

Para participar, é preciso pagar uma taxa de R$30. Candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), membros de família de baixa renda e doadores de medula óssea podem solicitar a isenção.

Os pedidos serão aceitos, no site da Cesgranrio , a partir desta sexta, 10, até o próximo dia 17. O resultado desta etapa será divulgado no dia 24 de setembro.

Resumo sobre a seleção

Órgão: Caixa Econômica Federal

Cargos: técnico bancário e técnico bancário em TI

Vagas: 1.100

Requisitos: nível médio

Remuneração: a partir de R$3 mil

Banca: Cesgranrio

Inscrições: de 10 a 27 de setembro

Concurso Caixa terá provas em outubro

Os candidatos do concurso Caixa 2021 serão avaliados em até cinco etapas, sendo elas: provas objetivas; redação; aferição da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos pretos ou pardos; análise do laudo médico; e procedimentos admissionais.

A primeira e segunda etapas, prova objetiva e redação, serão realizadas no dia 31 de outubro. No exame de múltipla escolha, serão cobradas 60 questões, sendo 30 de Conhecimentos Básicos e 30 questões Específicos, com a seguinte distribuição:

Técnico bancário tradicional – Conhecimentos Básicos

Língua Portuguesa (dez questões, com valor de um ponto cada);

Matemática Financeira (dez questões, com valor de um ponto cada); e

Conhecimentos Bancários (dez questões, com valor de um ponto cada).

Noções de Probabilidade e Estatística (cinco questões, com valor de um ponto cada);

Conhecimentos de Informática (dez questões, com valor de um ponto cada); e

Atendimento Bancário (15 questões, com valor de um ponto cada).

Técnico bancário de TI – Conhecimentos Básicos:

Língua Portuguesa (dez questões, com valor de um ponto cada);

Matemática Financeira (dez questões, com valor de um ponto cada); e

Conhecimentos Bancários (dez questões, com valor de um ponto cada).

Tecnologia da Informação (30 questões, com valor de um ponto cada).

Para ser aprovado, será preciso obter 50% ou mais dos pontos tanto no conjunto da prova quanto em cada conhecimento (Básico e Específico).

Será considerado habilitado para a prova de redação somente quem estiver classificado, na objetiva, em uma posição que não ultrapasse o triplo do somatório do total de número de vagas e do número de cadastro de reserva.

A redação será composta por um texto dissertativo-argumentativo, com 100 pontos no total. Os aprovados, conforme os limites estabelecidos no edital, realizarão as demais etapas, sob responsabilidade da Caixa.

O resultado final está previsto para o dia 10 de dezembro. Com a homologação, a seleção ficará válida por um ano, podendo ser prorrogado por igual período.

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Bruno é apresentado e vai reforçar o Vasco na Copa do Brasil

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O goleiro Bruno, 41, ex-Flamengo e Rio Branco, foi apresentado nesta segunda, 16, na Fazendinha, e é o reforço do Vasco para o duelo contra o Velo Clube, de São Paulo, pela 1ª fase da Copa do Brasil. A partida será disputada na quinta, 19, às 19 horas, na Arena da Floresta. “Tínhamos a contratação do Bruno encaminhada e, agora, foi possível fechar”, declarou o técnico …

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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Santa Cruz começa preparação para confronto diante do Rio Branco

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O elenco do Santa Cruz iniciou nesta segunda, 16, no CT do Cupuaçu, a preparação para o confronto diante do Rio Branco. A partida será realizada na segunda, 23, a partir das 18 horas, no Tonicão, e o Santa Cruz 4º colocação no Campeonato Estadual Sicredi de 2026 com 7 pontos precisa vencer para seguir com boas chances de conquistar uma vaga na semifinal. Banguelê …

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Em 16 anos, carne e grãos desafiam hegemonia do extrativismo e redesenham a economia acreana

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A participação da via rodoviária nas exportações saltou de 2,2% em 2010 para 27,6% em 2025, impulsionada pela atuação da unidade da Receita Federal de Assis Brasil e pela consolidação do corredor para o Pacífico

O desafio para 2026 será consolidar essa virada, garantindo que o “Feito no Acre” chegue cada vez mais longe, com mais competitividade e maior valor agregado. Foto: captada 

A economia acreana passou por uma transformação profunda nos últimos 16 anos, deixando para trás a histórica dependência do extrativismo e abrindo espaço para uma agropecuária cada vez mais competitiva. É o que revela o recém-lançado relatório da Seplan, Panorama do Comércio Exterior do Acre: Evolução e Tendências (2010–2025), que detalha como carne e grãos passaram a redesenhar a estrutura produtiva e o perfil exportador do estado.

Carne bovina, carne suína e soja passaram a liderar a pauta exportadora, impulsionando um ciclo de crescimento que reposiciona o Acre no cenário do comércio internacional. Nesse período, o estado acumulou US$ 490 milhões em superávit e registrou crescimento médio anual de 11% nas exportações — quase três vezes a média brasileira.

O ponto de partida, no entanto, foi desafiador. Entre 2010 e 2014, ainda sob os efeitos da crise financeira global, o Acre enfrentou retração média de 23,2% ao ano nas exportações. A pauta era altamente concentrada: madeira e castanha respondiam por 85% das vendas externas, e o Reino Unido absorvia quase metade de tudo o que o estado exportava. A queda abrupta das exportações madeireiras expôs a fragilidade desse modelo e abriu caminho para uma reestruturação que ganharia força nos anos seguintes.

A partir de 2015, o estado iniciou um processo de diversificação, com a entrada gradual das proteínas animais. Mas a virada decisiva ocorreu entre 2020 e 2022, quando a soja registrou crescimento médio anual de 242%, saltando de US$ 1,2 milhão para US$ 14,3 milhões. Esse avanço marcou a transição definitiva de uma economia baseada em produtos florestais para uma matriz agropecuária mais robusta e integrada às cadeias globais.

O triênio mais recente consolidou essa mudança. Entre 2023 e 2025, as exportações cresceram 46,9% ao ano, alcançando o recorde histórico de US$ 98,9 milhões em 2025. A carne bovina assumiu a liderança da pauta, seguida pela soja e pela carne suína. O desempenho do último trimestre reforça essa tendência: outubro registrou US$ 8,86 milhões em vendas; novembro, mesmo com retração sazonal, já superava todo o acumulado de 2024; e dezembro encerrou o ano com alta de 20,9%, impulsionado pela castanha e pela carne bovina.

Outro aspecto marcante é a interiorização da atividade exportadora. Em 2010, Rio Branco concentrava 61% das vendas externas. Em 2025, o mapa mudou: Brasileia assumiu a liderança, com US$ 26,66 milhões, impulsionada pela carne suína e pela castanha; Senador Guiomard tornou-se o principal polo da carne bovina; e Rio Branco passou a ocupar a terceira posição, com uma pauta mais diversificada. O movimento indica que o desenvolvimento econômico deixou de se concentrar na capital e avançou para áreas de fronteira e municípios estratégicos.

A geografia comercial também se redesenhou. O Acre deixou de mirar prioritariamente a Europa e passou a se conectar com mercados mais próximos e dinâmicos. O Peru tornou-se o principal destino anual das exportações, com 27,2% do total, funcionando tanto como comprador quanto como corredor logístico para outros mercados. Emirados Árabes Unidos e Turquia consolidaram-se como compradores da carne bovina acreana, ampliando a presença do estado no Oriente Médio.

No campo logístico os avanços são significativos. A participação da via rodoviária nas exportações saltou de 2,2% em 2010 para 27,6% em 2025, impulsionada pela atuação da unidade da Receita Federal de Assis Brasil e pela consolidação do corredor para o Pacífico. Embora a via marítima ainda responda pela maior parte do escoamento, o futuro acesso ao porto de Chancay, no Peru, abre uma oportunidade histórica para o Acre se conectar diretamente ao mercado asiático e à costa oeste dos Estados Unidos.

Apesar dos avanços, persistem gargalos que limitam o potencial de expansão. A BR-364 e a BR-317 seguem como pontos críticos, com trechos vulneráveis e manutenção insuficiente. A modernização aduaneira nas fronteiras com Peru e Bolívia é urgente, assim como obras estruturantes, como o Anel Viário de Brasileia. A ferrovia planejada para conectar o Brasil ao Pacífico via Acre surge como solução estratégica para superar as fragilidades das rodovias federais e reduzir custos logísticos.

A trajetória da balança comercial entre 2010 e 2025 mostra um estado que começa a transformar sua localização estratégica em vantagem competitiva. O Acre deixa de ser periferia econômica e passa a se posicionar como corredor logístico e comercial da Amazônia, peça-chave da Rota de Integração Quadrante Rondon.

Neste cenário, o superávit recorde de US$ 93,72 milhões em 2025 aponta para a possibilidade de um ciclo duradouro de desenvolvimento, desde que os investimentos em infraestrutura e facilitação comercial avancem. O desafio para 2026 será consolidar essa virada, garantindo que o “Feito no Acre” chegue cada vez mais longe, com mais competitividade e maior valor agregado, possibilitando maior distribuição de renda entre os acreanos.

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