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Avô de 49 anos é preso por estupro de neta de 12 anos em comunidade rural do Amazonas

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Crimes ocorreram desde que a vítima tinha 10 anos; homem tinha livre acesso à adolescente e aproveitava proximidade familiar para cometer abusos

De acordo com o delegado Jailton Santos, da 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) ,a família da vítima morava em uma comunidade rural e tinham duas residências. Foto: captada 

Um homem de 49 anos foi preso preventivamente neste domingo (16) no município de Beruri (a 173 quilômetros de Manaus) por estupro de vulnerável contra a própria neta de 12 anos. De acordo com as investigações da 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), os abusos sexuais foram praticados desde que a vítima tinha 10 anos de idade.

Segundo o delegado Jailton Santos, a família morava em uma comunidade rural e possuía duas residências, sendo uma delas pertencente ao autor dos crimes. Essa proximidade geográfica e familiar permitia que o avô tivesse livre acesso à adolescente, facilitando a prática continuada dos abusos. O caso foi descoberto após denúncia e investigação pelas autoridades policiais.

“Os estupros ocorriam com frequência, com emprego de violência e ameaça, o que fez com que a vítima ficasse traumatizada. Ela passou a até a usar roupas largas para disfarçar as marcas que apareciam em seu corpo”, relatou o delegado.

Conforme o delegado, recentemente, a família da vítima mudou de endereço, o que não intimidou o criminoso a procurar novamente a adolescente. Devido à mudança, a vítima contou para sua genitora o histórico de abusos sofridos.

“Elas procuraram o Conselho Tutelar do município e, após a comunicação do fato, a vítima passou pela escuta especializada e foi submetida ao exame de corpo de delito, que comprovou os abusos sexuais”, informou.

Diante da gravidade dos fatos foi solicitado à Justiça o mandado de prisão preventiva em nome do autor, que foi deferido. A ordem judicial foi cumprida na comunidade Nossa Senhora do Livramento, zona rural do município.

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Imagens mostram briga após aprovação da quebra de sigilo de Lulinha. Veja vídeo

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Imagens captadas pela reportagem do Metrópoles flagraram o momento em que congressistas protagonizaram uma briga generalizada durante sessão da CPMI do INSS nesta quinta-feira (26/2). A confusão começou após a comissão aprovar a quebra de sigilos fiscal e bancário de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Parlamentares da ala do governo no Congresso foram para cima da mesa da presidência do colegiado. Houve uma confusão generalizada, com gritos, xingamentos e até agressão física. A sessão chegou a ser suspensa por 15 minutos.

Nas imagens, é possível ver um empurra-empurra envolvendo os deputados Rogério Correia (PT) e Luiz Lima (Novo). Lima afirma que chegou a ser agredido com um soco por Correia, que admitiu a agressão e pediu desculpas ao colega.

“Eu realmente atingi o deputado, não vou mentir aqui. Eu o atingi, peço desculpas. E o fiz no momento em que fui também empurrado. E Vossa Excelência viu, todos viram que eu caí no chão e também fui agredido. Não vou ficar aqui choramingando, mas eu fui empurrado e caí no chão”, afirmou o deputado após o episódio.

Rogério Correia ainda relatou ter sido ameaçado durante a confusão.

O requerimento foi apresentado pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL).

Conforme mostrou o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, Lulinha teria recebido uma mesada de cerca de R$ 300 mil de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que vai recorrer ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para anular a medida contra o filho do presidente da República.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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CPMI do INSS: parlamentares brigam após aprovação das quebras de sigilo bancário e fiscal de Lulinha

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ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - Metrópoles 2

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, nesta quinta-feira (26/2), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido é referente ao período de 1° de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.

Logo após a aprovação, diversos parlamentares brigaram. Houve empurra-empurra, e a TV Senado derrubou a transmissão do colegiado.

O requerimento 2939/2026 foi apresentado pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL).

Conforme mostrou o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, Lulinha teria recebido uma mesada de cerca de R$ 300 mil de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

A declaração integra o depoimento de uma testemunha ouvida pela Polícia Federal e posteriormente encaminhado à CPMI do INSS, no Congresso Nacional. A iniciativa partiu de Edson Claro, ex-funcionário de Antunes, que afirma ser alvo de perseguição por parte do ex-empregador.

Em seu relato, Edson Claro afirmou que o empresário conhecido como “Careca do INSS” teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões a Fábio Luís, além de repassar uma quantia mensal aproximada de R$ 300 mil. O depoimento, no entanto, não especifica a moeda utilizada na suposta transferência de R$ 25 milhões.

Ainda na coluna de Andreza Matais, foi revelado que o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios da autarquia, André Fidelis, preparam uma delação premiada para entregar o papel de Lulinha nos descontos indevidos do instituto.

Em nota à coluna, defesa do filho do presidente afirmou que ele “não tem relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa”. É a primeira vez que ele comenta sobre o tema por meio de advogados constituídos.

Assessor de Weverton Rocha

O colegiado aprovou também a convocação de Gustavo Marques Gaspar, empresário e ex-assessor do senador e vice-líder do Governo no Senado, Weverton Rocha (PDT-MA), em condição de testemunha. O requerimento foi feito pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT).

O senador foi alvo de uma das fases da Operação Sem Desconto, deflagrada pela PF em 18 de novembro. Foi alvo de busca e apreensão, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O senador Weverton (PDT-MA) compartilhou o uso de um jatinho com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A aeronave – um beech aircraft modelo F90 e prefixo PT-LPL.

Documentos obtidos pela coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles, mostram que o Careca do INSS usou essa aeronave ao menos duas vezes em 2024. Uma das viagens ocorreu em 2 de fevereiro. Já a outra foi realizada em 13 de julho. Em ambas as ocasiões, o jatinho saiu de um aeroporto executivo em São Paulo.

Em 2025, o Metrópoles flagrou o senador Weverton usando a mesma aeronave para ir e voltar de São Luís, no Maranhão. A reportagem fotografou o político descendo do jatinho nos dias 1º e 15 deste mês, no Aeroporto Internacional de Brasília. Pelo menos desde o início de 2024, a maioria dos percursos do avião é realizada entre estas cidades: Brasília, São Paulo e São Luís.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Pai é preso após sequestrar filho em Goiás e desaparecer por dois anos

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Divulgação/PCGO
imagem colorida pai preso por sequestrar filho

Goiânia – Um homem foi preso nesta quinta-feira (26/2), na capital goiana, após ter sequestrado o próprio filho e desaparecido com o menino por aproximadamente dois anos. Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), o pai retirou a criança da guarda da mãe e durante todo o período não houve contato entre o menino e a genitora.

De acordo com polícia, relatos da própria criança às autoridades, o garoto, que tem 9 anos, passava a maior parte do tempo trancado com o pai, dentro de um quarto da pousada onde estavam hospedados, em um local ermo, afastado do convívio familiar e sem frequentar a escola. 

Sequestro e cárcere privado

A operação para a prisão do homem aconteceu por meio da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), em conjunto com a Divisão de Investigações Criminais de Araçatuba, município paulista.

Conforme a polícia, após o trabalho investigativo apontar a possível localização do suspeito em Goiás, os policiais civis conseguiram cumprir a prisão preventiva do pai e localizar o filho. O investigado responde pelo crime de sequestro e cárcere privado qualificado.

A criança foi encontrada em boas condições de saúde e entregue à mãe.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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