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Bope encerra programação de apresentações da PM na Expoacre 2019
Uma amostra do que é o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Acre (PMAC) pôde ser conferida no estande da instituição, presente na 46ª edição da Feira Agropecuária do Estado, a Expoacre 2019. A unidade, que realizou sua exposição na noite deste domingo, 4, último dia do evento, foi bastante prestigiada pelo público.
Diversos itens próprios do serviço especializado estavam disponíveis para apreciação do público, entre eles equipamentos, armamentos, viaturas, além do famoso “caveirão”, o carro blindado do Batalhão, dessa vez, aberto ao público. Algumas atividades e ações do Bope também puderam ser observadas por meio de um telão instalado no local.
Os cães farejadores da Companhia de Policiamento com Cães (CPCães) juntamente com seus parceiros militares e seus filhotes abrilhantaram a exibição. Eles foram uma atração à parte e chamaram bastante atenção, principalmente das crianças.
A agente de saúde Francicleice Santos, que também trouxe a filha de dois anos para visitar o estande, disse que achou bem organizada a exposição. “Foi uma das mais interessantes, organizada e dinâmica. A gente pôde conhecer um pouco do trabalho do Bope mais de perto, tirar a curiosidade e ainda fotografar”, declarou.
Todas as especializadas que fazem parte do Bope participaram da apresentação. Além da CPCães, o Bope é atualmente formado pelos Grupamentos Choque, Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam) e de Intervenções Rápidas e Ostensivas (Giro).
Tranquilidade para os visitantes
O policiamento na última noite da Feira Agropecuária do Acre também foi garantido pelos cerca de 150 militares empenhados no serviço, o que proporcionou mais segurança e tranquilidade ao evento.
De acordo com o capitão Washington Luiz Carneiro, que estava à frente do serviço no encerramento da programação da Expoacre 2019, informou que não houve ocorrências. “O evento foi tranquilo. Não registramos nenhuma ocorrência hoje”, disse o oficial.
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Acusados de homicídio no Parque da Maternidade se tornam réus

O juiz Fábio Costa, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco, recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Acre (MPAC) e tornou réus Ronocley de Souza Figueiredo e Acir Moreira Pereira Tomás no processo que apura a morte do morador em situação de rua Alan Victor da Silva, assassinado a tiros no Parque da Maternidade, no início deste ano.
Ao fundamentar a decisão, o magistrado destacou que “a materialidade delitiva e os indícios de autoria estão evidenciados pelos depoimentos e demais elementos de prova colhidos na fase investigatória”. Apesar disso, o juiz negou o pedido de prisão preventiva de Acir Moreira Pereira Tomás, apontado como o suposto autor dos disparos, que permanece em liberdade.
O crime ocorreu na tarde do dia 6 de janeiro, conforme mostram imagens do sistema de monitoramento do programa Rio Branco Mais Segura, da Prefeitura da capital. As gravações registram o momento em que Alan Victor caminhava pelo Parque da Maternidade, nas proximidades do Terminal Urbano, quando um veículo se aproxima e, de seu interior, são efetuados vários disparos.
Mesmo gravemente ferido, a vítima ainda conseguiu correr por alguns metros antes de cair na grama. Quando a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, Alan Victor já estava morto.
Investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) atuaram rapidamente e, poucas horas após o crime, apreenderam o carro utilizado no ataque e prenderam Ronocley de Souza Figueiredo, que confessou participação no homicídio. Em depoimento, ele afirmou que o autor dos disparos teria sido seu amigo Acir Moreira Pereira Tomás, alegando que o crime teria sido motivado por um suposto furto cometido pela vítima.
Acir Moreira permaneceu foragido por vários dias e se apresentou posteriormente à DHPP acompanhado de um advogado. Durante o depoimento, exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio, informando que só se manifestaria em juízo. Como não estava mais em situação de flagrante, ele foi liberado.
Na denúncia, o MP pediu a prisão preventiva do acusado, mas o juiz entendeu que, até o momento, o único elemento que o aponta como autor dos disparos é o depoimento de Ronocley, o que, segundo a decisão, não é suficiente para justificar a prisão cautelar nesta fase do processo.
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Homem é preso por tráfico de drogas em Sena Madureira

Foto: PMAC
Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de um homem por tráfico de drogas na noite desta terça-feira, 3, em Sena Madureira. A ocorrência foi registrada no bairro Eugênio Areal, em uma residência localizada na Travessa Rua Avestruz.
A operação foi realizada por equipes do 8º Batalhão da PM após denúncia anônima apontar que o imóvel estaria sendo usado para a comercialização de entorpecentes. Segundo a informação, o suspeito contava com o apoio de um adolescente para realizar as vendas.
Durante a verificação no local, os policiais constataram movimentação característica do tráfico e flagraram o manuseio de uma substância semelhante à maconha. Na abordagem, foram apreendidas 36 porções da droga, além de outra quantidade enterrada nas proximidades da casa, somando cerca de 310 gramas.
Também foram encontrados três cartuchos de arma de fogo calibre 16, uma balança de precisão, material utilizado para embalo, R$ 50 em dinheiro e dois aparelhos celulares.
O suspeito assumiu a posse do entorpecente e dos materiais apreendidos. Ele e o adolescente foram encaminhados à unidade policial para os procedimentos cabíveis.
Com informações da PMAC
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Polícia Civil indicia três pessoas por divulgação de conteúdo íntimo em Sena Madureira

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Sena Madureira, indiciou, na última terça-feira, 3, três pessoas, entre elas dois empresários, pelo crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia, tipificado no artigo 218-C do Código Penal.
Conforme apurado no inquérito, a vítima havia encaminhado vídeos de caráter íntimo a um dos indiciados, que, sem autorização, repassou o material a terceiros. Uma das investigadas, motivada por sentimento de vingança, disseminou o conteúdo em grupos de WhatsApp da cidade e também o enviou a pessoas do convívio social e familiar da vítima.
Após tomar conhecimento dos fatos, a Polícia Civil instaurou procedimento investigativo e passou a rastrear os vestígios digitais deixados pelos envolvidos. As diligências realizadas, aliadas à perícia técnica, confirmaram a autenticidade dos vídeos e afastaram a hipótese de manipulação do material.
Com a conclusão das investigações e a reunião de elementos probatórios suficientes, os responsáveis foram formalmente indiciados. O Inquérito Policial foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis e a continuidade da persecução penal.
“A divulgação não autorizada de conteúdo íntimo constitui crime e acarreta graves consequências às vítimas, além de sujeitar os autores às sanções previstas em lei”, ressaltou a delegada Rivânia Franklin.








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