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Avanço de frente fria, chuva e muito calor: veja previsão para esta 4ª

Ekaterina Goncharova/Getty Images
O Brasil deve ter diversos cenários climáticos nesta quarta-feira (7/1), de acordo com a Climatempo. Enquanto uma frente fria avança pelo Sul, trazendo chuva forte, ventos intensos e risco de temporais, a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) segue ativa e mantém instabilidades importantes no Sudeste e no Centro-Oeste, podendo gerar grandes acúmulos de chuva.
De acordo com o órgão, no Nordeste e no Norte a combinação de calor, umidade e sistemas atmosféricos mantém áreas de instabilidade, mas com distribuição irregular das chuvas.
A grande predominância em todo o país são as altas temperaturas e o calor.
Veja a previsão do tempo por região
Região Sul
Na tarde desta quarta, uma nova frente fria avança pelo Rio Grande do Sul, associada a um cavado em níveis médios da atmosfera, provocando pancadas de chuva moderadas a fortes com trovoadas, principalmente na metade sul do estado. Há risco de temporais com eventual queda de granizo no sul e na Campanha Gaúcha.
Apesar disso, as temperaturas seguem elevadas em boa parte da região. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h no oeste do Paraná e Santa Catarina, e podem chegar a 70 km/h em áreas do Rio Grande do Sul.
Região Sudeste
A ZCAS segue ativa e provoca pancadas de chuva moderadas a fortes em Minas Gerais, Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo, com risco de temporais no oeste e noroeste mineiro. Ao longo do dia, o sistema começa a se desconfigurar.
Em São Paulo, a manhã tem tempo mais firme, com chuva apenas no norte e no litoral sul. Entre o fim da manhã e o início da tarde, a circulação de umidade favorece novas pancadas de chuva em grande parte do estado, com intensidade moderada a forte.
As temperaturas permanecem mais agradáveis em boa parte da região, mas ficam mais elevadas em São Paulo, no norte do Espírito Santo e no nordeste de Minas Gerais. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h ocorrem no extremo oeste paulista, na Região dos Lagos e no litoral norte do Rio de Janeiro.
A região está sob alerta de perigo potencial para acumulado de chuva, de acordo com aviso meteorológico emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Região Centro-Oeste
Toda a região Centro-Oeste está sob alerta para acumulado de chuva. As instabilidades atuam desde a madrugada em Mato Grosso e Goiás, ganhando força ao longo do dia devido à influência da ZCAS, que deve perde intensidade até o fim do dia.
As pancadas de chuva ocorrem de forma moderada a forte, com risco de temporais no norte, noroeste, oeste, interior e sudeste de Mato Grosso, além do norte e leste de Goiás. Em Mato Grosso do Sul, a circulação de umidade associada aos ventos em baixos níveis favorece pancadas de chuva moderadas a fortes.
As temperaturas seguem elevadas, com exceção de algumas áreas de Goiás, onde ficam mais agradáveis devido à nebulosidade. A umidade relativa do ar permanece baixa no oeste de Mato Grosso do Sul, podendo ficar abaixo dos 30%.
Região Nordeste
A chuva deve atingir a região de forma fraca no oeste e litoral da Bahia, além do interior do Maranhão e do Piauí. Ao longo do dia, as instabilidades se intensificam, com chuva mais forte no Maranhão, extremo oeste do Piauí e da Bahia, além do litoral sul baiano, com risco de temporais no extremo oeste maranhense. Na faixa litorânea do Ceará e entre Alagoas e o Rio Grande do Norte, a chuva ocorre de forma fraca.
No restante da região, o tempo segue mais firme. As temperaturas continuam elevadas e o calor predomina. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h no litoral norte e no interior da região.
Região Norte
O tempo permanece instável no Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e em grande parte do Pará, com chuva forte e risco de temporais, especialmente no leste de Rondônia, sudeste do Amazonas e no sudoeste e leste do Pará.
No Amapá, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém as instabilidades no norte do estado. Em Roraima, chove de forma mais intensa em boa parte do estado, enquanto nas demais áreas o tempo fica mais aberto. As rajadas de vento chegam a 40–50 km/h no nordeste do Pará.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Economia do Acre cresce 327% em 30 anos e fica entre as que mais avançaram no Brasil
Estudo aponta que estado teve desempenho superior à média nacional entre 1995 e 2025 e ocupa a 10ª posição no ranking de crescimento econômico.

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Anvisa libera medicamentos para diabetes e câncer de mama

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).
A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.
Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo).
O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.
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Endividamento das famílias chega a 80,2%, o maior da série histórica

O percentual de endividamento das famílias chegou a 80,2% em fevereiro deste ano, de acordo com a nova pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada nesta quarta-feira (11/3). O número representa o maior índice da série histórica.
Em comparação com fevereiro de 2025, o índice apresenta um crescimento de 3,8 pontos percentuais — era de 76,4% há um ano. Em relação ao mês de janeiro deste ano, houve crescimento de 0,7 ponto percentual — era de 79,5%.
O índice de endividamento consiste nas famílias que relataram ter dívidas a vencer em cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa.
19,7% dos entrevistados pela CNC em fevereiro afirmaram não ter dívidas. Em janeiro, eram 20,5%.
O endividamento recorde das famílias está acompanhado de aumento na inadimplência. Após três meses de retração, o índice voltou a aumentar, atingindo 29,6% dos entrevistados. A taxa é a maior desde novembro do ano passado (30%).
Embora tenha sido registrado aumento no endividamento e na inadimplência de janeiro para fevereiro, houve recuo no percentual de famílias que não terão condições de pagar as dívidas em atraso. A redução foi sensível, de 0,1 ponto percentual, com o índice atingindo 12,6%.
A pesquisa mostra que todas as faixas de renda apresentaram aumento no endividamento. Mas essa variação foi mais importante nas famílias com renda acima de cinco salários.
Famílias endividadas por faixa de renda:
- 0 a 3 salários mínimos: 82,9%
- 3 a 5 salários mínimos: 82,9%
- 5 a 10 salários mínimos: 78,7%
- mais do que 10 salários mínimos 69,3%
Comprometimento da renda
A parcela dos consumidores que tem mais da metade da renda vinculada a dívidas ficou estável, em 19,5%, após registrar alta por dois meses consecutivos.
Para 56,1% das famílias, o comprometimento da renda com dívidas varia de 11% a 50%. No entanto, o percentual médio de comprometimento da renda com dívidas ficou em 29,7% em fevereiro deste ano. No mesmo mês de 2025, o resultado foi de 29,9%.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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