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Brasil

Bocalom seria a última alternativa de Cameli para a prefeitura de Rio Branco

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O governador está sendo republicano, mas, revela para os mais próximos sua preferência por Socorro Neri

Coluna Pimenta do Reino - Contil.Net

Dialogando

O governador Gladson Cameli segue dialogando com partidos em Brasília. Sentou com a bancada do MDB – encontro articulado pelo senador Marcio Bittar – depois, com o próprio partido, o Progressistas e, por último com o DEM do deputado federal Alan Rick.

Sem ganância

Articulada pelo senador Márcio Bittar, o encontro do governador com o MDB não teve pedidos de cargos, como se previa. A volta do diálogo é péssima notícia para a oposição do Palácio Rio Branco, que apostava em crise total. Bittar cumpre um papel importante nesse processo.

Ney Amorim

Ao puxar o nome do ex-deputado Ney Amorim para o cenário de pré-candidaturas no ninho progressista, Cameli demonstra claramente que Bocalom seria a última alternativa em termos de projeto político.

Nota da senadora

Segundo a senadora Mailza Gomes, que preside a executiva do Progressistas no Acre, Bocalom será mesmo o nome do partido com apoio do governador Gladson Cameli. O governador ainda não se manifestou publicamente.

Republicano

O governador está sendo republicano, mas, revela para os mais próximos sua preferência por Socorro Neri, com quem construiu afinidade política. Isso ele não esconde de ninguém.

Tempo urge

O tempo passa, o tempo voa. Como dizia a música da poupança, toda essa extemporaneidade na escolha de um nome pelo Palácio Rio Branco pode custar muito caro. Os demais pré-candidatos caminham a passos largos. Será excesso de confiança?

Ética

Após a decisão da Comissão Nacional de Ética do Solidariedade, o advogado Luziel Carvalho gravou vídeo informando sua saída do partido. “Por questão ética” disse Carvalho. Ele também informou sua saída da sede do partido onde estava confinado.

Sem rancor

Uma coisa é certa, o Solidariedade em momento algum citou nada que desabone a pessoa de Luziel Carvalho, seu caráter e sua honra. Há, inclusive reconhecimento do papel que ele desenvolveu no pouco tempo que ficou à frente do partido. Na política, candidaturas são confirmadas após as convenções. Isso é fato.

Enquanto isso…

O presidente Jair Bolsonaro deve assinar amanhã, veto contra queimadas por 120 dias. A medida, se confirmada, vai de encontro ao discurso do vice, Hamilton Mourão, que garantiu preservação ambiental durante videoconferência com o Congresso Nacional.

Multas

O IMAC vem intensificando em todo o estado, multas contra queimadas e reforçando parcerias com municípios para fortalecer a política de sustentabilidade. O secretário Israel Milani que é médico, reforça os cuidados nos tempos de pandemia.

Firme e forte

A secretária de comunicação Silvânia Pinheiro despacha normalmente desde a última segunda-feira. Ela se recuperou da covid-19 junto com o esposo. Com quem conversa, pede oração para o chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade que segue internado em São Paulo.

Na conta

Para quem apostou em atrasos de pagamentos, saber que pelo segundo ano consecutivo o recurso está, antecipadamente nas contas dos servidores, chega a ser assustador. Oposição não apostava no sucesso da atual gestão.

Números

Os números do Covid-19 no Acre são desafiadores e reflexivos. Os novos infectados diariamente em média são 300 e de terça para quarta-feira (15) foram registrados 10 óbitos. A pressão pela flexibilização segue.

Rio de Janeiro

Se servir como consolo, no Rio de Janeiro, na terceira fase de flexibilização quando todos pensavam que o número de óbitos subiria, ocorre exatamente o contrário. Nesta fase, até bares foram abertos.

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Brasil

Gás do Povo inclui mais 950 mil famílias e chega a 17 capitais

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Roberta Aline/ MDS
Homem olhando preço do botijão de gás

O programa social Gás do Povo foi ampliado e vai incluir 950 mil novas famílias na segunda fase de implementação, com chegada prevista em 17 capitais brasileiras a partir de 26 de janeiro.

O benefício garante a recarga gratuita do botijão de gás de cozinha em revendas credenciadas pelo governo federal, como parte da nova versão do programa que substitui o Auxílio Gás.

A expansão faz parte de um modelo adotado pelo governo para ampliar o acesso ao gás de cozinha e aliviar o orçamento de famílias inscritas no Cadastro Único com renda per capita mais baixa. Na primeira fase, o benefício já havia sido liberado em capitais como Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e outras grandes cidades, beneficiando cerca de 1 milhão de famílias.

Com a inclusão das novas capitais nesta etapa, o número total de famílias atendidas chega a aproximadamente 1,95 milhão.

Como funciona o Gás do Povo

Além disso, segundo o Executivo, a medida busca fortalecer o suporte social às famílias mais vulneráveis, reduzindo o impacto do custo do gás de cozinha no orçamento doméstico.

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, destacou o impacto social e econômico do programa no orçamento das famílias de baixa renda. “O benefício alivia o orçamento familiar dos mais pobres, que podem destinar o dinheiro que gastariam no botijão para comprar alimentos ou suprir outra necessidade básica”, disse.

A expectativa é que em março o programa seja expandido para todos os municípios do país, beneficiando 15 milhões de famílias.

Saiba quais são os critérios para fazer parte do programa:

  • Famílias inscritas e com cadastro atualizado no CadÚnico nos últimos 24 meses;
  • Renda mensal por pessoa igual ou inferior a meio salário-mínimo;
  • Beneficiários do Bolsa Família têm prioridade na inclusão;
  • Responsável familiar precisa ter CPF regularizado;
  • Benefícios sociais como Tarifa Social e Minha Casa, Minha Vida não impedem o recebimento do Gás do Povo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Nikolas rebate críticas sobre caminhada: Estou de férias, faço o que quiser

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu, nesta sexta-feira (23/1), críticas relacionadas à chamada “caminhada pela liberdade”. Questionado sobre quem estaria financiando a iniciativa, o parlamentar afirmou que todas as despesas são pagas com recursos próprios e negou receber qualquer tipo de doação ou auxílio financeiro de apoiadores.

“Eu estou tirando o meu próprio dinheiro. Gasolina, alimentação, eu que estou pagando para mim. E as pessoas estão se mobilizando, entregando água, café. Agora, é muito engraçado, bicho, porque o pessoal vai focar em quem está financiando a caminhada, né? Em quem está financiando o contrato milionário da mulher do Moraes? Porque eu estou de férias, eu como deputado, eu faço o que eu quiser”, afirmou o parlamentar.

Segundo Nikolas, a iniciativa ocorre de forma “orgânica e pacífica” e não utiliza recursos públicos. Ele disse que cada pessoa usa o próprio dinheiro “da forma que quiser”, mas ressaltou que não faz uso de verba parlamentar para a atividade.

“Nós estamos aqui de uma forma orgânica, pacífica. E, obviamente, cada um usa o dinheiro da forma que quiser. Tem gente que usa dinheiro, por exemplo, de conta parlamentar para ser desviado. Eu não faço isso. Estou tirando o meu próprio dinheiro”, declarou.

Perguntado se teria recebido auxílio financeiro de apoiadores ou algum tipo de financiamento, o deputado negou. “Não. Eu pedi para as pessoas não doarem absolutamente nada, nem por Pix, nem por vaquinha”, disse.

Caminhada de Nikolas Ferreira

A chamada “caminhada pela liberdade” teve início na segunda-feira (19/1) e percorre cerca de 200 quilômetros entre Paracatu, no interior de Minas Gerais, e Brasília. A previsão é de que Nikolas chegue à capital federal neste domingo (25/1), quando deve ser recebido por apoiadores.

No mesmo dia, está previsto um ato intitulado “Manifestação Acorda Brasil”, com concentração a partir das 12h, na Praça do Cruzeiro, em Brasília. O evento marca o encerramento da mobilização.

Ao justificar a iniciativa, o parlamentar citou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão, além da situação jurídica de pessoas presas em decorrência dos atos de 8 de Janeiro.

Desde o início do trajeto, a caminhada tem reunido apoiadores e aliados políticos ao longo do percurso. Parlamentares ligados ao bolsonarismo passaram a divulgar a mobilização nas redes sociais e a declarar apoio público ao ato previsto para o domingo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Fachin vai à Corte IDH para abertura do ano judicial

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Fachin

A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), na cidade de São José, na Costa Rica, além de promover a posse de sua nova junta diretiva, também sediará a abertura do ano judicial. E o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, é um dos convidados.

Fachin será o orador principal da conferência sobre o tema “O enfraquecimento do Estado de Direito democrático como fator de violação de direitos humanos”. Ele deve chegar ao país da América Central na próxima segunda-feira (26/1).

Segundo o próprio STF, “a ida do chefe do Judiciário brasileiro à Costa Rica favorecerá a consolidação de uma rede em defesa da democracia e dos direitos humanos no espaço latino-americano e caribenho”.

Além da conferência, o ministro brasileiro ainda participará de uma mesa de diálogo com outros presidentes de tribunais constitucionais da região e de reuniões com o presidente da Corte Suprema de Justiça, Orlando Aguirre Gómez, e com a presidente do Tribunal Eleitoral da Costa Rica, Eugenia Zamora Chavarría.

De acordo com o Supremo, o objetivo é reforçar os laços de cooperação entre os entes latino-americanos. “Um desses desafios é o contexto de pressão sobre a democracia constitucional”, disse Fachin.

Brasileiro é presidente da Corte IDH

jurista brasileiro Rodrigo Mudrovitsch foi eleito, nesta sexta-feira (21/11), para presidir a Corte Interamericana de Direitos Humanos no biênio 2026–2027.

Ele é atualmente vice-presidente da Corte e será o terceiro brasileiro a ocupar a presidência da instância máxima de proteção dos direitos humanos nas Américas, que é ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA). A chilena Patricia Pérez Goldberg será a vice.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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